Lançamento do Livro em São Paulo.

Valeu a TODOS os Infectados !! Nós Somos a Resistência Somos os Corporate Zombies.

Capitulo Novo da Saga dos Corporate Zombies !!!



Espero que gostem !!! Clique e acompanhem a Saga do Sr.CZ !!
http://www.corporatezombies.com.br/p/historias-de-um-corporate-zombie.html

29/03 as 16hrs - Lançamento do Livro Corporate Zombies em SP !!


NOVO (E INDISPENSÁVEL) MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA CORPORATIVA

Original em : http://www.modosemodas.com.br/interna.php?id=377




Quer consolidar um plano de carreira e liderança ? Então fique atento. O livro – CORPORATE ZOMBIE – MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA CORPORATIVA , lançamento da Giostri Editora - é o primeiro de uma trilogia que aborda o fenômeno da deterioração dos seres humanos, ou zombieficação, e traz preciosas dicas do  fenômeno que ocorre em diversas esferas do relacionamento humano, no âmbito corporativo, social, e relacional. Os autores vão autografar a obra, no capa do livropróximo dia 29 de março (sábado), das 16 às 19 hs, na Livraria da  Vila, Al. Lorena, 1731, São Paulo.

A obra foi escrita a quatro mãos por dois profissionais de peso. De um lado,  Victor Sardinha,  bacharel em Ciência da Computação e MBA em Gestão de Projetos e certificado PMP, que atualmente atua como Gestor Executivo de Projetos de Grande Porte, Escritório de Processos, Gestão Eletrônica de Documentos, Investidor no Mercado de Capitais. Um de seus hobbies é estudar sobre gestão de riscos. De outro lado, Andre Ferrreira,  advogado, professor, tradutor, e escritor. É pós graduado em Business English e especialista em Inglês instrumental/jurídico, e em Direito Societário. Atua em grandes empresas e orgãos da administração pública desde 2000, cenários que foram fontes  de pesquisa para a produção do primeiro livro da trilogia.

As ilustrações levam a assinatura de   Celso Ludgero, quadrinista multi-tarefa que  desenha, arte-finaliza, colore, diagrama falas, enfim faz tudo para obter uma boa HQ. Além de quadrinhos, ele  faz caricaturas, zumbificações, mascotes, logotipos e outros serviços publicitários.

CONTEÚDO

Esta primeira obra mostra  o cotidiano das empresas e comportamentos recorrentes no ambiente de trabalho, que culminam na chamada zombieficação. Tal conceito equivale a uma doença corporativa, que gera a degradação da carreira,  podendo resultar com a demissão do colaborador infectado após algum tempo. O livro aborda os ambientes em que surgem tal doença, sua detecção, estratégias, prevenção e por fim sua extinção.

O texto aborda  estratégias para desenvolvimento do plano de carreira de pessoas inseridas no mundo corporativo. É resultado da  constante observação desses ambientes, e da frequência com que os comportamentos de risco praticados pelos colaboradores afetam suas carreiras negativamente. O conteúdo inclui lições de liderança, plano de carreira, estabelecimento de resultados, mas aborda também  a parte comportamental dos colaboradores.

Pode-se dizer que a obra retrata o cotidiano nas empresas. Descreve os hábitos e comportamentos muitas vezes encontrados nesses ambientes e como alguns deles podem ser prejudiciais para as carreiras dos colaboradores. Não raro, por conta de um único comportamento inadequado, enseja-se a demissão do colaborador, ou no mínimo tem-se o início desse processo. Os autores analisam os ambientes mais propícios ao surgimento da contaminação, ou zombieficação,  identificam 26 perfis de Zombies Corporativos e ainda  abordam o impacto nas corporações onde é comprovada a existência de colaboradores “infectados”.

Embora a narrativa utilize um tom bem humorado, o tema é estratégico e fundamental para a consolidação de um plano de carreiras, assim como a redução de custos para as empresas e o aumento de suas receitas. Esse primeiro volume ainda  descreve, com dose de  humor e sarcasmo,  particularidades negativas do mundo corporativo (troca de favores, politicagem, burocracia, influência, jogo de interesses), particularidades essas que nunca são vistas no item “Quem Somos” dos sítios eletrônicos, e muito menos nos quadros “missão”, “valores” e “visão”, pendurados no hall de entrada das empresas.

