6 hábitos de sucesso dos milionários para você aplicar em sua vida





Independente das habilidades ou capacidade de gestão, algumas mudanças de hábitos podem fazer diferença

Por Juliana Américo Lourenço da Silva |

Tio Patinhas Moedas

SÃO PAULO – Alguns têm a sorte de nascer em uma família rica e aprendem a gerir a herança, outros começam do zero e criam o seu próprio patrimônio.

Apesar de os milionários terem histórias de sucesso, habilidades e perfis de liderança diferentes, o consultor norte-americano William Patterson identificou algumas características típicas de pessoas de negócios bem-sucedidas.

Em um artigo publicado na Revista Inc., ele afirma que fatores como inteligência, educação formal ou condição financeira da família não são tão determinantes para levar alguém ao sucesso e, consequentemente, à vida financeira que muitos desejam.

Confira as seis habilidades, que se aplicadas na sua vida, podem te ajudar a alcançar o sucesso:

1- Tenha bons mentores
Muitos empreendedores de sucesso admitem que não são gênios dos negócios. Além disso, inúmeras decisões precisam ser tomadas todos os dias na hora da gestão.
Por isso, eles se cercam de mentores e conselheiros mais experientes que possam ajudar a solucionar problemas, alcançar os objetivos mais rapidamente e força-lo a tomar boas decisões.

2- Acredite em você
Em geral, os ricos tendem a pensar grande, ser mais confiantes e contam com a capacidade de tomar medidas decisivas. Em contrapartida, Patterson diz que as outras pessoas têm uma maior tendência para procrastinar, mesmo quando as decisões não envolve dinheiro. 

 “A chave para a independência financeira não é uma decisão racional. Se fosse uma decisão racional, mais pessoas poderiam tomar medidas decisivas para fazer coisas as tornariam financeiramente livre”, explica. A maioria das pessoas não acredita que tem o poder de mudar a condição de suas vidas, crença gerada por barreiras psicológicas como medo da perda, o medo do fracasso, medo do sucesso, e os sentimentos subjacentes de que o dinheiro representa a liberdade, controle, dependência, segurança e autoestima.

3- Faça contatos
O especialista considera o networking uma prioridade, sendo que o tamanho da sua rede de contatos é diretamente proporcional ao seu saldo bancário. Na opinião do especialista, a habilidade de conhecer pessoas, trocar experiências e firmar parcerias corresponde a 80% do que é necessário para fazer um negócio decolar. Aqueles com redes limitadas são sempre os últimos a saberem das coisas e os últimos a ser ajudados.

4- Faça os investimentos certos
Os homens de negócios atuam em três áreas de investimento: na bolsa de valores, imóveis e empreendedorismo. As três juntas oferecem maior alavancagem de tempo e dinheiro. 
A maioria das pessoas tenta construir a riqueza com uma abordagem linear, usando uma estratégia de investimento, uma carteira e um fluxo de renda, no caso, um trabalho. Mas, para construir a riqueza significativa de uma forma que lhe traz uma maior liberdade, é interessante aprender a gerenciar múltiplas estratégias de investimentos.

5- Expanda seus conhecimentos e habilidades
Manter um aprendizado constante é ideal para quem quer atingir o sucesso; os ricos estão sempre lendo, ouvir áudios, assistindo vídeos de treinamento, participando de seminários, desenvolvendo novas habilidades, e procurando maneiras de aplicar os princípios de construção de riqueza e de negócios de sucesso para as novas tendências.

No geral, eles investem mais tempo e dinheiro em dominar estratégias sólidas para investimento e de gestão financeira e empreendedorismo do que os outros. O atual sistema educacional não é projetado para ensinar as pessoas a construir a riqueza, ele é projetado para ensinar as pessoas a serem empregados ou, na melhor das hipóteses, trabalhadores independentes. Portanto, é vital para o sucesso financeiro e empresarial investir significativamente no aprendizado.

6- Economize tempo e aumente a sua produtividade
A expressão “tempo é dinheiro” é levada a sério pelos empreendedores. Eles procuram investir em tecnologias, sistemas e treinamento que irá ajudá-los a economizar tempo e aumentar sua produtividade.

0 Depoimentos:

Super Corporate Zombie




Visionário

"Um dia a OGX vai valer tanto quanto a Petrobras "
Eike Batista

0 Depoimentos:

A POLÍTICA E AS BACTÉRIAS







Mauro Santayana

Quando alguém se declara “apolítico”, ou diz que “odeia a política”, nos lembramos de que a palavra política deriva de Politeía, vocábulo relativo a tudo que acontecia nas antigas Polis, cidades-estado gregas, e da velha constatação aristotélica de que “o homem é um animal político”.



Querendo ou não, todo ser humano participa, no convívio, no aprendizado e no debate com outros seres humanos, da atividade política, mesmo quando não exerce nenhum cargo público, se assume “apolítico” e declara o seu “ódio” à política.



A política, como ocorre com Deus, para a maioria das religiões, está em todas as coisas, das maiores às que são aparentemente mais ínfimas.



Um estudo que acaba de ser divulgado pelo governo britânico, alerta que as superbactérias matarão, em poucos anos, mais que o câncer, e que o custo de seu tratamento chegará a 100 trilhões de dólares nas próximas décadas.



Foi a economia no combate à infecção hospitalar e a ausência de fiscalização rigorosa em hospitais públicos e privados, assim como o incentivo, durante anos, do uso indiscriminado e desnecessário de antibióticos em diversos países do mundo, incluído o Brasil, que deu origem à transformação destes organismos.



E é a mesma ausência de fiscalização e controle que está fazendo com que novas gerações de bactérias resistentes mesmo aos mais modernos medicamentos estejam ultrapassando os limites dos hospitais e postos de saúde, ameaçando transformar-se em uma pandemia, atingindo diretamente a população.



A Fiocruz, que já havia detectado, antes, por duas ocasiões, superbactérias no esgoto lançado clandestinamente, no rio Carioca, no Rio de Janeiro, acaba de anunciar que detectou sua presença também na água do mar, nas praias do Flamengo e de Botafogo, com possibilidade de que se multipliquem e acabem chegando ao Leblon, Copacabana e Ipanema.



Que turistas e banhistas deixem de frequentar o Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, que as crianças não possam mais se sentar na areia, ali ou no vizinho bairro de Botafogo, que a Cidade Maravilhosa possa transformar-se, de chamariz, em ameaça para milhões de turistas que a visitam, é um absurdo.



A poluição de nossos rios e lagos, com a diminuição da oferta de água potável à população, e agora da orla marítima da segunda cidade do país, é uma questão ambiental, mas, como muitas outras mazelas de nosso país, também uma questão política, e tem que ser enfrentada com determinação e rapidez.



A população carioca deve mobilizar-se e exigir que os responsáveis sejam punidos e que o esgoto hospitalar seja tratado totalmente nos próprios locais em que é produzido.

Não se trata apenas de uma questão de saúde. Se houver uma epidemia, milhares de empregos e empresas estarão em risco, assim como as Olimpíadas de 2016. 

0 Depoimentos:

Desvio na Petrobras foi de pelo menos R$ 20 bilhões




Por  Letícia Casado e André Guilherme Vieira


Adarico Negromonte Filho entrega-se à polícia no dia 24 de novembro: irmão de ex-ministro era um dos funcionários de Youssef que transportavamdinheiro

O esquema de corrupção na Petrobras pode ter atingido pelo menos R$ 20 bilhões, informaram ao Valor  fontes de diferentesprocedências envolvidas na operação Lava-Jato, que investiga desvios de recursos na estatal.

Sabe-se que ao menos R$ 11,5 bilhões foram identificados como "movimentação financeira atípica" pelo Conselho de Controle de AtividadesFinanceiras (Coaf) do Ministério da Fazenda.

"Certamente esse valor é maior. Pelo menos o dobro, na casa de uns R$ 20 bilhões", disse uma fonte diretamente ligada à investigação.

A reportagem apurou que os investigadores ainda não dispõem de dados para calcular o total desviado da estatal, porque precisam analisar extratos coletados na Suíça e aguardam a chegada de documentação sobre os titulares de contas no exterior.

Os procuradores seguem a trilha de saques e depósitos ocorridos em vários países.
O tamanho do rombo ficou reconhecidamente maior a partir do momento em que o ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco, falou em seu termo de delação premiada sobre os contratos de aquisição de navios-plataforma e a construção de estaleiros. "Braço direito" de Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, Barusco também forneceu informações sobre negócios na Transpetro, subsidiária da estatal petrolífera, apurou o  Valor PRO , serviço de informações em tempo real do  Valor

A Lava-Jato já trabalha com a perspectiva de que os desvios em contratos supostamente superfaturados em refinarias e na área de navios ultrapassem R$ 20 bilhões.