O custo de ostentar “zombies” em seus quadros é significativo para as empresas e revela a ineficiência sistêmica, inclusive em empresas lucrativas, na identificação dessas falhas. Por isso, o tom animado da narrativa foi proposital para contrapor-se ao ambiente voraz, competitivo,  sisudo e estressante de todas as empresas que lutam para obter melhores resultados.

A obra sugere que se desenvolva a consciência comportamental naqueles que ainda estão inseridos no cenário corporativo ou que nele adentrarão, preparando melhor os colaboradores para sua sobrevivência nesses ambientes. Estimula, portanto,  a longevidade da carreira dos seus leitores.  Mesmo assim não abre mão de um final surpreendente com uma visão complementar que trata da antítese de todo racional abordado.Maiores informações: www.corporatezombies.com.br; www.giostrieditora.com.br; www.livrariadavila.com.br, tel.(11) 30621063

Será que manterão o preço? Ou se abrasileirarão? Zombie Buyers.......



Forever 21 vende mais que o esperado no 1º dia
Mais de 2 mil pessoas estiveram no estabelecimento ontem e formaram filas que chegavam a durar até 5 horas para comprar uma peça de roupa

São Paulo – A Forever 21, loja americana de fast fashion que desembarcou recentemente no Brasil, causou um verdadeiro furor no seu primeiro dia de vendas na capital paulista.

De acordo com o Shopping Morumbi, a marca vendeu mais do que era esperado para seu primeiro dia. Mais de 2 mil pessoas estiveram presentes no estabelecimento ontem, com relatos de longas filas de clientes que chegaram a esperar até 5 horas para comprar uma peça de roupa.
Mesmo com as adversidades, segundo reportagem publicada neste domingo pelo jornal Folha de S. Paulo, a Forever 21 teria vendido mais que o dobro do previsto.

O movimento, segundo informou a assessoria do Shopping Morumbi, segue intenso neste domingo.

Preço baixo
Mas por que tanto furor pela americana Forever 21? Preços baixos.
A notícia da estratégia da loja americana deixou boquiabertos rivais e clientes da companhia.
Quando EXAME.com visitou a loja de São Paulo na última semana, era possível encontrar regatas femininas por 8 reais, calças jeans por 30 e pouquíssimas peças acima dos 120 reais. Nada além dos 150 reais.
A próxima loja da Forever 21 será aberta no Rio de Janeiro, na próxima semana.
Até o fim do ano, serão abertas 7 lojas no país: duas em São Paulo, duas no Rio de Janeiro, uma em Ribeirão Preto, uma em Porto Alegre e outra em Brasília.

SOROS: BANCOS AGEM COMO PARASITAS DA ECONOMIA REAL


 
Segundo o bilionário americano George Soros, no livro "A Tragédia da União Europeia", lucratividade do setor financeiro tem sido excessiva - 35% de todos os lucros das empresas no Reino Unido e nos Estados Unidos vêm de bancos

247 - O sistema bancário da União Europeia é um "parasita" que mantém uma relação "incestuosa" com os reguladores e impede a resolução dos problemas causados pela crise de 2008, acredita o bilionário americano George Soros.

"Os bancos agem como um parasita sobre a economia real. Lucratividade do setor financeiro tem sido excessiva. Pois 35% de todos os lucros das empresas no Reino Unido e nos Estados Unidos vêm do setor financeiro. É um absurdo", escreve Soros em seu novo livro: "A Tragédia da União Europeia". 
O investidor diz que os problemas que levaram à crise econômica na zona do euro em sua maioria não foram resolvidos. "Os órgãos reguladores e bancos centrais tem feito muito pouco contra a alavancagem excessiva no setor bancário europeu", diz.

"A maior ameaça que o setor financeiro enfrenta é a relação incestuosa entre as autoridades nacionais e a administração dos bancos", disse ele. 
Ele mencionou a França, "cujos inspetores financeiros apenas fazem gerir os seus maiores bancos ".
De acordo com Soros, a UE corre o risco de se tornar uma coisa do passado se não reformar sua estrutura danificada. 

Acrescentou ainda que há chances reais de a Alemanha sair da zona euro, o que implicaria na forte desvalorização do euro, enquanto o marco alemão iria atravessar o telhado e o país descobriria o quão doloroso é ter uma moeda superestimada.

FÁBULA SOBRE A BOLSA



Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por $10 cada. 

Os aldeões sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos.

O homem comprou centenas de macacos a $10 e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça. 

Aí, o homem anunciou que agora pagaria $20 por cada macaco e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.

Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. 

A oferta aumentou para $25 e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça.

O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! 

Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos.

Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões:

"Olhe todos estes macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vender por $35 a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por $50 cada."

Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.

Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente, somente macacos por todos os lados.

Agora você entendeu como funciona o mercado de ações.

CEO de plataforma de bitcoin morre aos 28 anos; suspeita é de suicídio - InfoMoney



CEO de plataforma de bitcoin morre aos 28 anos; suspeita é de suicídio - InfoMoney

Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/cambio/noticia/3225159/ceo-plataforma-bitcoin-morre-aos-anos-suspeita-CEO de plataforma de bitcoin morre aos 28 anos; suspeita é de suicídio

OAB pede aumento do valor para isenção do IR


Brasil Econômico   As informações são da Agência Brasil 
10/03/14 18:32 

Atualmente, está isento quem ganha até R$ 1.787. Se a correção acompanhasse a inflação, atingiria os que ganham até R$ 2.758. Foto: Nelson Jr/STF 
A entidade alega que há defasagem acumulada de 61,24% no cálculo durante o período de 1996 a 2013
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou nesta segunda-feira com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a correção da tabela para os isentos do pagamento de imposto de renda, segundo a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

A entidade alega que há defasagem acumulada de 61,24% no cálculo durante o período de 1996 a 2013, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
De 1996 a 2001, a tabela ficou congelada e as correções posteriores não acompanharam a inflação. Desde 2007, a base de cálculo é a estimativa do governo para a inflação, que tem ficado aquém da inflação real. Em 2013, o chamado centro da meta foi 4,5%, e o IPCA fechou em 5,91%.

"Em 1996, eram isentos os que recebiam até oito salários mínimos. Hoje, o patamar está em três salários. É óbvio que houve um aumento do salário mínimo, mas não a ponto de subir assim a faixa de isenção. Constitui um confisco utilizar correção de direitos por um índice que não seja a tabela de inflação", disse Marcus Vinícius Coêlho, presidente da OAB.

Atualmente, está isento quem ganha até R$ 1.787, cerca de 75 milhões de brasileiros, segundo cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se a correção acompanhasse a inflação, a isenção atingiria os que ganham até R$ 2.758, aumentando em 8,5 milhões o número dos que não pagam o imposto de renda.
Na ação de inconstitucionalidade, a OAB pede a correção da defasagem cheia para o ano-calendário 2013 e para os exercícios seguintes, com aplicação imediata da nova faixa de isenção. Caso o Supremo entenda que isso seria danoso aos cofres públicos, a entidade sugere que a recomposição seja aplicada nos próximos dez anos, a um percentual de 10% ao ano.

Para Coêlho, o STF pode acolher favoravelmente a ação, porque no ano passado julgou inconstitucional a correção do pagamento de precatórios pela Taxa Referencial (TR), e entendeu que o ajuste deveria ocorrer pelo IPCA. "O STF decidiu (...) que corrigir direitos por um índice que não expressa a inflação é uma atitude inconstitucional", declarou.

No texto da ação, a OAB cita o princípio do mínimo existencial, valor necessário à sobrevivência. "O cidadão possui o direito de ter o mínimo para sobreviver e esse mínimo não pode ser tributado. A inflação é uma realidade que não pode ser descartada", afirmou o presidente da OAB. A ação foi distribuída para o ministro Luiz Roberto Barroso, que será o relator.

Os 15 comportamentos mais irritantes para se ter no trabalho. Corporate Zombies.



Confira as atitudes e os comportamentos que mais incomodam o expediente dos profissionais, segundo especialista em etiqueta

É raro encontrar um profissional que não tenha uma história de difícil convivência e de atitudes irritantes de colegas de trabalho.

Pensando nisso, EXAME.com pediu a Maria Aparecida Araújo, proprietária da Etiqueta Empresarial Executive Manners Consulting, para citar os comportamentos que mais incomodam as pessoas no trabalho.

A lista é longa, confira e veja se você também não corre o risco de ser o chato do escritório:

1 Atrasar (sempre)

É difícil manter uma pontualidade britânica com engarrafamentos bem brasileiros para enfrentar todos os dias nos grandes centros urbanos. Mas, fazer do atraso a regra pode ser bem irritante para quem precisa ficar esperando.

“A noção de tempo, no Brasil, de maneira geral, não é muito rígida. É mais flexível”, diz a especialista em etiqueta profissional. Mas fazer do atraso a regra pode ser bem irritante para quem precisa ficar esperando.

2 Os indiscretos e os fofoqueiros

“Apesar de já ter ouvido pseudo-consultores dizerem que fofoca é saudável no ambiente de trabalho, porque permite que as novidades corram, geralmente só coisas depreciativas são propagadas”, diz Maria Aparecida.

Divulgar assuntos sigilosos e fazer perguntas deselegantes ou indiscretas também são fonte de desconforto no escritório, de acordo com ela.

3 Falar demais

Nada mais irritante do que estar concentrado em uma atividade e ser interrompido a todo o momento pelo colega que deseja contar os seus feitos e suas histórias deste  e de outros carnavais.

“Há pessoas que falam demais, sem se tocar que estão sendo desagradáveis”, diz Maria Aparecida.

E quando a sua mesa é de frente para o cantinho do café, obrigando-o a conviver com as rodinhas e os animados grupos de bate papo que se formam por ali?

Depois da quarta rodinha em menos de 2 horas, a irritação começa a dar sinais mais claros.

4 Conquistadores de plantão

Roupas insinuantes, atitudes provocantes. Este tipo de comportamento, de apostar na sedução para chegar onde se quer, também é observado pela especialista como um dos que mais incomodam.

5 Bajuladores, oportunistas, falsos e carreiristas

Alguns apostam na bajulação como meio de subir mais rápido na carreira. Nada mais irritante do que conviver com um colega de trabalho assim.

Outros lançam mão de estratégias oportunistas que muitas vezes acabam em homéricas “puxadas de tapete”. “E há os vulgos traíras”, acrescenta Maria Aparecida.

Uma atitude bastante comum do oportunista é manter o radar ligado para os erros, dos outros, é claro. “São pessoas que ficam atentas a qualquer falha e tiram partido disso para se promover”, explica. No mundo corporativo, também não faltam histórias de apropriação indébita de ideias e iniciativas.

E, por fim, os carreiristas, que identificam relações internas de poder e sabem muito bem tirar proveito delas.“Sob o lema ‘os fins justificam os meios’, são pessoas que se valem de expedientes escusos para subir na carreira”, explica Maria Aparecida.

6 Os piadistas

Senso de humor é uma virtude celebrável, mas há sempre aqueles que “perdem a mão” e partem para brincadeiras de mau gosto ou apostam em piadas que ofendem.

Escatologia e preconceito lideram a lista de temas que mais incomodam. “É preciso pensar que o senso de humor varia de pessoa para pessoa”, diz Maria Aparecida. O que faz um amigo “rolar de rir no chão” pode ofender um colega de trabalho.

7 Encher a caixa de e-mails com mensagens desnecessárias

Ainda há quem considere o e-mail corporativo uma espécie de WhatsApp do escritório. Sobrecarregar a caixa de entrada dos colegas com mensagens desnecessárias dentro e fora do expediente tira muita gente do sério.

“Muitas vezes pessoas que não fazem parte do contexto são incluídas nos destinatários”, diz Maria Aparecida.

8 Sobrecarregar o olfato alheio

Incenso, plantas aromáticas, perfumes e odores corporais acentuados incomodam o nariz alheio.

Alimentos com cheio forte também deveriam ser banidos da mesa de trabalho. “Cabe também às empresas prover um local adequado especificamente para refeições dos funcionários”, diz Maria Aparecida.

9 Os barulhentos

Ninguém quer um clima de silêncio sepulcral no escritório. Mas muito barulho por nada é irritante.

Em tempos de espaços amplos e coletivos de trabalho, celulares de tocam alto e insistentemente, conversas no modo viva-voz e gritaria são grandes vilões da concentração.

O mesmo ocorre com aqueles barulhinhos obsessivos. “Tamborilar os dedos, bater a caneta, amassar embalagens e cantar alto”, cita a especialista.

10 Os pegajosos

Tem gente que adora encurtar a distância física. Abraçar, beijar, apostar na proximidade ao falar são hábitos que podem ser aceitáveis para uns e desagradáveis para outros, diz a especialista.

Tapinha nas costas, mão ao redor do pescoço e outros tipos de toques, comuns na cultura brasileira, podem incomodar quem não está acostumado ao “calor humano”.

11 Pegar o que é dos outros e não devolver

Voltar de férias pode ser um pesadelo para quem convive com pessoas deste tipo. É a sua cadeira que sumiu, as canetas que desapareceram, o mouse e o teclado que foram trocados na sua ausência.

Pedir dinheiro emprestado e nunca devolver também é um hábito irritante. “Estar sempre sem dinheiro no happy hour, mas comer e beber deixando que os outros paguem, por exemplo”, cita a especialista.