A diferença entre o que foi divulgado e as estimativas das investigações tem pelo menos três motivos.
O primeiro é que nem toda a "movimentação atípica" nas transações bancárias foi comunicada ao Coaf pelos gerentes dos bancos; o esquema contava com participação de funcionários cooptados por Youssef, que omitiam as informações em troca do pagamento de comissões, segundo apurou a Polícia Federal (PF).
"Com certeza o valor não comunicado [pelo Coaf] é muito grande também. Contratos para aquisição de navios-plataforma, por exemplo, dão outro horizonte financeiro ao esquema. Plataformas e navios envolvem cifras bilionárias", diz uma fonte a par do assunto.

Outra razão é que uma parte significativa dos pagamentos de propina era feita no exterior. Na diretoria de Abastecimento, comandada por Paulo Roberto Costa, a proporção era de 70% no Brasil e 30% em outros países, segundo relatou o ex-executivo da Petrobras.

O terceiro - e talvez mais importante - motivo para a disparidade de valores é o grande volume de dinheiro em espécie, impossível de ser rastreado, que circulava nas mãos dos envolvidos no esquema.
O doleiro Alberto Youssef, um dos delatores da suposta corrupção com dinheiro público, movimentava de R$ 20 milhões a R$ 50 milhões por mês em espécie em seu esquema com o PP na Petrobras, apurou a reportagem. O valor considera movimentações feitas em dólares, euros e reais. A amplitude se justifica pelo fato de que a propina nem sempre era fixa e variava de acordo com o tamanho dos contratos.

Vários funcionários de Youssef transportavam dinheiro no corpo, segundo a PF, entre os quais Adarico Negromonte Filho (irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte, do PP), Jayme Alves de Oliveira Filho, o "Careca" (agente da PF responsável por fiscalizar passageiros e bagagens no aeroporto do Galeão, no RJ), Rafael Ângulo (espanhol, com passaporte europeu) e João Procópio de Almeida Prado.

A investigação revelou que eles faziam viagens domésticas em voos comerciais com as notas presas ao corpo e conseguiam levar até R$ 500 mil ou alguns milhões em cédulas de € 500.
O transportador enrolava as notas em papel filme, utilizado normalmente para embalar alimentos, apurou a reportagem. Elas então eram afixadas às pernas e coxas do "courier", deixando os joelhos livres para movimentação. O dinheiro também era escondido em coletes ortopédicos, usados no tronco das "mulas" de dinheiro. De tal modo, era possível carregar até R$ 500 mil por pessoa.
A "vestimenta" da dinheirama no corpo mescla plástico, papel e tecido; ou seja, materiais que não acionam o detector de metais.

Os aeroportos brasileiros utilizam raio-x em esteiras para bagagem, não para pessoas.
O valor total transportado pelos portadores de Youssef não está, obviamente, incluído na contabilização realizada pelo Coaf.
Em trajetos curtos, o dinheiro viajava em caixas de arquivo de escritório (até R$ 200 mil) e sacos de lixo - que não despertavam suspeitas, segundo uma fonte.
Existem dezenas de portadores, "couriers" de Youssef e de políticos, além de executivos que iam com frequência ao escritório do doleiro no bairro do Itaim, zona sul da capital paulista, para fazer retiradas em espécie.

Quando os pagamentos a políticos e executivos de empreiteiras eram acima de R$ 6 milhões, apurou o  Valor , Youssef alugava jatos.
As operações no exterior, que também não foram captadas pelo Coaf, eram compensadas via "dólar-cabo" - troca de posições entre doleiros.

Youssef trabalhava bastante com "as contas da 25 de Março", de comerciantes do centro de São Paulo que forneciam sua contas correntes para o doleiro receber pagamentos. Em troca, recebiam percentuais sobre os depósitos bancários, apurou o  Valor PRO .

Para enviar o dinheiro ao exterior, Youssef contava com um sistema que incluía offshores, contratação de serviços de consultoria, empresas de fachada e fraudes em importação, que eram apenas simuladas, para justificar a remessa de valores ao exterior. O doleiro contava ainda com "brechas" identificadas no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), que reduziram a fiscalização sobre contratos de câmbio.

Youssef não operava contas em seu nome. No exterior a função era desempenhada por Leonardo Meirelles, um dos sócios do Labogen, laboratório que era uma das fachadas usadas pelo doleiro.
Entre os expedientes utilizados por Youssef para a lavagem de dinheiro e evasão de divisas, um é destacado pelos investigadores como sua principal inovação criminosa: o fato de usar empresas fictícias, que só existiam no papel, para simular importações e mandar dinheiro supostamente desviado da Petrobras ao exterior em operações aparentemente lícitas.

O mecanismo, que segundo a PF contou com dezenas de operadoras de câmbio e bancos brasileiros, garantiu a evasão de valores para o exterior - principalmente para bancos em Hong Kong, na China, que não é signatária de acordo de cooperação jurídica com o Brasil para fins de colaboração judicial em casos de evasão de divisas.

As investigações da Lava-Jato apontam que uma das empreiteiras investigadas na operação fazia pagamentos apenas no exterior, e outra, apenas em dinheiro em espécie no Brasil.

Na conta do esquema de corrupção também entram as retiradas ocorridas no Posto da Torre, em Brasília, que pertencia ao doleiro Carlos Habib Chater e gerenciava 375 contas bancárias, segundo laudo da PF. A perícia constatou que R$ 11 milhões passaram pelas contas entre 2007 e 2014.
Sócio de Chater, o também réu Ediel Viana da Silva disse em juízo que o ex-deputado do PP, Pedro Corrêa, buscou dinheiro enviado por Youssef nas ocasiões em que esteve no posto de gasolina.

0 Depoimentos:

Zombie CPMF pode Voltar.



No plano do ajuste, Governo considera a volta da CPMF

 

Como parte do ajuste fiscal, o Palácio do Planalto e a nova equipe econômica estudam tentar a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o mau e velho “imposto do cheque.”

“A CPMF é a única medida que pode resolver o problema numa só tacada, porque aquele 0,38% dá 80 bilhões de reais,” disse uma fonte com acesso às discussões.
Colocando em perspectiva: os economistas estimam que o déficit primário recorrente do setor público esteja hoje em 0,5% do PIB. Além disso, o governo já tem novas despesas contratadas para 2015 da ordem de mais 0,5% do PIB. Ou seja, para produzir o superávit de 1,2% do PIB que a nova equipe econômica se propôs para o ano que vem, a “virada fiscal” é de cerca de 2,2% do PIB, mais de 100 bilhões de reais.
A possibilidade de taxar os dividendos foi aventada, mas “o imposto sobre dividendos e/ou juros sobre capital próprio fragiliza ainda mais os setores que já estão mais ressabiados com o governo, os empresarios. Fazer isso fragilizaria ainda mais o ambiente de negócios, e o que o Governo precisa é atrair investimento, encorajar o setor privado a investir,” disse a fonte.
Neste contexto, a CPMF é vista como dos males o menor. “A CPMF divide a conta de maneira pulverizada — injustíssima, mas pulverizada.”
Já as chances de sucesso do Governo em trazer de volta a contribuição são outra história: a fragilidade da base aliada e a guerra que existe hoje no Congresso fazem desta uma missão quase impossível.
O Governo perdeu a arrecadação da CPMF em dezembro de 2007 — numa derrota histórica para o governo Lula — graças a uma bem-sucedida campanha arquitetada pela FIESP e executada pela oposição.
De lá pra cá, setores do Governo sempre sonharam com a volta do imposto, tido como “insonegável.”
De qualquer forma, a cama parece estar pronta para a tentativa de se trazer de volta os 0,38%. Durante a campanha eleitoral, a Presidente Dilma criticou Marina Silva por ter votado contra a CPMF. E, na segunda-feira, matéria de Cátia Seabra e Marina Dias na Folha de São Paulo mostrou que pelo menos três governadores petistas se articulam para pedir a volta da contribuição.  Um governador tucano, Beto Richa, do Paraná, também se manifestou a favor.
“A história mostra que no Brasil é mais fácil conseguir consenso para aumentar imposto do que para cortar gasto,” diz o economista Mansueto Almeida, lembrando que cada presidente depois da Constituição de 1988 terminou o mandato com uma despesa pública maior do que a deixada por seu antecessor – sem exceção.
Por Geraldo Samor



O conteúdo desta mensagem é confidencial e destinado exclusivamente ao seu destinatário. Toda e qualquer revisão, revelação, distribuição, retransmissão, disseminação, cópia e/ou qualquer outro uso desta informação por pessoas físicas e/ou pessoas jurídicas, à exceção do destinatário, sem a expressa permissão do remetente, é estritamente proibido e sujeito às penalidades legais cabíveis. Caso tenha recebido esta comunicação por engano, pede-se eliminá-la e/ou apagá-la em definitivo, bem como notificar de imediato o remetente.