12 Quando adiar é o lema

A reunião que era para hoje, mas foi ficando para amanhã e que vai ser remarcada, depois de amanhã, para a próxima semana.
O projeto que não sai nunca no prazo, o relatório que era para a semana passada, mas será entregue na próxima.

Não é só no que diz respeito aos compromissos e reuniões que o atraso incomoda. Postergar a entrega de tarefa pode prejudicar uma equipe inteira, diz Maria Aparecida, assim como fazer tudo de última hora.

13 O sempre ausente

Quando a ausência não justificada é um hábito, o incômodo fica evidente. Afinal, para que não haja prejuízo nos processos alguém tem que trabalhar mais para que a falta do colega não prejudique a produtividade do setor ou do departamento.

14 O arrogante e/ou dono da verdade

Aquele profissional que se acha o máximo e conta vantagem o tempo inteiro não passa despercebido.

Seu comportamento irrita a todos os que percebem os contornos da sua arrogância. “São pessoas que querem se sobressair a qualquer preço”

Quem insiste em ser o dono da verdade também é notado pela chatice desse comportamento, logo de cara.

“Interrompem as pessoas, geralmente para contradizê-las. Criticam muito, e, na maior parte das vezes, quando têm plateia”, explica Maria Aparecida.

Um comportamento recorrente em pessoas deste tipo é humilhar as outras pessoas, diz a especialista. “Nas reuniões multinível, humilham os colaboradores de escalão mais baixo”, diz ela.

15 Os “caixas de Pandora” e os “profetas do Apocalipse”

Falar apenas coisas negativas, semear discórdia, jogar uns contra os outros. Estes são as principais “atribuições” dos profissionais classificados por Maria Aparecida como “caixas de Pandora” do escritório. “São pessoas muito nocivas e que acabam com o clima interno de qualquer empresa”, explica.

E quem se lembra da hiena Hardy, o símbolo máximo do pessimismo imortalizado nos desenhos Hanna Barbera ? “Ó vida, ó azar” é o seu bordão mais famoso. “Os Hardys do escritório são aqueles que só chegam dando notícia ruim e reclamam de tudo”, diz Maria Aparecida.

Demissões em massa, o novo chefe que é um monstro e a iminência de falência da empresa são algumas de suas notícias preferidas.

A bolha começou a estourar (mas não onde você pensa) – Exame



A bolha começou a estourar (mas não onde você pensa) – Exame
bolhaimobiliaria.com
Bolha BOSS Sem categoria,
Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1060/

POUCO ANTES DE RECEBER O PREMIO NOBEL DE ECONOMIA, no ano passado, o americano Robert Shiller fez uma viagem a São Paulo. Shiller ganhou fama internacional como uma espécie de caçador de bolhas — aquele fenômeno financeiro marcado por preços que descolam da realidade para depois cair subitamente. No fim da década de 90. ele escreveu que a obsessão do mercado americano por ações de empresas de tecnologia acabaria mal. Acertou em cheio. Uma década depois, demonstrou que o preço dos imóveis nos Estados Unidos estava beirando a loucura e despencaria logo. Shiller, que estuda o mercado imobiliário americano há décadas, acertou de novo. Pois, em sua visita a São Paulo, ele analisou o que estava acontecendo com os imóveis no Brasil. Como qualquer brasileiro sabe, faz quase oito anos que o preço de apartamentos e casas nas principais cidades do país sobe sem parar. Os sinais de exuberância irracional são os mais variados. Um “apertamento” de 35 metros quadrados recém-lançado em São Paulo costuma ultrapassar o valor de 1,1 milhão de reais. No bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro, o metro quadrado dos imóveis mais chiques vale 50000 reais. Shiller olhou isso tudo, achou que já tinha visto esse filme antes e cravou — é bolha.


Mas é mesmo? O mais famoso caçador de bolhas do mundo achou mais uma? () preço dos imóveis está prestes a desabar? Para começar a conversa, é preciso deixar claro que essas são perguntas impossíveis de responder com precisão. O futuro do preço das coisas é, por definição, incerto. Em muitos casos, ondas de valorização são seguidas por mais ondas de valorização — já que há boas razões econômicas por trás delas. Por outro lado, uma bolha só se forma porque, até o dia em que estoura, há uma espécie de consenso em torno dos bons “fundamentos” da alta nos preços. A saúde do mercado imobiliário interessa, por razões óbvias, a milhões de brasileiros. Saber se estamos ou não em meio a uma bolha é, portanto, uma das discussões econômicas mais importantes do pais. Mas os números mostram que Shiller atirou no que viu e acenou no que não viu. Há. de fato. uma bolha imobiliária no Brasil. E ela já começou a estourar. Mas não onde Shiller imagina.


Os maiores símbolos da bolha imobiliária brasileira não são quitinetes de 1 milhão de reais, mas prédios comerciais vazios, shopping centers novos às moscas e galpões industriais sem uso. A bolha brasileira, em suma, está localizada no mercado comercial, e não no residencial. Durante a última década, houve nesse segmento uma espécie de fúria construtora. Em 2012 e 2013. os lançamentos somaram 25 bilhões de reais, maior volume da história. Cidades onde só havia edifícios acanhados, como Vitória e Recife, passaram a receber empreendimentos modernos. Um marco do oba-oba nesse segmento é o megaprojeto de revitalização da zona portuária do Rio de Janeiro. Animadas pelas obras de reurbanização prometidas pelo governo, incorporadoras nacionais e estrangeiras disseram que lançariam 1 milhão de metros quadrados de escritórios na região, o que corresponde a dois terços da disponibilidade atual de imóveis comerciais em toda a cidade. Só o bilionário americano Donald Trump se comprometeu a erguer cinco torres de 38 andares ali.


A promessa, em todos os casos, foi a mesma. O crescimento da economia e a chegada de novas empresas multiplicariam a demanda por áreas de escritórios. Quem não aproveitasse para construir perderia a maior oportunidade da história no Brasil. Deu-se o mesmo nos dois outros principais segmentos do mercado imobiliário comercial — os shoppings e os galpões. Também nesses casos a perspectiva de boom econômico levou a um recorde de construções. A área de galpões disponível no pais cresceu nada menos do que 120% em apenas três anos. São hoje 8,1 milhões de metros quadrados para estocar a produção industrial brasileira. Também nunca se construiu tanto shopping center. Até mesmo cidades com 200 000 habitantes, como Sobral, no interior do Ceará, e Arapi-raca, em Alagoas, ganharam o seu.


OBRAS NA ALTA, ENTREGA NA BAIXA
Construir imóveis comerciais é coisa de quem tem coração forte. Faz-se o projeto num país. Entrega-se a chave em outro. A torcida é sempre para que o segundo seja melhor do que o primeiro. Mas, no caso brasileiro, aconteceu o contrário. Os empreendimentos que estão ficando prontos hoje foram desenhados no país do pibão, mas chegam no país do pibinho. Os efeitos desse descompasso são visíveis: há imóveis vazios, e os preços estão desabando. Segundo um levantamento da consultoria imobiliária Cushman & VVake-field. a taxa de escritórios vagos subiu de 13% para 18% no último ano — é o percentual mais alto desde 2005. Há prédios inteiros vazios ou com meia dúzia de inquilinos. Um caso emblemático é o edifício Pátio Malzoni, erguido num dos terrenos mais caros de São Paulo, na avenida Faria Lima. Quando foi inaugurado, em 2012. tinha 0 metro quadrado mais caro do país para aluguel. O valor pedido era 240 reais. Mas, até hoje, só há locatários em uma das torres. A outra, de 19 andares, está vazia. Seus donos, um grupo de bilionários árabes, dizem que só vão alugar quando o preço voltar a subir — hoje, só há interessados em pagar 180 reais por metro quadrado.


Quem não pode se dar ao luxo de esperar por dias melhores está tendo de aceitar preços mais baixos. Em média, 0 aluguel comercial caiu 15% em São Paulo, 10% no Rio de Janeiro e 7% em Recife de 2012 a 2013. Na região de Al-phaville, no entorno da capital paulista, um quarto dos imóveis está desocupado. Os donos de salas comerciais estão fazendo qualquer negócio para ocupá-las. “O que está acontecendo no mercado imobiliário comercial é consequência da desaceleração da economia, que está se espalhando por mais setores. A indústria não foi bem na década passada, e agora começa a haver problemas no setor de serviços”, diz o economista Marcos Lisboa,vice-presidente da escola de negócios Insper. Num cenário de expansão, mais empresas planejam investimentos e buscam imóveis comerciais maiores ou mais adequados à sua estratégia. Quando as perspectivas pioram, o que não saiu do papel geralmente vai para a gaveta, e a demanda por prédios costuma cair rapidamente.