The content of this message is confidential and addressed solely to its recipient. Any and all review, disclosure, distribution, retransmission, dissemination, copy or any other use of the information herein by any people and/or legal entities other than the addressee, without an express approval thereto, is thus strictly forbidden and subject to the applicable legal penalties. In case this message is received by mistake, the definitive erasure thereof is hereby requested, and so is the immediate notification to the sender of the wrongful receipt thereof.
This message has been scanned for malware by Websense. www.websense.com
__._,_.___

Enviado por: Walter Avanso <Wavanso@spinelli.com.br>
Responder através da webatravés de emailAdicionar um novo tópicoMensagens neste tópico (1)
BovespaBrasil - O PONTO DE ENCONTRO DE QUEM FAZ O MERCADO.


Para utilizar o grupo no Yahoo:
Enviar mensagem: BovespaBrasil@yahoogrupos.com.br
Assinar:  BovespaBrasil-subscribe@yahoogrupos.com.br
Cancelar assinatura:  BovespaBrasil-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
Proprietário da lista:  BovespaBrasil-owner@yahoogrupos.com.br 

.


__,_._,___

0 Depoimentos:

Fim da petrobras. Super corporate zombies





Dilma ainda não se deu conta da gravidade da ação contra a Petrobras nos EUA e manda seu ministro da Justiça conceder entrevistas patéticas

A presidente Dilma Rousseff, tudo indica, não está se dando conta de que, como diria o poeta, o dano pode ser maior do que o perigo. Está começando a sapatear à beira do abismo. Nesta terça, o procurador-geral da República prometeu agir com dureza contra os desmandos na Petrobras e cobrou a substituição de toda a diretoria. Estava num seminário, a que comparecera também José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, que assegurou que nada há contra a atual direção da empresa.

A presidente achou sua defesa tímida e o fez, pateticamente, convocar uma entrevista coletiva para reiterar que Graça Foster e equipe gozam da sua confiança. É evidente que isso não é tarefa para o titular da Justiça — afinal, existem, para tanto, um ministro das Minas e Energia e um chefe da Casa Civil. Ao mandar Cardozo pagar o mico, Dilma queria emprestar certa gravidade, digamos, “judicial” à prova de confiança. Há o risco de ninguém ter explicado a ela que ministro da Justiça não é… Poder Judiciário. Adiante!

O processo movido nos EUA por investidores que detêm ações da Petrobras tem potencial para levar a empresa à lona — a uma lona pior do que aquela em que está hoje. E notem: qualquer um que tenha os papéis, negociados entre 10 de maio de 2010 a 21 de novembro deste ano pode se juntar aos reclamantes até o dia 6 de fevereiro do ano que vem.

Sim, os fundos de pensão brasileiros que compraram papéis da Petrobras — Petros, Previ e Funcef — podem aderir. O governo fará de tudo para impedi-lo, mas eles têm autonomia para fazê-lo. É possível que eles tomem a decisão política de não agir contra a Petrobras. Mas aí as respectivas direções terão de prestar contar a seus sócios. E se os demais forem bem-sucedidos?

Dois escritórios movem as ações: o americano Wolf Popper, com sede em Nova York, e o brasileiro Almeida Law Advogados. Em entrevista a Geraldo Samor, da VEJA.com, o advogado André Almeida faz uma conta simples e, ao mesmo tempo, aterradora para a estatal brasileira. O valor de mercado da Petrobras caiu R$ 104 bilhões no período compreendido pela ação. Admitindo-se que 30% do capital da Petrobras esteja na forma de ADRs (as ações), o prejuízo a ser ressarcido poderia chegar a R$ 31 bilhões. Ocorre que, nos EUA, isso não é tudo: também há uma multa pelos chamados “danos punitivos”.

Sim, investimento em ações comporta riscos. A questão é o que fazer quando os exemplos de má governança se tornam tão escandalosamente evidentes e quando fica claro que uma quadrilha operava dentro da empresa. Faltaram advertências? Ao contrário. Não nos esqueçamos. Em 2009, foi instalada uma CPI para apurar lambanças na estatal. Entre os fatos apontados no requerimento, podia-se ler:


“a) indícios de fraudes nas licitações para reforma de plataformas de exploração de petróleo, apontadas pela operação ‘Águas Profundas’ da Polícia Federal; b) graves irregularidades nos contratos de construção de plataformas, apontadas pelo Tribunal de Contas da União; c) indícios de superfaturamento na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, apontados por relatório do Tribunal de Contas da União”


O governo e o comando da empresa, presidida, então, pelo petista José Sérgio Gabrielli, fizeram questão de enterrar a investigação, afirmando que se tratava apenas de “guerra política”. Foi também em 2009 que o TCU recomendou a suspensão de repasses para obras da Petrobras, medida aprovada pelo Congresso. Mas Lula vetou e mandou soltar a dinheirama. Antes ainda, em 2007, o então advogado da estatal junto ao tribunal, Claudismar Zupiroli, enviou um e-mail à então secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, advertindo para o fato de que a empresa abusava do expediente de dispensar a Lei de Licitações.

Vale dizer: advertências e razões para investigar não faltaram. Com alguma competência e bom propósito, a roubalheira teria sido estancada. A chance de a Petrobras se meter numa encalacrada bilionária é gigantesca.

Mas Dilma prefere fazer de conta que nada está acontecendo e manda seu ministro da Justiça conceder entrevistas patéticas. “Ah, mas a atual diretoria da Petrobras não tem nada com isso!” Não importa! Ninguém está pedindo que seus integrantes sejam presos. Apenas se cobra que o comando da empresa seja entregue a técnicos, sem quaisquer vinculações políticas. Ou a sangria vai continuar.

Como se tem lembrado com propriedade, a Enron e a WordCom quebraram justamente na esteira de uma ação dessa natureza. Cuidado, Dilma!
Por Reinaldo Azevedo


0 Depoimentos:

De onde vem o nome Black Friday? Veja 10 curiosidades sobre a data



De onde vem o nome Black Friday? Veja 10 curiosidades sobre a data

Kim Gittleson
Da BBC News em Vancouver, Canadá

25/11/201409h28
Um dos dias mais aguardados no ano por lojistas e consumidores, a Black Friday teve origem nos Estados Unidos, mas hoje já é adotada em vários países do mundo, como o Brasil.

Nos Estados Unidos, o evento acontece tradicionalmente depois do feriado de Ação de Graças, com filas a perder de vista. Todos os consumidores têm um único objetivo: garimpar produtos com descontos que podem chegar a até 90% do preço original.

Mas quando surgiu a Black Friday? Por que o evento ganhou esse nome? Confira dez curiosidades envolvendo um dos dias mais famosos do varejo.

1. O termo Black Friday se referia às crises das bolsas de valores no século 19

Embora esteja hoje associado ao maior dia de compras dos Estados Unidos, o termo Black Friday (literalmente 'Sexta-Feira Negra' em inglês) se referia originalmente a eventos muito diferentes.

"O adjetivo negro foi usado durante muito séculos para retratar diversos tipos de calamidades", afirma o linguista Benjamin Zimmer, editor-executivo do siteVocabulary.com.

Nos Estados Unidos, a primeira vez que o termo foi usado foi no dia 24 de setembro de 1869, quando dois espectadores, Jay Gould e James Fisk, tentaram tomar o mercado do ouro na Bolsa de Valores de Nova York.

Quando o governo foi obrigado a intervir para corrigir a distorção ao elevar a oferta da matéria-prima ao mercado, os preços caíram e muitos investidores perderam grandes fortunas.

2. Os desfiles de Papai Noel foram um antecessor da Black Friday

Para muitos americanos, o desfile do Dia de Ação de Graças, promovido pela loja de departamentos Macy's, se tornou parte do ritual do feriado.

Mas o evento, na verdade, foi inspirado nos vizinhos do norte. A loja de departamentos canadense Eaton's realizou o primeiro desfile do Papai Noel em 2 de dezembro de 1905. Quando o Papai Noel aparecia ao final do desfile, era um sinal de que a temporada de festas havia começado – e, por sua vez, a corrida às compras. É claro que os consumidores eram incentivados a fazer compras na Eaton's.

Lojas de departamento, como a Macy's, inspiraram-se no desfile, e passaram a patrocinar eventos semelhantes ao redor do país. Em 1924, por exemplo, Nova York viu pela primeira vez um desfile da Macy's com animais do zoológico do Central Park e totalmente organizado por funcionários da própria loja.

3. A data do Dia de Ação de Graças foi, indiretamente, determinada pelos clientes

De meados do século 19 ao início do século 20, em um costume iniciado pelo então presidente americano Abraham Lincoln, o presidente declararia o "Dia de Ação de Graças" na última quinta-feira de novembro. O dia poderia, assim, cair na quarta ou quinta quinta-feira do mês.

Mas em 1939, algo atípico aconteceu – a última quinta-feira foi coincidentemente o último dia de novembro. Lojistas preocupados com o curto período de compras para as festividades do final de ano enviaram uma petição a Franklin Roosevelt (1882-1945) para declarar o início das festas uma semana mais cedo – o que foi autorizado pelo então presidente americano.

Pelos próximos três anos, o Dia de Ação de Graças foi apelidado de "Franksgiving" (uma mistura de Franklin com Thanksgiving, como a data festiva é chamada em inglês) e celebrado em dias diferentes - e em diferentes partes do país.

Finalmente, no final de 1941, uma resolução conjunta do Congresso solucionou o problema. Dali em diante, o Dia de Ação de Graças seria comemorado na quarta quinta-feira de novembro, garantindo uma semana extra de compras até o Natal.

4. A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças

Segundo Bonnie Taylor-Blake, pesquisador da Universidade da Carolina do Norte, a Factory Management and Maintenance --uma newsletter do mercado de trabalho-- reivindica a autoria do uso do termo associado ao período das festas.

Em 1951, uma circular chamou atenção para a incidência de profissionais doentes naquele dia.

"A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças é uma doença cujos efeitos adversos só são superados pelos da peste bubônica. Pelo menos é assim que se sentem aqueles que têm de trabalhar quando chega a Black Friday. A loja ou estabelecimento pode ficar meio vazio e todo ausente estava doente – e pode provar", dizia a circular.

5. Big Friday?

O termo ganhou popularidade pela primeira vez na Filadélfia. Policiais frustrados pelo trânsito causado pelos consumidores naquele dia começaram a se referir dessa forma à Black Friday.

Os lojistas evidentemente não gostaram de ser associados ao tráfego e à poluição. Eles, então, decidiram repaginar o termo "Big Friday", segundo um jornal local de 1961.

É claro que a invenção não "pegou".

6. Com o tempo, Black Friday passou a significar 'voltar ao azul' (do inglês going back to black)

Os lojistas conseguiram, no entanto, dar uma interpretação positiva ao termo ao dizer que ele se referia ao momento em que os estabelecimentos retornavam ao azul, ou seja, voltavam a ter lucro. No entanto, não há provas de que isso teria realmente acontecido.

É verdade, por outro lado, que o período de festas corresponde à maior parte dos gastos de consumo do ano.

No ano passado, estima-se que os consumidores tenham gastado mais de US$ 59 bilhões na Black Friday, segundo a federação nacional do varejo dos EUA (National Retail Federation, ou NRF, na sigla em inglês). Mas quanto dessas receitas realmente se torna lucro não está claro, dado que os lojistas costumam trabalham com margens mais apertadas, oferecendo grandes descontos.

7. Black Friday não se tornou referência nacional até a década de 90

O termo Black Friday permaneceu restrito à Filadélfia por um tempo surpreendentemente longo. "Você podia vê-lo sendo usado de maneira moderada em Trenton, Nova Jersey, mas não ultrapassou as fronteiras da Filadélfia até os anos 80", disse Zimmer.

"O termo só se espalhou a partir de meados dos anos 90".

8. Black Friday se tornou o maior dia de compras do ano em 2001

Embora a Black Friday seja considerada o maior dia de compras do ano, a data não ganhou essa designação consistentemente até os anos 2000.

Isso porque, por muitos anos, a regra não era que os americanos adoravam uma liquidação, mas adoravam procrastinar. Ou seja, até tal ponto, era no sábado – e não na sexta-feira – que as carteiras ficavam mais vazias.

9. Black Friday ganhou o mundo

Por muito tempo, os lojistas canadenses morriam de inveja de seus colegas americanos, especialmente quando seus clientes fiéis colocavam o pé na estrada rumo ao sul em busca de boas compras. Mas agora eles passaram a oferecer as suas próprias liquidações – apesar de o Dia de Ação de Graças no Canadá acontecer um mês antes.

No México, a Black Friday ganhou novo nome – 'El Buen Fin', ou "Bom fim de semana". A comemoração é associada ao aniversário da revolução de 1910 no México, que às vezes cai na mesma data que o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Como o próprio nome sugere, o evento dura o fim de semana inteiro.

No Brasil, onde o feriado de Ação de Graças não existe, a data passou a ser incluída no calendário comercial do país quando lojistas perceberam o potencial de vendas do dia.

10. Black Friday está em vias de extinção?

O Wal-Mart, o maior varejista do mundo, quebrou a tradição do Black Friday em 2011, quando abriu sua loja a clientes na noite do feriado de Ação de Graças. Desde então, lojistas por todos os Estados Unidos estão de olhos nos cerca de 33 milhões de americanos ávidos por fazer compras após se deliciar com generosas fatias de peru.

Mas não se preocupe – os lojistas também já inventaram um nome para batizar o dia adicional de compras: "Quinta-feira cinza".


0 Depoimentos:

Mais um ataque da Resistência. Palestra com o André autor do Corporate Zombies !!! Data: 11/12 Horário: 9 às 18h Local: VCA LAW




INGLÊS JURÍDICO
*Aproveite! Desconto EXCLUSIVO de 20% valido para inscrições antecipadas!

Objetivo: Workshop desenvolvido para profissionais que trabalham em empresas e escritórios e necessitam da comunicação em Inglês para relacionarem-se com clientes, intermediários e investidores estrangeiros, os quais se comunicam exclusivamente ou majoritariamente em Inglês. Além disso, o workshop proporciona desenvolvimento pessoal e profissional aos participantes por meio desse aprendizado.

Conteúdo Programático:
•         Introduction: Lecturer presentation (expertise, experience, books, media, etc.)
•         Workshop Structure:  Agenda (from opening, breaks, lunch, to closing)
•         Invited Talks:
o    guests - if attending – introduce themselves
o    participants: in turns, participants introduce thamselves, the fields they work in and the importance of English for their careers
•         Presentation:
o    Legal Vocabulary:

  • Verbs, adjectives, nouns
  • Places, people, events and procedures
  • Legal Idioms and Expressions

o    Contract Basics

  • Legal Writing Tips
  • Locative Adverbs
  • Contract Terms
  • Contract Sample - analysis

o    Business Correspondence (formal business letter / e-mail)

  • Guidelines
  • Structure
  • Sample Letter
  • Case Study: Company M&A
  • Listening & Speaking in (formal & informal contexts)
  • Video: The Rainmaker (tort movie)– Closing Arguments


Palestrante: - André Ferreira
•         Experiência de mais de 15 anos no ramo do ensino de idiomas
•         Formado e pós-graduado pela Universidade Mackenzie
•         Especialista em Inglês Jurídico/ Instrumental pela ESA/OAB
•         Cursos no Brasil e no exterior na área de Inglês para Negócios
•         Colaborador permanente da Professora Esther Galvão, titular dos cursos de Inglês Jurídico/Instrumental da ESA/OAB-SP.
•         Autor do Livro: Corporate Zombies – Manual de Sobrevivência Corporativa (São Paulo, 2014).
Público-alvo:
Advogados, Administradores e todo o profissional de Gestão.

Data: 11/12
Horário: 9 às 18h
Local: VCA LAW - Academia Jurídica (Avenida Pacaembu, 1641 - Pacaembu, São Paulo/SP)

Realização
VCA LAW - Academia Jurídica

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Telefone: (11) 3133-8030
e-mail: contato@vcalaw.com.br

0 Depoimentos:

Abílio Diniz "compra" Posto Norte e causa polêmica - Mestre Corporate Zombie




Abílio Diniz "compra" Posto Norte e causa polêmica
Fundador do Pão de Açúcar desmente boato e lamenta em seu Facebook notícias falsas veiculadas
Abílio Diniz "compra" Posto Norte e causa polêmica

Por: Diário SP Online
Boatos que circulam na internet envolvendo o fundador do Grupo Pão de Açúcar, Abílio Diniz, foram desmentidos por ele próprio, nesta quinta-feira, 13, em seu perfil das redes sociais. As informações, compartilhadas inclusive por alguns sites de notícias e blogs, eram de que o empresário comprou o “Posto Norte”, localizado na Avenida Europa, Zona Sul de São Paulo, por se sentir incomodado com o barulho que os frequentadores causavam durante a semana.