Em nenhum mercado os sinais de uma bolha estourando são tão claros quanto no de shoppings. O setor vive os efeitos de uma expansão caótica na última década. A premissa que levou a essa expansão era realmente tentadora. Os brasileiros compram menos em shoppings do que os consumidores de outros países emergentes e desenvolvidos. De acordo com um relatório do banco UBS. 21% das vendas no Brasil acontecem em shoppings. ante 38% no México. 56% nos Estados Unidos e 65% no Canadá. Portanto, concluíram os empresários do setor, há espaço para mais empreendimentos do tipo. “Muitas cidades médias receberam três shoppings ruins em vez de um bom. Todos achavam que seu projeto era melhor, atrairia mais gente, mas um acabou roubando o público do outro”, diz Henrique Cordeiro Guerra, diretor executivo da Aliansce. uma das maiores administradoras de shoppings do país.


Como os varejistas não estão dispostos a pagar essa conta, o resultado é que shoppings têm sido inaugurados sem lojas que garantam um movimento mínimo. Em 2013, só 14 dos 38 empreendimentos inaugurados tinham mais de 85% de ocupação. Há casos dramáticos, como o Pátio Arapiraca Garden Shopping, no interior de Alagoas, que abriu com 28 das 180 lojas, e o North Shopping Jóquei, de Fortaleza, inaugurado com 25 das 223 lojas previstas. Sorocaba, a 100 quilômetros de São Paulo, se tornou um símbolo dos excessos desse mercado: apenas de setembro a novembro do ano passado a cidade, de pouco mais de 580 000 habitantes, recebeu mais três shoppings, que se somaram aos quatro já existentes. Diferentemente do que começa a ocorrer no exterior, onde mais shoppings vêm oferecendo atrações variadas aos visitantes, aqui a oferta ainda é basicamente de lojas, restaurantes e cinemas. 

O maior shopping do mundo, em Du-bai. nos Emirados Árabes, tem um aquário externo com mais de 30 000 animais marinhos. A ideia é atrair os turistas que vão passear por causa do aquário para as lojas. Naturalmente, as ações das empresas brasileiras do setor estão caindo — em alguns casos, mais de 40%. Assustada com a burocracia e o aumento da concorrência, a americana Simon, maior empresa de shop-pings do mundo, suspendeu uma parceria com a brasileira BR Malls e adiou os planos de operar aqui.
O que torna o problema ainda mais complexo é a perspectiva de mais e mais inaugurações de prédios, shop-pings e galpões nos próximos anos. De novo, é gente que começou projetos numa realidade e não pode simplesmente desistir deles. 0 jeito é entregar e se adequar ao novo cenário. 

O número de prédios comerciais a ser entregues em 2014 deve ser equivalente ao do ano passado. Com isso, a taxa de vacância continuará subindo. Segundo a gestora de recursos Rio Bravo, há dois cenários possíveis, dependendo do desempenho da economia. Na estimativa mais otimista, a taxa vai alcançar 20% neste ano e 21% em 2015. Na pessimista, a previsão é que fique em 22% em 2014 e 26% no ano seguinte. Seria um recorde histórico. No setor de shoppings a situação também é crítica. Estão previstas 43 inaugurações para 2014, novo recorde. Quem pode pisa no freio. Até seis meses atrás, estava prevista a construção de mais 1,4 milhão de metros quadrados de galpões neste ano. O número caiu para 1 milhão de metros quadrados, segundo a consultoria Colliers. “Havia de fato um excesso nesses mercados, e a correção de preços no último ano tornou as coisas mais razoáveis”, diz André Freitas, gestor de fundos imobiliários do banco Credit Suisse Hedging-Griffo. “A quantidade de imóveis vazios deverá crescer até 2015, então é possível que os preços caiam ainda mais.”

UM MERCADO CÍCLICO
O mercado imobiliário comercial é cíclico — algo natural, uma vez que acompanha os altos e baixos típicos de uma economia de mercado. No início da última década, houve uma queda brusca no preço dos aluguéis, o que vitimou empresários como o gaúcho Rafael Birmann, um dos grandes construtores do país (sua empresa tinha 400 funcionários e hoje tem 20). O bilionário Donald Trump pediu falência nada menos do que quatro vezes — e sempre voltou a construir assim que o mercado renasceu. Claro, há bolhas e bolhas. Como se sabe, a última euforia generalizada no setor imobiliário americano derrubou a economia mundial. Naquele caso, o que potencializou o problema foi o excesso de dívida envolvida. Tanto donos de casas quanto construtores de prédios tomaram dinheiro demais emprestado de bancos. 

Quando o mercado virou, em 2008, não tinham mais dinheiro para pagar suas dívidas — criando uma bola de neve que arrasou os bancos e levou a economia como um todo para a recessão. A cidade de Detroit, que já não vinha bem antes da crise imobiliária, pediu falência depois dela: hoje, há quase 80 000 imóveis vazios na cidade. Nossa bolha imobiliária terá efeitos semelhantes? Felizmente, não corremos esse risco. O volume de dívida contraída pelas empresas que constroem imóveis comerciais é relativamente baixo. Do total de crédito concedido pelos bancos às empresas do setor imobiliário, apenas 18% vão para as companhias que constroem escritórios, galpões e shoppings (o restante c direcionado ao segmento residencial). O crédito imobiliário equivale a 75% do PIB americano. 

No Brasil, a apenas 8%. Isso não quer dizer que a crise atual passará sem consequências. As varejistas que operam em shoppings estão perdendo dinheiro com o movimento baixo. Em fevereiro, as empresas de shoppings e as varejistas se reuniram num evento com 400 pessoas num hotel em São Paulo, para tentar chegar a um “acordo de paz” e repensar a estratégia daqui para a frente. 

Milhares de investidores estão pagando a conta pelos excessos do setor. Em cinco anos, o número de fundos imobiliários disponíveis no Brasil triplicou. Esses fundos são lastreados em imóveis que recebem aluguéis e, há três anos, eram propagandeados pelos bancos como uma opção segura de investimento. O total de cotistas saiu de 20 000 em 2011 para 104 000 em junho de 2013. Atualmente, quase 90% desses fundos estão no vermelho. É o caso do Cidade Jardim Continental Tower, que investe numa torre comercial ao lado do shopping Cidade Jardim, em São Paulo, e desvalorizou quase 50% em 12 meses. Mais de um terço do prédio está sem inquilinos.

O mercado imobiliário é um espelho da atual situação econômica brasileira.
Um segmento (o comercial) depende de empresas investindo, confiança no futuro da economia, sensação de que as coisas vão melhorar. Como se viu, esses são artigos um tanto raros no Brasil de hoje. Mas o outro segmento (o residencial) parece estar situado em outro país. Nele, o que importa é a combinação de desemprego baixo com crédito em alta. Nesse país, tudo vai bem. O crédito para a compra de imóveis residenciais dobrou nos últimos três anos, e pouca gente espera que vá parar de crescer tão cedo.

O principal motivo para isso: esse tipo de empréstimo é um baita negócio para os bancos, que conseguem manter o relacionamento com os clientes por duas, três décadas — e, em caso de calote, podem, atualmente, retomar o imóvel com relativa facilidade. Isso ajuda a explicar por que o preço de casas e apartamentos continua crescendo enquanto o resto do mercado cai. Quanto tempo o mercado residencial resistirá? O economista Eugene Fama, que dividiu o Nobel com Robert Schiller, gosta de provocar seu colega ao lembrar que ele falava da bolha imobiliária americana anos antes do estouro. Segundo a maioria dos especialistas, o mais provável daqui para a frente é que o preço dos imóveis residenciais pare de subir de forma tão acelerada e passe a acompanhar mais de perto a taxa de inflação. Mas, de novo, é o consenso de que tudo está bem que leva os preços a subir mais do que devem. Em algum momento os preços cairão. Nessa hora — não importa se daqui a um, cinco ou dez anos —, lá estará Robert Shiller, o caçador de bolhas, dizendo: brasileiros, eu avisei.

Rússia dá ultimato para forças ucranianas se renderem. Zombie War !!





As forças ucranianas na Crimeia teriam até a meia-noite de hoje para se renderem ou enfrentariam um ataque militar, segundo informações do Ministério da Defesa da Ucrânia

A Frota russa do Mar Negro deu até as 3h de terça-feira (meia-noite, no horário de Brasília) para as forças ucranianas na Crimeia se renderem ou enfrentarão um ataque militar, informou a agência de notícias Interfax, citando uma fonte do Ministério da Defesa da Ucrânia.

O ultimato, disse a Interfax, foi apresentado por Alexander Vitko, comandante da frota.

O ministério não confirmou imediatamente o relato e não houve comentário imediato da Frota do Mar Negro, que tem uma base na Crimeia, onde forças russas estão no controle.

"Se eles não se renderem antes das 5h de amanhã, um ataque real será iniciado contra as unidades e divisões das forças armadas por toda a Crimeia", disse a agência citando a fonte do ministério.