"Lamento muito que sites tenham publicado notícia falsa, sem checar, de que eu teria comprado um posto de gasolina perto de casa por causa do barulho de seus frequentadores", disse ele, em sua página do Facebook. "Agradeço as muitas mensagens de carinho e apoio que recebi dos que comungam da causa do silêncio noturno, mas a nota é falsa", completou.


A informação reproduzida por estes sites afirma que o posto, que era ponto de encontro de fãs de carros esportivos, "agora é fechado às 20h e permite ao empresário noites de sono mais tranquilas".

Vídeos e imagens de donos de supercarros das marcas BMW, Audi, Bentley e Ferrari acompanham as publicações, para mostrar as pessoas que se reúnem no estabelecimento que fica próximo de revendedoras de carros importados e exóticos. Entretanto, mesmo fechando mais cedo, amantes dos veículos continuariam "frequentando o espaço, independente da hora".

Até mesmo uma mulher que diz ser a dona do posto de gasolina comentou a publicação de Abílio Diniz, criticando o fato:

0 Depoimentos:

Empresário que já dormiu na rua hoje fatura R$ 4 bi






Eloi D’Avila, fundador da Flytour, conta sua história emocionante de empreendedorismo e superação

8

               

Eloi D’Avila, da Flytour

Hoje eu tenho uma empresa, mas eu digo que as empresas não existem. Quem existem são as pessoas e são elas que fazem as empresas. Nada se faz sozinho, nenhuma grande estrela brilha sozinha”. Assim, Eloi D’Avila, fundador da Flytour, começa a contar sua história emocionante de empreendedorismo e superação, na 7ª edição do Day1.

Com 8 anos e meio ele fugiu de casa, em Porto Alegre, para se aventurar em São Paulo. Ele trabalhou com tudo para sobreviver: lavava carro, vendia jornais, engraxava sapato. Nessa época, ele dormia em um albergue debaixo do viaduto e carrega até hoje marcas de cigarro que usavam para acordá-lo.

Em meio a tantas dificuldades, encontrou um caminho. Um dia na praça da Sé ele conheceu o Seu Manuel, pra quem contou que havia fugido de casa, mas que não queria voltar. O aposentado o ajudou oferecendo trabalho em sua própria casa, onde Eloi ficou até os 11 anos de idade.

Quando completou 12 anos, foi para o Rio de Janeiro tentar a sorte. Arranjou emprego lavando e guardando carros e foi quando ele conheceu um guia turístico que veio a ser seu padrinho de casamento. “Ele me deu um pouco de oportunidade: me apresentou para a vovó Stella”. Essa foi a grande chance que Eloi teve de sair das ruas. Vovó Stella o ajudou com lugar pra dormir, dentista e até estudo. Ele dormiu durante muito tempo em um sofá de 2 lugares. Ela dizia: “você vai arrumar esses dentes e vai parar de falar ‘carça’, carsão’ e ‘sordado’”.

Com toda a ajuda, ele teve a oportunidade de aprender a ser office boy e ficou lá até os 17 anos de idade.

As dificuldades indicaram caminhos e Eloi encontrou no turismo uma oportunidade. Ele via que as agências de turismo não sabiam vender. “Em um empreendedor é fundamental isso: acreditar no que gosta e ir atrás. Não desistir nunca”. Para ele, o empreendedor precisa ser também um vendedor. “Eu acredito que o empreendedor precisa vender aquilo que ele construiu, aquilo que ele sonhou, o que ele empreendeu”.

“Eu tive uma trajetória extremamente difícil, mas eu posso dizer que foi uma grande oportunidade para mim. Eu consegui fazer muita coisa, e das coisas que eu fiz, eu aprendi. Aprendi que para conseguir alguma coisa você tem que guardar sua humildade. A arrogância é a maior ignorância de alguém. E eu sempre guardo isso comigo”. Hoje em dia, em todas as Flytours tem um sofá na entrada. Todas as manhãs, quando Eloi chega no trabalho: “eu olho pra ele e já fico humilde. Na hora, lembro de onde saí”.

0 Depoimentos:

Pobreza e inflação Enviado por Míriam Leitão e Alvaro Gribel





O Banco Central admitiu que a inflação está subindo, há mais pressões vindas de diversas áreas: câmbio, preços administrados, alimentação. O Ipea, enfim, fez a conta e registrou um aumento do percentual de miseráveis. Há quem acredite, ainda hoje, pasmem, que combater a inflação é preocupação de neoliberal e reduzir a pobreza é objetivo dos bons, os progressistas.

Não existe combate à pobreza e à miséria sem redução da inflação. Eu gostaria, queridos leitores, de não ter que dizer obviedades como a dessa frase acima, mas o debate eleitoral fez sair do armário os que simplificam o mundo entre “nós e eles”, como se estivessem em confronto os defensores dos pobres e os amigos dos banqueiros.

O Brasil fez uma caminhada tão longa por uma moeda estável e, como jornalista, vi com orgulho o avanço do entendimento do aspecto mais perverso da inflação: ela tira capacidade de compra de quem tem menos renda. Há quem, dentro do governo, professe convicções ultrapassadas de que política monetária e política social pertencem a mundos diferentes. Há quem proclame no governo, diante de todos os dados contrários, que a miséria está caindo e que o ganho é “extraordinário”, mesmo estando num ambiente de recessão e inflação crescente. Em ambiente assim, não há progresso que se mantenha.

Ganho social de forma permanente depende de inflação baixa. Só assim a renda é preservada, as políticas públicas de combate à pobreza são sustentáveis, e o país pode crescer de forma constante. A ata do Copom de ontem alerta mais uma vez que quando a inflação está persistentemente alta perde-se o horizonte para investimentos e consumo.

Resta ao Banco Central explicar por que ficou parado, vendo a inflação subir, enquanto estávamos em período eleitoral, e mudou a avaliação agora. Talvez um dia ele explique. No texto de ontem, ele se esforçou para mostrar que, desde a ultima reunião, houve um aumento do risco, subiu a inflação média, a taxa acumulada em 12 meses, a taxa de câmbio e o processo de realinhamento dos preços administrados. Tudo ficou um pouco pior, é verdade. Mesmo que hoje se divulgue um IPCA um pouco melhor sobre o mês anterior, o fato é que o ambiente está propício a reajustes porque durante todo o primeiro mandato de Dilma ficou a dúvida sobre que grau de autonomia tinha o Banco Central para fazer seu trabalho e buscar suas metas.

Essa mesma dúvida perseguirá o próximo ministro da Fazenda, venha o nome de onde vier. O que é preciso é o governo entender a ligação direta entre o combate à inflação e a política social como duas partes do mesmo progresso.

A pobreza e a extrema pobreza caíram ao longo do tempo pela vitória sobre a hiperinflação. O percentual de pobres e miseráveis começou a cair no Plano Real e essa queda avançou com politicas sociais que a estabilização tornou possíveis. A taxa de juros é remédio amargo, com efeitos colaterais pesados, mas tem que ser usada principalmente se o controle dos gastos não é feito. Se o BC tiver a ajuda da política fiscal, usará menos esse remédio. Se o Banco Central tiver autonomia, terá mais credibilidade e a dose poderá ser menor.

A ideia de que BC autônomo e política monetária vigilante aumentam o lucro dos banqueiros é uma enorme bobagem. Os bancos ganham em qualquer situação, basta ver os seus gordos lucros. A política econômica tem que buscar um ambiente em que os investidores possam empreender com segurança e a inflação não destrua a renda dos mais pobres.

O aumento do número de miseráveis admitido pelo Ipea, depois das eleições, precisa ser entendido. Quem tem renda mensal de mais de R$ 70 não é mais considerado miserável por essa arbitrária linha. Claro que há muito tempo tinha que ter sido revisto esse ponto que divide o grupo dos pobres do grupo dos extremamente pobres. Uma família de quatro pessoas com renda total de R$ 300 continua na miséria, diga o que disserem as linhas governamentais feitas sob encomenda para engordar as estatísticas dos “retirados da miséria” que compõem as propagandas do governo.

Se o governo quiser mesmo desarmar os palanques deve começar a reconhecer que desinformou quando fez uma divisão de mundo que revoga o progresso recente do Brasil. A melhor política de proteção dos pobres é a que mantém a inflação baixa.

0 Depoimentos:

Atenção, senhores: podem roubar à vontade! O eleitor não está nem aí.





Ricardo Noblat

Dilma guardou silêncio por mais de mês sobre o escândalo de corrupção que reduziu à metade o valor da Petrobras.

O escândalo tem a ver com o desvio de recursos para enriquecer políticos que apoiam o governo e financiar campanhas. A de Dilma, inclusive.

Por que na semana passada, finalmente, Dilma avisou a jornalistas que a entrevistavam: “Houve desvio, sim!”?

Primeiro: o desgaste de continuar fingindo que desconhecia o escândalo estava pegando mal junto a formadores de opinião.

Segundo: Dilma se sentiu confortável para reconhecer o escândalo ao saber que políticos do PSDB também meteram a mão na grana da Petrobras.

Ora, se todos roubam por que não podemos roubar? Se todos são uns pilantras por que não podemos ser?

E daí?

Daí, nada.

Salvo uma parcela do eleitorado que baba de raiva quando ouve falar em roubalheira, o resto está pouco se lixando. Parte do pressuposto de que todo político é ladrão. E de que só nos resta aturá-los.

O mensalão 1, o pagamento de propina a deputados federais para que votassem como queria o governo, fez tremer o governo no segundo semestre de 2005. Lula chegou a pensar em desistir da reeleição.

O primeiro semestre do ano seguinte começou com a recuperação da popularidade de Lula. O segundo terminou com a reeleição de Lula com larga vantagem de votos sobre Geraldo Alckmin (PSDB).

João Vaccari, tesoureiro do PT e representante da campanha de Dilma junto à Justiça Eleitoral, está metido até o último fio de sua quase careca na corrupção que ameaça engolir a Petrobras.

Vaccari foi nomeado por Dilma para o Conselho Administrativo da Itaipu Binacional. Ganha R$ 20 mil para participar de duas reuniões mensais.

- A senhora confia em Vaccari? Confia? – perguntou Aécio a Dilma no debate da TV Record.

Dilma fez que não ouviu.

Desde que façam alguma coisa pelos mais pobres, os políticos poderão continuar roubando à vontade.

0 Depoimentos:

Crise financeira dobrou o número de bilionários no mundo




Número de bilionários no mundo dobrou desde o início da crise financeira

Pedro Peduzzi, da AGÊNCIA BRASIL

Brasília - Relatório divulgado hoje (29) pela Oxfam - organização não governamental que desenvolve campanhas e programas de combate à pobreza em todo o mundo - informa que, desde o início da crise financeira internacional, em outubro de 2008, dobrou o número de bilionários no mundo. Ao mesmo tempo, aumentou também a desigualdade entre os mais ricos e os mais pobres.

De acordo com o diretor da Oxfam no Brasil, Simon Ticehurst, entre as causas da desigualdade, que aumenta cada vez mais o fosso entre ricos e pobres, está o “fundamentalismo do mercado”, que promove um crescimento econômico que beneficia apenas uma elite pequena, deixando em situação ainda mais difícil os pobres.

"Para começar, 70% da população mundial vivem em países onde a desigualdade e a concentração de riqueza aumentaram nos últimos anos. O número de bilionários do mundo simplesmente dobrou desde que a crise financeira teve início. Crises como essa afetam, em geral, o lado mais frágil da corda”, disse ele à Agência Brasil. E o aumento da desigualdade, acrescenta ele, pode levar a um retrocesso de décadas na luta contra a pobreza.

Diretora executiva da Oxfam Internacional, Winnie Byanyima disse que o mundo possui recursos suficientes para melhorar a vida de todos. “É hora de equilibrar o jogo antes que a situação piore”, avalia Winnie.

A fim de pressionar as lideranças mundiais a “transformar a retórica em prática e garantir condições mais justas às pessoas mais pobres”, o relatório – intitulado Equilibre o Jogo: É Hora de Acabar com a Desigualdade Extrema – mostra que, enquanto centenas de milhões de pessoas vivem em abjeta pobreza sem acesso a serviços essenciais de saúde ou à educação básica, as pessoas ricas têm dinheiro que jamais poderão gastar durante toda a vida.

“Se as três pessoas mais ricas do mundo gastassem US$ 1 milhão por dia, precisariam de 200 anos para exaurir suas fortunas”, informa o relatório. Segundo o documento, as 85 pessoas mais ricas viram sua fortuna coletiva crescer US$ 668 milhões ao dia entre 2013 e 2014. Isso corresponde a quase meio milhão de dólares por minuto.

Atualmente, na África Subsaariana, há 16 bilionários convivendo com 358 milhões de pessoas na extrema pobreza. E, na África do Sul, a desigualdade está maior agora do que na época do fim do apartheid.

Uma das sugestões da Oxfam para diminuir a distância entre os mais ricos e os mais pobres é o investimento em serviços públicos gratuitos, principalmente nas áreas de saúde e educação. A cada ano, diz o estudo, cem milhões de pessoas são levadas à pobreza porque são obrigadas a pagar por serviços de saúde.

Na avaliação de Simon Ticehurst, a desigualdade é ruim para todo o mundo e causa impactos nas condições de emprego e na segurança, além de resultar também em instabilidade política.

A América Latina, exemplifica o pesquisador, é a região mais desigual e insegura do planeta. E é a que registra mais violência.

Mas a desigualdade não está presente apenas nos países mais pobres", ressalta ele. “No Reino Unido, dependendo de onde você nasce e de onde você mora, a diferença na expectativa de vida pode chegar a nove anos de diferença. Isso também está relacionado às diferenças sociais, porque quanto maior for a sua qualidade de vida, maior será a sua longevidade”, disse.

Outro país citado pelo diretor da Oxfam são os Estados Unidos. “Lá, se você nasce dentro de família pobre, tem 50% a mais de chances de ser pobre na fase adulta. É um país que tem baixíssima mobilidade social. Isso desmente o que prega o American Dream [Sonho Americano]. Como bem disse Richard Wilkinson no resumo executivo da nossa publicação, se os americanos querem viver o sonho americano, devem se mudar para a Dinamarca”.

Apesar dos históricos problemas de desigualdade social no Brasil, o país é citado como exceção, ao ser comparado à tendência que se verifica no mundo, de aumento da desigualdade social.

“Podemos dizer que o Brasil está construindo um tipo de Brazilian Dream (sonho brasileiro). Há muito a avançar, mas os primeiros passos já foram dados. Enquanto outros países, inclusive europeus, estão andando para trás, o Brasil está melhor equilibrado, apesar da situação ainda desfavorável para boa parcela da população. Mas o Brasil precisa ter cuidado para não cair no discurso do fundamentalismo de mercado. Isso colocaria em risco todos os avanços conquistados”, alerta o diretor da entidade britânica.

Na avaliação de Simon Ticehurst, situações de desigualdade identificadas em boa parte do mundo, apesar de serem historicamente problemáticas, podem ser corrigidas. Basta que se insista nas políticas que são acertadas.

“Não é inevitável. Podem ser corrigidas com uma série de medidas relacionadas à importância de os governos responderem às necessidades de todo o povo, e não de uma elite econômica.

O problema é quando, a exemplo do que acontece na política brasileira, há uma exagerada influência das elites no parlamento”, disse ele.

Para a Oxfam, uma medida que pode ajudar a amenizar o problema é o combate efetivo à sonegação fiscal, principalmente das grandes corporações multinacionais e das pessoas mais ricas do mundo.

“Uma alíquota de imposto de apenas 1,5% sobre a fortuna dos bilionários do mundo poderia arrecadar o suficiente para colocar todas as crianças na escola e fornecer assistência à saúde nos países mais pobres”, sugere o relatório.

“Não é que sejamos antimercado, mas é justamente o extremo do fundamentalismo de mercado o que tem criado essa explosão de desigualdade. Por esse motivo nossa campanha tem o nome Equilibre o Jogo. O desafio é encontrar um equilíbrio, onde todos possam ganhar. Não apensas os superricos”, disse Ticehurst.


0 Depoimentos:

O documento detalha como os militares devem agir no caso de os mortos voltarem à vida.




O documento detalha como os militares devem agir no caso de os mortos voltarem à vida. O documento é legítimo, mas trata-se de um exercício de treinamento, não de um plano para lidar com uma ameaça iminente

Admita – você deve ter se perguntado, como todo bom fã de The Walking Dead, como se prepararia no caso de um apocalipse zumbi. Trata-se da questão mais premente dos nossos tempos. Em 2011, os militares americanos decidiram fazer o mesmo e traçaram um plano detalhado para proteger a “santidade da vida humana” no caso de um desastre desse gênero.

O documento CONPLAN 8888 permaneceu esquecido por anos nos computadores do Departamento de Defesa até ser desenterrado por um repórter da revista Foreign Policy. Detalha as ações necessárias para lidar com mais de um cenário, no caso de ataques feitos por mais de um tipo de morto-vivo. Você pode lê-lo no final desta reportagem. O pior cenário previsto vislumbra uma situação de rápida transmissão, em que muitos zumbis comerão muitos humanos muito rapidamente. Em resumo, há táticas para lidar com: zumbis patogênicos, criados a partir da infecção provocada por uma bactéria; zumbis criados por radiação e até zumbis conjurados por forças mágicas. O texto ainda informa que é dever dos militares, em situação assim, proteger toda e qualquer vida humana, mesmo aquelas populações de rivais tradicionais.

O Pentágono confirmou a legitimidade do documento. A coisa toda parece uma grande loucura, mas tem sua razão de ser. Evidentemente, os militares americanos não acreditam que zumbis sejam uma ameaça. Para representar problema eles, primeiro, precisariam existir. O CONPLAN 8888 foi, na verdade, escrito com fins educativos. A ideia era fazer com que os ingressantes no Comando Estratégico dos EUA em Omaha, Nebraska, em 2009 e 2010, tivessem uma forma criativa de praticar planejamento militar. A capitã Pamela Kunze forneceu as explicações: “Este documento é identificado como uma ferramenta de treinamento interno no qual nossos alunos aprendem os conceitos básicos do planejamento militar e se desenvolvem através de um cenário de treinamento fictício”, escreveu ela em um e-mail para o repórter da Foreign Policy. “Este documento não é um plano do Comando Estratégico dos Estados Unidos”. Pena.

O documento informa que os militares em treinamento preferiram usar uma situação fictícia para evitar maus entendidos. Seria difícil explicar um exercício que envolvesse uma hipotética guerra com a Rússia, por exemplo. Um exercício com zumbis, por outro lado, jamais será levado a sério. Vale a leitura mesmo assim. Afinal, é sempre melhor se preparar para o pior.
Fonte: Revista Época

0 Depoimentos:

Jovens pagam até R$ 170 por aluguel de iPhone para ostentar na balada. Loser Zombie !!!





Já foi o tempo em que apenas sair arrumado para a balada era garantia de que o look estaria completo. Em Natal, há pessoas que alugam um iPhone para ostentar na balada e sair bem na foto.

O estudante Tiago Torres, 21, alugou um iPhone 5S por R$ 170,00 para ir à Festa do Boi, que ocorre em Parnamirim (região metropolitana de Natal) neste fim de semana, e está ansioso para ver se o smartphone dará resultado na paquera com as garotas.

"A moda é ter um iPhone, mas tenho outras prioridades. Quando vi o anúncio de aluguel, logo procurei me informar para garantir o meu. Do mesmo jeito que me preparei comprando uma roupa nova para a festa, aluguei o iPhone para ficar completo e ostentar mesmo", disse Torres.

Para ele alugar o iPhone foi preciso pagar metade do valor da locação no ato e assinar um contrato que garante a entrega do aparelho intacto. A "ostentação" de Torres só foi possível depois que o editor de vídeo Marco Aurélio Constantino, 28, teve a ideia de alugar smartphones da Apple há cerca de dois meses.

Ele postou anúncios em redes sociais e logo começou a procura para locação dos aparelhos. "Eu vendia iPhone, mas estava com dificuldade de negociar dois em específico. Comecei com eles e, atualmente, tenho quatro para alugar. A procura foi tanta que acabei alugando até o meu. Nesse fim de semana, terei de usar um aparelho básico", disse Constantino.

O "novo empresário" conta que consegue lucrar cerca de R$ 2.000 por mês e que a procura aumenta entre quinta e domingo.

"Muita gente aluga para tirar aquela foto no espelho da academia. Garotos sempre retornam contando que conquistaram determinada menina depois que ela o viu tirando fotos com o aparelho", relatou.

O "estoque" de Constantino é composto por quatro iPhone 5 um iPhone 5s –esse último, segundo ele, é o mais procurado pelas mulheres por ser dourado. A locação do aparelho por um dia de um iPhone 5 custa R$ 120. Já o iPhone 5s custa R$ 170.

"Meus clientes têm smartphones, mas de marcas que não são da moda e com menos funções. Hoje recebi um cliente que fugiu a essa regra e queria ir para uma seresta com um iPhone. Ele sequer sabia tirar fotos, mas eu ensinei e espero que ele se dê bem na festa", contou Constantino.

Para que não ocorra problema de devolução, os iPhones estão registrados com o e-mail de Constatino no serviço iCloud. Dessa forma, caso seja necessário, o dono do dispositivo consegue rastrear o smartphone.

Ele conta que entrega o telefone zerado, com todos os programas resetados, como o WhatsApp, para que os clientes possam desfrutar do aparelho além das fotos. "Quando me devolvem eu desinstalo e o próximo cliente já faz o cadastro dele e usa como se o smartphone fosse dele", explica.

0 Depoimentos:

Drogas e prostituição aumentam PIB da Itália e tiram o país da recessão - Vale tudo para os Corporate Zombies


Novo sistema metodológico, que inclui receita de atividades como tráfico de drogas e prostituição, elevou o PIB de uma queda de 0,1% para uma alta de 0,2%
Por Reuter



ROMA - A Itália revisou para cima seu Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2014 nesta quarta-feira para mostrar estagnação, indicando que a terceira maior economia da zona do euro não está tecnicamente em recessão.



A agência de estatísticas ISTAT havia divulgado anteriormente queda de 0,1% do PIB no primeiro trimestre contra o período anterior, e recuo de 0,2% no segundo trimestre, resultado este que não foi revisado.



Dois trimestres consecutivos de contração são considerados como recessão técnica.
A revisão deveu-se a mudanças metodológicas adotadas na União Europeia que devem elevar o PIB deste ano, dando ao governo do primeiro-ministro Matteo Renzi mais espaço para manter o déficit abaixo do limite da UE de 3%.



O novo sistema, conhecido como SEC 2010, muda a maneira como os gastos com pesquisa e armamentos são classificados nos cálculos do PIB, e também inclui receita de atividades ilegais relacionadas a tráfico de drogas e prostituição.
 

0 Depoimentos:

Suspeita de ebola fecha pronto-socorro em Foz do Iguaçu (PR)




Homem com suspeita de Ebola chega ao Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro Foz do Iguaçu

Mauro dos Santos/Reuters

São Paulo - Uma Unidade de Pronto Atendimento de Foz de Iguaçu, no Paraná, foi fechada na manhã de hoje após um paciente, oriundo de Serra Leoa, relatar sintomas de febre,  segundo informações da Secretária da Saúde da cidade. O Ministério da Saúde ainda investiga se o caso é, realmente, uma suspeita de ebola.

Segundo informações da assessoria de imprensa da secretaria, o paciente teria chegado há 23 dias de Serra Leoa, um dos países afetados pela epidemia de ebola que já matou mais de 4 mil pessoas ao redor do mundo.

Funcionários e outras pessoas que estavam no local estão mantidos em isolamento. A unidade fica no bairro Jardim das Palmeiras.

Segundo caso

Este é o segundo caso de suspeita de ebola no país. Na última quinta-feira, o guineano Souleymane Bah, de 47 anos, chegou a um pronto-socorro de Cascavel, cidade há cerca de 140 km de Foz do Iguaçu, relatando febre.O caso também foi tratado como suspeita de ebola.

No dia seguinte, ele foi encaminhado ao Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI), na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os dois testes para a doença deram negativo e ele recebeu alta na manhã de ontem.

0 Depoimentos:

EXAME DESCARTA EBOLA E CRESCEM SUSPEITAS DE ‘ARMAÇÃO




OPOSIÇÃO SUSPEITA QUE ‘EBOLA’ FOI CRIADO PARA TIRAR PETROLÃO DAS MANCHETES
Publicado: 11 de outubro de 2014 às 10:16 - Atualizado às 15:27
Por: Redação


ebola no brasil by agencia brasil
O homem da Guiné: era uma febre de apenas 36 graus
Deu negativo o exame para diagnóstico etiológico de Souleymane Bah, paciente com suspeita de infecção pelo vírus ebola, segundo o Ministério da Saúde informou na manhã deste sábado (11), muito embora o resultado conclusivo somente  será obtido após um segundo exame, 48 horas após a primeira amostra.

O paciente já não apresenta febre e está mantido em isolamento total no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro, mas sairá do isolamento se o segundo exame descartadar a hipótese de ebola.

Setores de oposição e eleitores nas redes sociais desconfiam que tudo não passou de armação para tentar ofuscar a repercussão das declarações do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e do megadoleiro Alberto Youssef.

As suspeitas de armação foram objeto de nota na coluna do jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, neste sábado: “Oposicionistas aguardam a confirmação do ebola, anunciado no exato dia em que foi revelada a espantosa corrupção na Petrobras, durante os governos Lula e Dilma. Desconfiam que o ebola pode estar sendo usado em lugar de “descobertas” de petróleo, para abafar o escândalo.”

Bah, um missionário de 47 anos, saiu de Guiné, na África Ocidental, no dia 18 de setembro. Após passar pelo Marrocos, chegou ao Brasil no dia seguinte. Por apresentar febre (de apenas 36 graus), o caso foi classificado como suspeito. Mas o que ele tinha, segundo os médicos, era sintomas de desnutrição.

0 Depoimentos:

Autoridades investigam suspeita de ebola no Paraná




Luís Barrucho, Mariana Della Barba e Renata Mendonça
da BBC Brasil em São Paulo

Vírus do ebola / Crédito: EPA
Homem com suspeita de ebola é internado no Paraná
A Secretaria Estadual de Saúde do Paraná confirmou à BBC Brasil que há a suspeita de um homem com o vírus ebola na cidade de Cascavel, no oeste do Estado. Não há a confirmação sobre o contágio.
O homem, cuja identidade não foi revelada, é da Guiné e tem 47 anos. Ele está hospitalizado e isolado em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Bairro Brasília.
Equipes do Ministério da Saúde em Brasília e da Secretaria Estadual de Saúde do Paraná estão a caminho de Cascavel para averiguar o caso. Se confirmado, seria o primeiro caso da doença na América Latina.

O paciente chegou da Guiné, um dos epicentros da epidemia do vírus, no dia 19 de setembro, de acordo com a nota do Ministério da Saúde (confira a nota na íntegra abaixo).
O homem apresentou sintomas semelhantes aos do ebola, como febre alta, 20 dias após sua chegada, na quarta-feira.

"Até o início da noite, estava subfebril e não apresentava hemorragia, vômitos ou quaisquer outros sintomas. Está em bom estado geral e, mantido em isolamento total", diz a nota.
De acordo com o comunicado, ele será transferido para o Rio de Janeiro.
Leia mais na BBC Brasil: Erros, pânico e revolta em Madri: O caso da enfermeira com ebola

Protocolo
Como os sintomas do paciente surgiram dentro do período de incubação do vírus (21 dias), o caso é tratado como um possível contágio de ebola, segundo os protocolos internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS), acrescentou a Secretaria Estadual de Saúde do Paraná.
O paciente encontra-se isolado e seu estado de saúde é estável. A secretaria reiterou que não há confirmação de que o homem estaria contaminado com ebola.

A previsão é a de que as equipes do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual cheguem em Cascavel até as 3h da manhã, segundo a prefeitura de Cascavel.
Autoridades locais também confirmaram que os pacientes que estavam no hospital e entraram em contato com o paciente foram proibidas de deixar o local e estão sendo monitoradas, até avaliação dos funcionários do Ministério da Saúde.

Leia mais na BBC Brasil: Ebola 'é maior desafio de saúde pública desde surgimento da Aids'
Isolamento
Em entrevista à BBC Brasil, o chefe da 10ª Regional de Saúde de Cascavel, Miroslau Bailak, disse que a opção pelo isolamento do paciente foi tomada como "medida de prevenção".
Segundo ele, o homem, que veio da Guiné, se apresentou à UPA Brasília em Cascavel alegando estado febril.

O médico que o atendeu teve dificuldades de comunicação porque o paciente falava bem pouco de português, acrescentou Bailak.
Ao examiná-lo, o médico não constatou febre, mas ouvindo o relato de que o homem havia chegado há 19 dias da Guiné, comunicou o caso à Secretaria de Saúde e ao Ministério da Saúde e, na sequência, seguiu os procedimentos aconselhados pela OMS – de isolamento do paciente e das pessoas que tiveram contato em até 3 metros de proximidade dele.
A UPA Brasília teve, então, os portões fechados por volta de 18h30, e nenhuma enfermeira ou paciente que esteve na mesma ala que o homem internado com suspeita de ebola pôde deixar o local a partir de então.

Leia mais na BBC Brasil: Sacrifício de cão de enfermeira infectada com ebola gera protesto e polêmica na Espanha

Pânico
Com a notícia de que os funcionários da unidade não poderiam sair do trabalho, familiares ficaram preocupados e foram até o local em busca de mais informações.
"As pessoas foram chegando correndo, desesperadas, criou um pânico nelas, porque elas não estavam entendendo o que estava acontecendo, não tinham informações", relatou à BBC Brasil Jonas Sotter, jornalista da CBN Cascavel.

Segundo ele, uma enfermeira saiu da unidade para comunicar os familiares dos funcionários que eles não poderiam sair por conta do homem com suspeita de ebola. Ela tranquilizou as pessoas explicando que era apenas uma medida preventiva.
Tanto os funcionários, quantos os pacientes que estavam na ala do homem com suspeita de ebola, terão de esperar a equipe Ministério da Saúde chegar à UPA nesta madrugada para só então serem orientados sobre o que fazer – se vão precisar ficar isolados ou não.

Epidemia
Segundo estimativas da OMS, quase 4 mil pessoas já morreram por causa da doença, no pior surto da história. A epidemia está concentrada em três países: Libéria, Serra Leoa e Guiné.
Nesta quarta-feira, Thomas Frieden, diretor do Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), ligado ao Departamento de Saúde dos EUA, afirmou que a epidemia de ebola na África Ocidental pode ser comparada com o surgimento da Aids em termos do desafio que impõe aos gestores de saúde pública.

"Eu diria que, em 30 anos que trabalho com saúde pública, a única coisa parecida foi a Aids", disse Frieden, considerado uma das maiores autoridades da área nos Estados Unidos.
Ele fez a declaração em um fórum do Banco Mundial a respeito da doença, realizado em Washington.
Durante a reunião, o vice-diretor da Organização Mundial de Saúde (OMC), Bruce Alyward, afirmou que o ebola está "enraizado nas capitais" dos países mais afetados e está "acelerando em todos os aspectos".

Segundo Alyward, os chefes de Estado enfrentam um desafio extraordinário pois precisam comunicar à população a urgência da situação, mas não podem causar pânico.
Confira a nota conjunta Ministério da Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde na íntegra:
O Ministério da Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná informam que a Unidade de Pronto Atendimento Brasília, em Cascavel (PR), recebeu nesta quinta-feira (9), no período da tarde, um paciente classificado como suspeito de infecção por ebola.
Trata-se de um homem, de 47 anos, vindo da Guiné (escala em Marrocos), que chegou ao Brasil, no dia 19 de setembro. Ele relatou que ontem (8) e nesta manhã (9) teve febre. Até o início da noite, estava subfebril e não apresentava hemorragia, vômitos ou quaisquer outros sintomas. Está em bom estado geral e, mantido em isolamento total.

Por estar no vigésimo primeiro dia, limite máximo para o período de incubação da doença, foi considerado caso suspeito, seguindo os protocolos internacionais para a enfermidade. Guiné é um dos três países que concentram o surto da doença na África.
O ebola só é transmitido através do contato com o sangue, tecidos ou fluidos corporais de indivíduos doentes, ou pelo contato com superfícies e objetos contaminados. O vírus somente é transmitido quando surgem os sintomas.

Imediatamente após a identificação da suspeita, o paciente foi isolado na unidade e, adotadas medidas previstas no protocolo nacional, como a comunicação à secretaria estadual de saúde e Ministério da Saúde.

O caso está sendo acompanhado pelas equipes de vigilância em saúde do Ministério da Saúde e do Paraná. Assim que comunicado, o Ministério da Saúde enviou imediatamente equipe para Cascavel, por meio da FAB (Força Aérea Brasileira), onde coordenarão in loco as medidas de atendimento e a identificação de possíveis contatos para orientação e controle.

O paciente será transferido, conforme protocolo de segurança, para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro (RJ), referência nacional para casos de ebola. A transferência será feita por meio de aeronave da Polícia Rodoviária Federal.
Nesta sexta-feira (10), o ministro da Saúde, Arthur Chioro, que coordena a ação nacional, e o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, concederão entrevista coletiva sobre o caso, às 10h, no Ministério da Saúde. Na manhã desta sexta, uma equipe da Secretaria Estadual da Saúde também atenderá à imprensa em Cascavel.

0 Depoimentos: