6 frases que “queimam” sua imagem no trabalho




Falar “eu não ganho para isso” é a primeira delas, segundo especialista. Veja por que esta e outras frases devem ser riscadas do seu repertório profissional

São Paulo - Cuidado com o que você fala durante o expediente para o seu chefe, colegas ou subordinados. É que suas palavras podem servir como uma espécie de combustível para “queimar” a sua reputação profissional e minar suas chances de crescer na empresa.

De acordo com Erica Isomura, especialista em Recursos Humanos da Vagas Tecnologia, 6 tipos de frases são altamente “inflamáveis” para sua carreira. Confira quais são e por que é melhor riscá-las do seu repertório:

1 “Eu não ganho para isso”

Determinar sua atuação levando em conta apenas o job description barra o surgimento de boas oportunidades de crescimento.

De acordo com Erica, o tão almejado resultado financeiro vem como uma consequência. Você pode até considerar esta uma lógica perversa, mas primeiro mostre o seu valor e encare a nova tarefa. Tendo um desafio na manga como "trunfo", você tem muito mais chances de sucesso na hora de negociar um aumento de salário.

2 "Sempre foi assim e você não mudará isso"

Quem se dá bem na carreira, hoje em dia, são as pessoas que seguem a lógica inversa da explicitada pela frase acima. “Destacam-se os profissionais que são agentes de mudança”, diz Erica.

Portanto, enxergue as alternativas para processos e procedimentos como ótimas oportunidades de demonstrar seu poder de inovação. “A única certeza que temos, atualmente, é a de que haverá mudanças”, diz a especialista.

3 “Eu tenho razão"

O foco deve ser ajustado sob outro ângulo, segundo Erica. “Não importa quem tem razão. Importa que há um problema que precisa ser resolvido”, diz ela. Ou seja, a ótica deve ser sempre a da colaboração.

4 “Esta empresa não tem jeito, nada dá certo, tudo está errado, nunca vai mudar"

Uma continuação perfeita para a frase acima é o jargão: “ó vida, ó azar”. Este tipo de atitude negativa pode parecer inofensiva, mas vai de encontro a um dos lemas máximos de um bom chefe: inspirar e motivar a equipe.

5 “Fulano é um idiota"

Ou qualquer agressão semelhante. “Frases assim demonstram despreparo e imaturidade emocional”, diz Erica.

Ao expressar toda a sua raiva, você pode até desopilar o seu fígado, mas a luz vermelha acende em um ponto que certamente é levado em consideração na hora de uma promoção: a inteligência emocional.

Conflitos profissionais existem e ganha pontos quem consegue resolvê-los na base da negociação. Muito mais eficiente é o profissional que deixa "picuinhas" de lado e aposta em táticas infalíveis para solucionar conflitos.

6 “Nossa, você não sabe quem está saindo com o fulano, que é casado?”

“Quem? Quem? Quem?”, responderiam os fofoqueiros de plantão. Mas, o problema é que chefes não costumam aprovar este tipo de conduta e quem as adota perde credibilidade, outro item fundamental para quem deseha chegar a postos de liderança.

Por isso, há especialistas que recomendam até táticas (bem) radicais para cortar a fofoca pela raiz no trabalho. “Se você não tem nada de positivo para falar sobre uma pessoa, melhor não falar nada”, diz Erica.

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Desemprego é de 11,1% em abril em 6 regiões, mostra Seade/Dieese



Por Camilla Veras Mota



SÃO PAULO  -  A taxa de desemprego no conjunto de seis regiões metropolitanas do país subiu ligeiramente entre março e abril, de 11% para 11,1%, mostra Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese) e da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). No mesmo período do ano passado, o desemprego atingiu 11,2%.

O contingente de desempregados no conjunto das seis regiões foi estimado em 2,324 milhões de pessoas, 30 mil mais que em março. A população economicamente ativa (PEA) ficou em 20,9 milhões de pessoas, 24 mil mais que no mês anterior.

Na comparação com março, o setor que mais contratou, em termos relativos, foi a indústria de transformação, com criação de 39 mil postos de trabalho, 1,4% a mais. Os serviços vieram na sequência, com saldo de 77 mil vagas, acréscimo de 0,7% no contingente. O comércio e reparação de veículos automotores cortou 91 mil pessoas, redução de 2,5%, e a construção registrou 26 mil demissões líquidas, decréscimo de 1,7% no volume de trabalhadores.

O levantamento é realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza. Na passagem de março para abril, o desemprego aumentou no Recife (de 12,8% para 13,3%) e em Belo Horizonte (de 8,3% para 8,7%), registrou leve oscilação em São Paulo (de 11,5% para 11,6%) e Porto Alegre (de 6% para 6,1%) e diminuiu em Fortaleza (de 7,9% para 7,6%).

No caso de São Paulo, o setor que mais contratou em abril, em termos relativos, foi a indústria de transformação, com criação de 39 mil postos de trabalho, 1,4% a mais ante março. Serviços tiveram saldo de 77 mil vagas, acréscimo de 0,7% no contingente. O comércio e reparação de veículos automotores cortou 91 mil pessoas, redução de 2,5%, e a construção registrou 26 mil demissões líquidas, decréscimo de 1,7% no volume de trabalhadores.

Renda

No conjunto das seis regiões pesquisadas, o rendimento médio real dos ocupados subiu 0,7% em março, em relação ao mês antecedente, para R$ 1.715. Já o rendimento médio real dos assalariados ficou em R$ 1.738, aumento de 0,8% na mesma comparação. Vale notar que os dados relativos à renda se referem sempre ao mês anterior ao do levantamento.

Considerando a região metropolitana de São Paulo, o rendimento médio real dos trabalhadores ocupados cresceu 0,8% em março, na comparação com fevereiro, para R$ 1.914. O rendimento dos assalariados aumentou 1,1% no período, para R$ 1.922.

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Corretores rompem as amarras com grandes firmas dos EUA - Corporate Suicide !!




Numa sexta-feira do início de maio, o consultor financeiro Herman Rij colocou sua gravata e foi trabalhar no escritório da corretora Merril Lynch, no terceiro andar de um edifício em Bethlehem, no Estado americano da Pensilvânia. Depois de uma reunião com um cliente, ele foi conversar com seu chefe — e pediu demissão.

A Merril Lynch não tinha sido avisada, mas não houve nada de repentino na decisão do executivo. Nos últimos seis meses, Rij e sua equipe na Merrill — sua filha Kori Lannon, o afilhado Jason Cort e o irmão de Cort, Brian — montaram cuidadosamente e em segredo sua própria firma de gestão de investimentos.

O novo escritório deles está localizado, temporariamente, oito andares acima no mesmo edifício. O andar foi sendo discretamente mobiliado com escrivaninhas, computadores, telefones e vasos de plantas. Um dia antes de eles ocuparem o escritório, uma placa foi adicionada ao lobby dos elevadores: Quadrant Private Wealth. Em torno de 14:30h daquela tarde, meia hora depois de todos terem se demitido, eles abriram o novo negócio. "Agora temos que trabalhar", disse Rij.

Os quatro começaram a fazer o que antes não podiam: contar a seus 501 clientes sobre a mudança e convidá-los a continuar com eles. Cerca de US$ 750 milhões em ativos estavam em jogo. Eles sabiam que a Merrill Lynch também iria brigar para manter os clientes.


Daryl Peveto for The Wall Street Journal Brian Cort (frente), Jason Cort, Kori Lannon e Herman Rij trocaram a Merril Lynch por firma própria.

Depois de trabalhar 40 anos na Merrill Lynch, Rij se juntou à legião de consultores que abandonaram as grandes corretoras de Wall Street para entrar numa firma independente ou abrir a sua própria. A tendência, que começou anos atrás e ganhou força depois da crise financeira de 2008, está lentamente remodelando o setor e corroendo o antigo domínio de pesos pesados como a Merrill Lynch, que hoje é uma divisão do Bank of America Corp.

O número de consultores independentes de investimento subiu de 36.000 em 2007 para 47.000, segundo a empresa de pesquisas Cerulli Associates, e pode atingir 51.000 em 2017. Já nas corretoras tradicionais, que nos Estados Unidos também são chamadas de "wirehouses", o número deve cair de 48.000 hoje para 41.000 em 2017, informa a Cerulli.

Os consultores dizem que empresas menores possibilitam a eles prestar um serviço mais personalizado aos clientes, sem a necessidade de promover certos produtos e sem a pressão comercial imposta por empresas administradas por grandes bancos. A tecnologia também permite que pequenas empresas tenham acesso a plataformas de negócios e muitas opções de investimento que costumavam ser exclusividade de Wall Street.

Se a autonomia é um fator relevante, o dinheiro é outro: em grandes corretoras como a Merrill, mais da metade da receita bruta gerada pelos consultores fica com a empresa. Em firmas independentes, eles pagam todos os custos da operação e embolsam o restante. Algumas empresas estão se especializando em ajudar corretores com alto volume de operações a lidar com os custos e a logística necessária para se tornar independente. A equipe da Quadrant se uniu a uma destas empresas, a Focus Financial Partners LLC.

A decisão de abrir sua própria empresa não foi fácil para Rij, que tem 69 anos. Ele tinha lágrimas nos olhos depois de ter pedido demissão. "Eu amo a Merrill", diz. Mas, com o tempo, ele foi se frustrando com a crescente burocracia da empresa, principalmente depois que ela foi adquirida pelo Bank of America, em 2009.

Uma porta-voz da Merrill não quis comentar.

A debandada de corretores para firmas independentes levou empresas como Merrill Lynch, Morgan Stanley Wealth Management, Wells Fargo Advisors e outras a criarem um protocolo de regras a ser seguidas na saída de corretores. Entre essas regras estão informar aos clientes sobre a mudança apenas após a demissão e levar apenas informações básicas do cliente, como nome, telefone e endereço.

Rij e sua equipe comemoraram com champanhe o registro da empresa na SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA, enquanto a custodiante dos ativos de seus clientes, a corretora Charles Schwab Corp., fazia os últimos ajustes no sistema de computadores e o site da Quadrant entrava no ar.

E então eles começaram a ligar para os clientes. Rij contatou um cliente que estava esquiando em Utah. Ele adiou a conversa para segunda-feira. Outro não estava disponível, mas retornou a ligação de Rij, de seu iate em Nantucket. Ele queria saber o que aconteceria com um empréstimo de juros baixos que tinha com a Merrill. Rij disse que havia outros bancos interessados em pegar estes empréstimos e linhas de crédito.

Sam Niedbala, um cientista e empreendedor de Bethlehem, é cliente de Rij há 20 anos. Ele imediatamente se uniu à Quadrant quando Rig ligou na sexta-feira. "Eu queria saber apenas onde eu tinha que assinar", disse ele depois, numa entrevista. A Merrill Lynch ligou para Niedbala no domingo e deixou um recado. Ele não retornou a ligação.

A filha de Rij, Lannon, que tem 42 anos, ligou para nove clientes nas primeiras duas horas e enviou e-mails para outros sete. No fim do dia, ela havia falado com 25. Lannon contatou primeiro os clientes que achava que poderiam ficar mais preocupados com a mudança, inclusive os mais novos. "Deixei minha intuição decidir para quem ligar primeiro", diz ela.

Geralmente, as equipes de uma corretora tradicional conseguem levar 80% de seus clientes em uma mudança, segundo a Cerulli Associates. A meta de Rij é chegar a cerca de 95% e ele parece até ter ultrapassado este número: até quinta-feira da semana seguinte, todos os clientes haviam sido contatados e apenas dois não transferiram seus ativos para a Quadrant, diz ele.

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Brasil ainda é um dos mais atrativos para investimento estrangeiro



Por Assis Moreira

Scott Eells/Bloomberg

GENEBRA  -  O Brasil continua a ser um dos países mais atrativos para investimento estrangeiro direto (IED), mas o “toque mágico” dos Bric - grupo composto por Brasil, Rússia, Índia e China - para capturar operações de grandes companhias parece estar diminuindo.

É o que mostra pesquisa da consultoria e auditoria Ernst & Young (EY) com 808 empresários, focada principalmente na Europa ocidental. Na percepção das empresas já estabelecidas nos países, 45% colocam essa região em recuperação como a mais atrativa para fazer IED, praticamente empatando com os 44% de preferência também pela China. 

A América do Norte fica em terceiro com 31%, seguida dos países do leste europeu com 29%, Rússia com 19%, Índia com 17% e o Brasil com 13% das preferências.

Na pesquisa deste ano, a atratividade acumulada dos Bric declinou 15 pontos percentuais - mas o Brasil sozinho é responsável por 13 pontos de queda. Comparado aos resultados de 2012, a percepção de atratividade do Brasil caiu cinco pontos e, da Índia, quatro, enquanto os resultados de China e da Rússia se mantiveram inalterados.

Para a EY, o rápido crescimento econômico dos Bric nos anos anteriores ofuscou alguns de seus desequilíbrios estruturais. Agora, fuga de capital, desvalorização das moedas e “implosão” financeira são apontados pela consultoria como preocupações imediatas em relação a essas grandes economias emergentes.

Ao mesmo tempo, a EY mostra que a Europa ocidental começa a atrair de novo as empresas estrangeiras, incluindo as companhias dos Bric. A parte da Europa na atração de IED caiu de 50% do total mundial em 2002 para apenas 20% no ano passado. Mas o resultado de 2013 já foi melhor, no rastro das expectativas de saída da recessão. A Alemanha, Reino Unido, Holanda e Bélgica são os países que mais atraem investimento das multinacionais na região.

A diferença é que os investidores agora focam mais no consumo, e menos na produção, na Europa ocidental. Estão interessados particularmente nas vendas para os 500 milhões de consumidores “ricos” do velho continente, que tem PIB de 12 trilhões de euros.

Companhias dos emergentes também colocam mais dinheiro na Europa ocidental, interessados nas atividades de pesquisa e inovação. Segundo a EY, em 2013, a Europa ocidental atraiu 3.955 projetos de empresas estrangeiras, 4% a mais do que no ano anterior. Desse total, empresas dos Bric anunciaram 313 projetos na região e 16,9 mil novas contratações de funcionários, recorde nos dois casos.

Sem surpresa, a China é o principal investidor dos Bric na Europa, com 153 projetos (49%) e 7.135 empregos criados. A Índia vem em segundo, com 103 projetos e quase 7 mil empregos a mais. A Rússia anunciou 44 operações e, o Brasil, 13. A consultoria não menciona o número de empregos criados.

Outro levantamento mostra que o IED na África atingiu o maior nível na última década, acima de 80%. Segundo o levantamento, a alta é puxada pelo crescimento de 4,3% dos investimentos destinados à África subsaariana. O Reino Unido continua a ser o principal incentivador no continente, mas o investimento intra-africano sobe de forma constante. Os setores ligados ao consumo são os que mais crescem à medida em que a classe média da África se expande.

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Corporate Zombies no JPC Cast número treze.


Corporate Zombies no JPC Cast número treze. Acessem e ouçam as críticas.
Resistência CZ nunca para !!!

http://lokotopia.com.br/jpc-cast-013-ex-herois-e-corporate-zombies/

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O horário flexível pode ser armadilha na carreira - Timer Zombies





Pesquisa da Universidade de Washington mostra que o preconceito e estereótipos ainda rondam profissionais que usam o benefício do horário flexível no trabalho

Camila Pati,

Relógio de ponto: preconceito no Brasil é com quem sai cedo do trabalho
São Paulo - Sim, horário flexível é um dos benefícios mais desejados pelos funcionários. E por conta disso, muitas empresas passaram a oferecê-lo. Google, Unilever, Bosch e 3M são exemplos de lugares com “relógios de ponto mais elásticos” para seus empregados.

Mas, o paraíso que é uma empresa com menos rigidez no horário de entrada e saída pode ganhar contornos infernais, na hora de encarar a avaliação anual de desempenho.

É o que mostra trecho de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Washington, publicado pela Harvard Business Review na semana passada. A íntegra da pesquisa será divulgada ainda este ano pelo Journal of Applied Psychology.

Os pesquisadores verificaram que o horário escolhido para o expediente pode fazer grande diferença na imagem do profissional perante seu chefe o que, consequentemente, “respinga” na avaliação da sua performance.

Nos Estados Unidos, concluíram os professores da Universidade de Washington, a velha máxima do “Deus ajuda quem cedo madruga” parece ainda estar valendo.

Isso porque aqueles funcionários que pisam no escritório ao raiar do dia, em geral, recebem avaliações mais generosas do que os seus colegas que preferem bater o cartão mais tarde, mesmo que, na soma de horas, trabalhem igual ou até mais do que seus pares “matutinos”.

Por lá, quem acorda cedo para encarar o expediente é visto como mais aplicado ao trabalho do que profissionais “corujões”. A hipótese verificada empiricamente pelos pesquisadores é que as pessoas ainda associam, mesmo que inconscientemente, o período da manhã com estado de maior consciência e efetividade no trabalho.

Eles descobriram ainda que desempenhos profissionais idênticos podiam ser avaliados diferentemente se horário de entrada na empresa variasse. Assim, mesmo sendo produtivo na mesma medida do colega que entra às 7h no trabalho, o profissional que chega às 11h era preterido na avaliação.

Ou seja, quer você concorde ou não, os resultados da pesquisa demonstram o que, na prática, muitas pessoas vivenciam, mesmo de maneira velada. De nada adianta ter horário flexível se o que ainda está em voga são os estereótipos.

No Brasil, reinam os “corujões”

Muda o hemisfério, invertem-se os horários e seus preconceitos. “O Brasil é preconceituoso, sim, com relação à jornada flexível. Há preconceitos, porém, não com o horário de entrada, mas, sim, com o horário de saída”, diz Marcelo Braga, sócio da Search Consultoria em Recursos Humanos.

Por aqui, o primado é dos “corujões”. O estereótipo de comprometido cabe ao funcionário que estica ao máximo o horário de saída. “A hora de entrada não é tão percebida quanto a de saída”, diz Braga.

Ninguém reparou na sua chegada, mas “largue a caneta” todo dia ao badalar das 18h e será, inevitavelmente, notado. Por outro lado, seja o último a sair do escritório e ganhe fama de “trabalhador”. “É esta a percepção que o ambiente cultural do mercado brasileiro retrata”, diz Braga.

Como usar o horário flexível sem se “queimar” com o chefe

Abra o jogo com o seu chefe e verifique o que pesa na avaliação que ele faz do seu desempenho, recomenda Rogério Boeira, especialista em desenvolvimento de pessoas e fundador da escola de aprendizagem corporativa Cultman.

“São os resultados ou o tempo que você fica disponível dentro da empresa que valem mais”, diz Boeira. Saber o que é importante para o seu chefe é essencial para negociar com ele de que maneira é possível flexibilizar o horário sem ter consequências negativas para a carreira.

Mantê-lo informado, caso decida entrar mais tarde ou sair mais cedo, também é fundamental para minimizar conflitos, segundo ele. “O problema é que muita gente tem receio de manter diálogo, acha que é o mesmo que pedir permissão para se levantar e ir ao banheiro, mas não é”, diz Boeira. 


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5 ideias (bem) falsas sobre vocação profissional




Confira os mitos sobre vocação profissional em que muita gente ainda acredita, segundo o especialista em orientação profissional Maurício Sampaio

Camila Pati

São Paulo - Para grande parte dos jovens, os primeiros passos na trajetória de carreira podem ser hesitantes. “Será que entrei na trilha certa”, perguntam-se muitos universitários ainda incertos sobre o caminho a percorrer.

Mas muito deste dilema tão presente no começo da carreira é causado por algumas ideias erradas que as pessoas têm em relação a sua vocação de carreira. EXAME.com consultou Maurício Sampaio, especialista em orientação profissional para saber quais os principais mitos que rondam este tema e que só adiam ou atrapalham a tomada de decisões:

Mito 1 Vocação é um chamado e é preciso esperar por ele

Derivada do verbo “vocare” (chamar) do latim, a palavra vocação significa, etimologicamente, um chamado. O problema é que muitas pessoas levam esta origem ao pé-da-letra na hora de escolher uma profissão, segundo Maurício Sampaio.

“Ficam esperando a chegada desse chamado. Mas, vocação não é um chamado, é algo que se desenvolve, que se trabalha, até descobrir”, diz o especialista.

Ou seja, não é que um belo dia, sem aviso, você vai escutar uma voz o chamando para determinada profissão. Não há evento mágico neste processo, diz o especialista, só é possível descobrir a vocação investindo em autoconhecimento.

“É preciso prestar atenção em talentos, habilidades, valores pessoais, missão e propósito de vida. Parece piegas falar dessas coisas. Mas é incrível como as pessoas não se conhecem e não pensam nisso”, diz Sampaio.

Mito 2 Vocação se descobre “na marra”

Muitas pessoas partem logo para prática, querem descobrir sua vocação “na marra” e , para isso, navegam por cursos e empresas ao sabor do vento. Resultado: mudam de cursos universitários, de estágios, e futuramente de emprego, como quem troca de roupa. E o pior: nunca estão satisfeitas.

“Muita gente aposta nesta tática do tentar e errar. Vai fazendo qualquer coisa, achando que uma hora vai achar a verdadeira vocação. Para eles, o que importa é não ficar parado”, diz Sampaio.

Só que esta estratégia é cara. “Custa tempo e dinheiro. Imagina pagar nove meses de uma mensalidade de 2,5 mil reais em uma faculdade, mudar de curso, fazer mais uns meses, e mudar de novo”, diz Sampaio.

Mais uma vez: escolhas acertadas são aquelas que levam em conta talentos, habilidades, valores, propósito e missão de vida. Pensar nisso é o primeiro passo. Não pule esta etapa.

Mito 3 Só há uma profissão certa para cada um

Há mais de uma opção de carreira ou profissão certa, garante Sampaio. “Pesquisas mostram que um jovem hoje da Geração Y vai percorrer 14 ocupações diferentes até o fim da carreira”, diz Sampaio.

De acordo com ele, o que deve ser avaliado na hora decidir o rumo profissional são as atmosferas de trabalho mais adequadas a cada um.

Existe quem prefira lidar com uma atmosfera mais lógica, de profissões na área de matemática, estatística, economia. Há quem, por outro lado, prefira uma atmosfera de trabalho ligada à comunicação, aí são carreiras na publicidade, jornalismo, marketing, recursos humanos.

“A vocação de uma pessoa é para uma atmosfera de trabalho, não para apenas uma profissão”, afirma Sampaio.

Mito 4 É melhor continuar só estudando até a vocação aparecer

“Vejo muita gente que não sabe o que vai fazer e que, por isso, vai emendando um curso em outro, fazendo três, até quatro pós-graduações, sem nunca ter trabalhado”, diz Sampaio.

Segundo ele, são frequentes os casos de jovens que adiam a hora de pensar sobre sua vocação profissional e, para isso, usam o estudo como principal justificativa.

Os cursos ajudam nas decisões sobre rumos de carreira, mas experiências profissionais não devem ser preteridas. Lembre-se: a fase de estágio também traz importantes subsídios para quem está em busca de sua vocação.

Mito 5 Há pessoas que não têm vocação para nada

Nada disso. De acordo com Maurício Sampaio, qualquer pessoa tem um talento, qualquer pessoa tem uma vocação. “Não existe quem não sirva para nada”, garante o especialista. É questão de ser honesto consigo mesmo, de se autoavaliar para descobrir.

Não sabe por onde começar a investigar sua vocação? Sampaio dá a dica: “a pessoa deve se perguntar em que atividades ela simplesmente não vê a hora passar.” É um começo, não é? Só não vale responder: dormir.

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"Investidores não fogem das ações se as estatais são boas", diz autor




Extraído de: economia.uol   Maio 10, 2014
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Privatizar ou estatizar? O tema é sensível às vésperas de uma campanha presidencial –ainda mais em meio à criação de uma CPI da Petrobras . 

Os professores Sérgio Lazzarini, do Insper, e Aldo Musacchio, de Harvard, mostram no livro "Reinventing State Capitalism" (Reinventando o Capitalismo de Estado) que a discussão é mais profunda do que demonstra o oportunismo com que a tratam alguns políticos. 

A obra indica que o "capitalismo de Estado" se reinventou nos últimos anos. Os países abriram o capital de suas estatais para melhorar a gestão ou privatizaram e mantiveram participações minoritárias nelas. 

Zé Carlos Barreta/Folhapress 
Sergio Lazzarini, um dos autores do livro "Reinventing State Capitalism" 

"Os investidores não fogem das estatais. Eles só querem boas estatais", disse Lazzarini à Folha, sobre a queda das ações da Petrobras . Lançado nos EUA, o livro deve sair no Brasil em outubro pela Companhia das Letras. 

Folha - O que é o "capitalismo de Estado"?

Sergio Lazzarini - Quando se fala em "capitalismo de Estado", o que vem na cabeça é uma estatal tradicional como os Correios. Mas hoje os governos participam das empresas por meio de participações acionárias, que podem ser majoritárias, como na Petrobras , ou minoritárias, como as fatias do BNDES em diversas companhias. 

Como o "capitalismo de Estado" se reinventou?

O Estado se expandiu muito após a crise de 1929. Na América Latina e na Ásia, o setor público cresceu quando os países tiveram que se industrializar. 

Por necessidade ou ideologia, os governos abraçaram a economia e foram tentados a fazer políticas que suportavam seus interesses. Nos anos 1980, esse modelo de estatal faliu e vieram as privatizações. 

O que ocorreu?

Ao contrário do que se pensa, o Estado permaneceu nas empresas com participações minoritárias. A Vale é um caso típico no qual o bloco de controle é formado por empresas privadas, BNDES e fundos de pensão. Em tese isso pode ser positivo, pois é gestão privada com participação do governo para suprimir falhas de mercado, como captar recursos para um grande projeto. 

Em vários países, também ocorreu a transformação das grandes estatais em corporações. São estatais listadas em Bolsa, transparen- tes, que atraem investidores externos. A Petrobras teoricamente passou por isso. 

Esses modelos foram deturpados?

Se as instituições não são sólidas, a estatal é capturada de novo pelo governo. Não adianta a empresa ser listada em Bolsa se a presidente dá uma canetada para segurar o preço da gasolina. 

Também não adianta um banco de desenvolvimento apoiar empresas se não houver critério de alocação de recursos e forem escolhidas campeãs nacionais. 

Comparamos a norueguesa Statoil com a Petrobras . Lá o presidente não é sujeito a interferência política, há muitos conselheiros externos e o órgão regulador é forte. 

Uma empresa estatal deve ter objetivos sociais?

Se a empresa não tem objetivo social, por que ser estatal? É natural que ela queira desenvolver setores que o setor privado não atende. Tudo bem se isso for claro e estável. Se os investidores soubessem qual é a política de reajuste de preços da Petrobras , não haveria problema. 

A Petrobras é o grande exemplo de "capitalismo de Estado" no Brasil e vive uma grave crise. Como resolver?

No final dos anos 1990, a Petrobras estava se modernizando e melhorando sua governança. Mas começou a ser utilizada para fins políticos e até geopolíticos, como a parceria com a PDVSA (estatal venezuelana). O golpe de misericórdia foi o controle do preço da gasolina. 

É preciso reforçar o conselho com técnicos, fortalecer a agência reguladora e definir um modelo previsível de reajuste da gasolina. 

Qual é o futuro do "capitalismo de Estado"?

A participação do Estado nas empresas veio para ficar e cada país terá o seu modelo, que vai depender do impacto na opinião pública. O fato é que não dá para usar as estatais para fins eleitorais e controle direto da economia. Um dia a conta chega. 

"Reinventing State Capitalism - Leviathan in Business, Brazil and Beyond"AUTORES Sergio Lazzarini e Aldo Musacchio
EDITORA Harvard University Press
QUANTO US$ 44 (R$ 98; 368 págs.) 

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"Quem montar uma carteira de ações agora vai morrer de rir em 10 anos", diz especialista




Segundo o consultor da Magno, Sérgio Volk, não precisa de nenhuma técnica de valuation para perceber que o Ibovespa, hoje, está de graça

Por Arthur Ordones |

SÃO PAULO – O consultor da Magno, Sérgio Volk, afirmou que a bolsa de valores brasileira está muito barata, em entrevista exclusiva ao InfoMoney. “Quem montar uma carteira agora, com o Ibovespa nos 48 mil pontos, para os próximos 10 ou 15 anos, vai morrer de rir lá na frente”, disse.

Segundo o especialista, pelo próprio mercado, valor da ação, resultado e patrimônio, você consegue perceber que a ação está barata. “Não precisa de nenhuma técnica de valuation para perceber que o Ibovespa, hoje, está de graça”, afirmou. “E não tem erro na hora de escolher os papéis: alimentos, bancos e exportadoras. Só assim você fica imune”, completou.

Para ele, nossa bolsa está cheia de papéis baratos, como a Ambev (ABEV3) e o setor de bancos, principalmente. “Mas já com a Petrobras (PETR4), Vale (VALE5) e o setor elétrico eu ficaria mais esperto... Eu ficaria longe por enquanto, porque estão sujeitos a muitos outros fatores, como intervenções governamentais”, alertou Volk.

Falta educação financeira

O consultor explicou que se o brasileiro não for para o mercado de capitais, ele não vai conseguir acumular dinheiro para o futuro, para se aposentar, como os americanos fazem. “Não tem como se aposentar aplicando em CDB ou em fundos, tem que fazer uma carteira boa na bolsa. O americano não olha só a poupança, ele olha o efeito riqueza, ou seja, o potencial que você tem em uma carteira de ações, que pode te dar uma fortuna no médio prazo”, disse.

Para ele, o principal problema do Brasil, neste quesito, é a educação financeira. “Se você entra em um banco hoje, o gerente vai te aconselhar a investir na poupança ou no CDB, ou seja, nem ele está treinado para te oferecer o mercado de capitais”, finalizou Volk.

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Gol tem nono trimestre de prejuízo e já acumula perdas de R$ 2,3 bilhões desde 2012





Dólar e combustível são os vilões mais uma vez. Para se blindar contra a oscilação cambial, empresa amplia destinos internacionais

Danielle Nogueira



RIO - A Gol encerrou o primeiro trimestre com prejuízo líquido de R$ 96 milhões, crescimento de 27,7% em relação ao resultado negativo de R$ 75 milhões em igual período de 2013. É o nono trimestre consecutivo de perdas, que vem sendo registradas desde 2012. Ao longo dos últimos nove trimestres, a companhia acumula prejuízo líquido de R$ 2,3 bilhões.



Em relação ao quarto trimestre, o prejuízo também subiu. A alta foi de 398% em relação aos R$ 19 milhões de perdas. A perda atribuída aos acionistas controladores foi de R$ 131,2 bilhões, alta de 75,3% ante o primeiro trimestre de 2013.



A apreciação do dólar e o aumento do preço do combustível foram mais uma vez os fatores determinantes para o desempenho negativo. O preço do Querosene de Aviação (QAV) subiu 8,1%, para uma média de R$ 2,62 entre janeiro e março de 2014, um recorde. E a desvalorização do real ante o dólar foi de 18% no período, na comparação com o primeiro trimestre de 2013.



Cerca de 55% das despesas da Gol são em dólar (manutenção, leasing de aviões e o próprio combustível), o que explica a elevada exposição da companhia às variações cambiais.



O impacto da mudança de câmbio na Venezuela também influenciou o resultado. A Gol reconheceu perda de R$ 76 milhões no primeiro trimestre, como já havia divulgado há algumas semanas. A Venezuela desvalorizou o bolívar (moeda local), provocando perdas para várias aéreas.



Para os próximos meses, a Gol aposta em um cenário mais favorável:



– No segundo trimestre, acreditamos que o cenário vai melhorar, com redução do preço do combustível e menor desvalorização do real – disse em teleconferências com jornalistas Edmar Lopes, vice-presidente financeiro e de Relações com Investidores.



Para se blindar contra as variações cambiais, a Gol vem adotando a estratégia de ampliar sua receita em dólar, elevando os destinos internacionais. Ontem mesmo a companhia anunciou o início da venda de bilhetes para Santiago do Chile, a partir de julho. A empresa também passou a voar de Fortaleza para Buenos Aires.



Atualmente, o mercado internacional representa 12% da receita da empresa. A meta é chegar a 17% em 2016.



No caso da Venezuela, o presidente da Gol, Paulo Sérgio Kakinoff, disse que a companhia manterá as operações no país, apesar do cenário adverso:



– Acreditamos que esse cenário de câmbio (na Venezuela) veio para ficar. Temos 11 frequências para Caracas e dez delas são, na verdade, conexões para outros destinos (Aruba e Punta Cana). Há possibilidade de redução de oferta para a Venezuela por razões sazonais de demanda, não por causa da alteração no câmbio



Receita recorde



As perdas no trimestre contrastam com o resultado operacional da companhia. O lucro operacional foi de R$ 144 milhões (alta de 43% ante o primeiro trimestre de 2013), e a receita líquida atingiu seu maior nível para um primeiro trimestre, totalizando R$2,5 bilhões, aumento de 20% ante igual período.

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Veja cinco dicas para ser promovido no trabalho




Danilo Schramm
Do UOL, em São Paulo 08/04/2014

Conquistar uma promoção no trabalho pode ser o desejo da maioria dos profissionais e importante para a carreira. Mas engana-se quem pensa que somente a vaga deixada por um colega que saiu da empresa é suficiente para que seu chefe te promova a um novo cargo.

Para o diretor-geral do site Trabalhando.com, Caio Infante, este é um bom momento para começar a negociar a promoção. Porém, para falar sobre uma mudança de cargo é necessário mostrar que merece. "Acredito que o funcionário precisa ter um bom histórico e ter muito conhecimento de sua importância", diz.

De acordo com a gerente de RH da Catho, Angélica Nogueira, o profissional precisa entender se o gestor está satisfeito com seu trabalho, pois os resultados são os maiores motivadores para uma empresa recompensar o funcionário.

"Entre um empregado desmotivado com muitos anos de casa e outro com desempenho acima da média, mas com menos tempo na empresa, o mais novo sairá na frente". Ela indica pedir um feedback para entender como o chefe enxerga as suas realizações.

A coach e colunista do UOL e do Emprego Certo, Daniela do Lago, afirma que a performance comportamental também precisa desenvolvida para conquistar novas posições na companhia. "Cuide de seus relacionamentos e comportamentos, pois mesmo tendo um bom desempenho nas tarefas, maus hábitos como atrasos e faltas podem te prejudicar".

A pedido do UOL Empregos e Carreiras, os especialistas elaboraram cinco dicas importantes para quem deseja receber uma promoção no trabalho. Confira:

Veja cinco dicas para ser promovido no trabalho
1
Capacite-se 
Nunca deixe de se capacitar e se aperfeiçoar profissionalmente

2
Produza 
Entregue mais sempre. Excelentes resultados irão ajudá-lo em qualquer ambiente

3
Descubra 
Observe e converse com pessoas que já foram promovidas e tente descobrir quais características foram importantes para assumir outro cargo

4
Prepare-se 
Aprenda com as pessoas que estão em cargos mais altos. Isso o deixará mais preparado, caso surja uma oportunidade

5
Informe-se 
Antes de falar sobre promoção, é importante saber se a empresa não está em crise financeira ou se congelou as contratações e promoções momentaneamente


Não consegui me adaptar ao novo cargo. E agora?
Em alguns casos, a promoção pode se tornar uma armadilha se o profissional não apresentar resultados positivos ou não se adaptar ao novo cargo. Assim, Angélica sugere que o profissional tenha uma conversa sincera com o gestor para que juntos avaliem como a situação pode ser contornada.

"Pode ser apenas um período de adaptação e com um direcionamento, o profissional poderá atingir um bom desempenho", declara a gerente de RH.

Se mesmo depois de uma nova chance o profissional não conseguir atingir às expectativas do empregador, será difícil retornar à antiga função, afirma Caio Infante. "Isso é algo muito improvável, principalmente se o profissional pediu a promoção. A empresa não daria responsabilidades para o profissional novamente".

Por isso, afirma Daniela do Lago, é importante manter o foco e saber onde se pretende chegar na carreira, pois não existem lugares de gerentes, diretores e presidentes para todos. "E isso não representa o sucesso para todos os profissionais."

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Hotéis caem na real com Copa (e abaixam preços)



São Paulo – O torcedor que, em janeiro, planejou sua viagem para o Rio de Janeiro para assistir à final da Copa do Mundo 2014 muito provavelmente se assustou com a média de preços para a hospedagem em hotéis da cidade: R$ 1.441.

Ainda otimista com os frutos que o evento esportivo poderia render, o setor hoteleiro seguiu a lógica do mercado: elevou os preços com a expectativa de que a demanda fosse ser estrondosa, compatível ao discurso do governo de que essa seria a “Copa das Copas”.

No entanto, agora no mês de abril, com o megaevento já batendo à porta, o setor parece ter tomado um banho de água fria e já começa a reavaliar sua estratégia com promoções e diminuição significante dos preços.

A média de valor para hospedagem para a mesma partida citada acima, por exemplo, caiu 43%, para R$ 816, segundo levantamento feito pelo Trivago, site que compara preços de hotéis no mundo inteiro.

A queda não é exclusividade da capital carioca.

Os preços de hospedagem para a abertura do Mundial, que acontecerá no dia 12 de junho em São Paulo, variaram de R$ 775 em janeiro para R$ 621 em abril.

“Houve um claro erro de cálculo. Em São Paulo, é certeza que os hotéis terão uma ocupação baixa, aquém das expectativas”, afirma José Ernesto Marino Neto, presidente da BSH International, empresa de consultoria do setor hoteleiro.

Quartos vazios


Com pouco mais de quarenta dias para o início da Copa, 40% dos quartos dos hotéis do país ainda estão disponíveis durante o período do evento, que vai de 12 de junho a 13 de julho.

O levantamento é do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), que utiliza dados de sua rede credenciada, que corresponde a 71% dos quartos das grandes redes nacionais e internacionais que operam no país. (Veja a pesquisa completa no final da matéria)

Em relação especificamente a cada cidade-sede, o valor mais discrepante é o de São Paulo, que ainda tem 64% dos quartos desocupados. Apenas 24% das vagas já foram vendidas e 12% fazem parte da cota bloqueada pela Fifa.

Segundo a assessoria da FOHB, o fenômeno pode ser explicado, em parte, porque a cidade possui o maior parque hoteleiro do país, com cerca de 43 mil quartos.

Esse total seria suficiente para abrigar mais de um grande evento ao mesmo tempo, sem que a lotação máxima seja atingida.

Além disso, para a entidade, já era esperado que o turismo de lazer motivado pela Copa não seria capaz de compensar o turismo de negócios, parcialmente suspenso ou adiado pelas empresas.

De quem é a culpa?

É fato que a grande maioria do público que comparecerá às partidas é formada pelos próprios brasileiros, o que diminui a necessidade de hospedagem, uma vez que viagens de ida e volta podem ser realizadas no mesmo dia.

Apesar desses argumentos, o presidente da BSH discorda completamente que o “fracasso” de ocupação fosse esperado pelo setor hoteleiro. De acordo com ele, a taxa normal de ocupação (sem Copa) em São Paulo nos meses de junho e julho supera os 70%.

“Superestimou-se muito a demanda. O governo cometeu um erro grave e fez com que todo mundo no Brasil acreditasse Copa ia lotar o país inteiro, de ponta a ponta”, afirma Marino Neto.

Na avaliação dele, a Embratur não cumpriu com o papel de divulgação da imagem do país no exterior.

“Os maiores mercados do mundo estão a mais de 10 horas de voo distantes do Brasil. O evento por si só não é capaz de motivar os turistas a enfrentarem essa distância”.

“Ao contrário da África do Sul, não fizermos o dever de casa. Não vamos alcançar todo o potencial que a Copa poderia trazer, pois o Brasil não foi apresentado da maneira como deveria ter sido, com todas as suas atrações para os turistas”, disse.

Marino Neto acredita ainda que a onda de manifestações e a preocupação com a segurança pública pode ter contribuído para afastar os estrangeiros, que tiveram intensificada a visão do Brasil como um país violento, devido aos recentes confrontos entre polícia e população.

Quem sai ganhando


No entanto, o cenário pessimista não chega a atingir todas as cidades que sediarão os jogos.

Para Marino Neto, apesar de ser quase certeza que Rio e São Paulo sairão perdendo, ainda há esperança para cidades com menor potencial turístico e parque hoteleiro que as duas grandes capitais.

No bolão do especialista, Natal sairá ganhando com o preço médio de hospedagem de R$ 487. Já Curitiba empata, com a média de preço de R$ 496.

Veja na íntegra a pesquisa do FOHB:

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Volta do Ebola na África aumenta vigilância nos aeroportos para Copa - Zombies estão chegando..



Leandro Mazzini 10/05/2014 06:58

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária redobrou a atenção e informa estar preparada em todos os aeroportos. Vinte anos depois, justamente durante uma Copa do Mundo, o vírus Ebola volta a assustar o mundo, em especial a África Ocidental, onde teve origem.

A ONG Médicos Sem Fronteiras enviou mais 60 profissionais para a região. O vírus já matou 135 vítimas nos últimos meses na Guiné e Libéria. Há uma preocupação de entrada do vírus no Brasil com a chega das seleções e de turistas vindos do Continente.

As seleções da África classificadas para a Copa são Camarões, Nigéria, Gana, Costa do Marfim e Argélia – os três primeiros da região ocidental e vizinhos da Guiné e Libéria.

Até abril, a Guiné registrou 197 casos suspeitos e 122 mortes – outros 27 casos na Libéria, com 13 mortes. A PF e a Anvisa estarão atentos na imigração dos aeroportos.

Enquanto a vigilância aumenta nos aeroportos, uma preocupação já ronda as autoridades de saúde e policiais em São Paulo. Fontes indicam que há suspeita de dois casos de Ebola em estrangeiros que migraram do Acre para o Sudeste. Procurada, a assessoria da Secretaria Municipal de Saúde de SP nega casos registrados do vírus, mas não comenta sobre as suspeitas.

O Acre tornou-se entrada de estrangeiros ilegais, não somente de haitianos – a maioria – mas também senegaleses e angolanos, que podem chegar ao Brasil infectados com o vírus.

Em nota enviada, a Anvisa “reafirma que as Coordenações de Portos e Aeroportos nos Estados estão atentas e capacitadas para qualquer determinação de controle''. A agência também informa que “os planos de contingencia estão prontos para serem acionados para qualquer evento de saúde publica. A Agência já tem o trabalho de rotina e vai acompanhar todos os desembarques internacionais durante a Copa''.

O Ebola foi descoberto em pesquisas de laboratórios em 1976. É um vírus que causa uma febre hemorrágica forte e rápida, e que mata até 85% das vítimas afetadas.

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Corporate Zombies na Revista É!

http://www.revistae.com.br/revista/index.php?edicao=87&paginas=84


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Bons demais para tarefas pequenas.




 Daniela do Lago

06/05/201406h00

O castigo mais terrível para qualquer ser humano, conforme Dostoiévski, seria a condenação a uma vida inteira de trabalho "absolutamente desprovido de utilidade e sentido".

Ele tinha razão ao afirmar que o sentido é importante, mas percebo certa confusão dos profissionais ao imaginar o que realmente é o sentido do trabalho e como podemos encontrá-lo.

Podemos identificar os cinco aspectos comuns sobre sentido do trabalho: ganhar dinheiro, alcançar status, fazer a diferença, seguir nossas paixões e usar nossos talentos.

Claro que esse tal de sentido tem que ser diferente para cada pessoa, mas o tema que quero abordar neste artigo é que na ânsia pela busca do sentido no trabalho alguns profissionais estão fazendo a maior confusão.

Independente de qual é o objetivo de sua vida profissional, este sentido só será percebido com o tempo e não imediatamente quando começa a desempenhar uma determinada tarefa.

Existe uma diferença entre realizar tarefas e o que compreende o trabalho em si. De uma forma bem resumida, podemos dizer que o trabalho será dividido em tarefas, algumas mais importantes que outras, mas todas são necessárias para realização de um bom trabalho.

Recebo reclamações recorrentes de profissionais que se acham bons demais para realizar aquela "pequena" tarefa na empresa. E em alguns casos, na verdade realmente são, mas é daí que vem a confusão toda.

Observo profissionais que durante os primeiros meses na nova empresa (alguns até nas primeiras semanas) desistem e querem mudar de emprego por achar que não encontraram sentido no trabalho.

Importante salientar que quanto mais no início da carreira, mais atividades tidas como pequenas e de menor importância terá que fazer. A somatória destas tarefas é que comprovará o quão bom você realmente é.

Conforme os resultados vão aparecendo, poderá escolher melhores tarefas para desempenhar. Mas isso requer tempo!

Não estou dizendo para ficar estagnado em um emprego que não atende mais sua personalidade ou aspiração. Todos nós mudamos, aprendemos mais a nosso respeito e modificamos nossas prioridades e perspectivas.

Isso não significa que tenha chegado a essa conclusão logo no início do trabalho atual. Espere pelo menos um ciclo de seis meses a um ano na empresa e faça toda e qualquer tarefa com excelência.

A diferença entre realizar uma tarefa com excelência e fazer de qualquer jeito (famoso "meia boca") te dará quase que o mesmo trabalho, mas os resultados são completamente diferentes.

Encontrar sentido no trabalho não significa que não tenha que lidar com tarefas chatas, insignificantes e pequenas. Pelo contrário.

Faça o que tem que ser feito com dedicação e dê tempo ao tempo. Essas ações simples já serão um bom começo para encontrar o tal sentido no trabalho.

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Zombies Candy Crush


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Símbolos que zumbificaram nossa sociedade..


Coreia do Norte: quem são os homens que anotam cada palavra de Kim Jong-un? Shadow-Zombie.



http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2014/04/28/coreia-do-norte-quem-sao-os-homens-que-anotam-cada-palavra-de-kim-jong-un.htm


Quem são os homens que anotam cada palavra do ditador da Coreia do Norte?
Fotografias divulgadas recentemente do líder norte-coreano Kim Jong-un chamaram a atenção por um detalhe em comum: em todas as fotos, ele aparece rodeado por oficiais e generais fazendo anotações em cadernos. As imagens foram publicadas pela Agência de Notícias Central (KCNA), do governo, e mostram o ditador caminhando em um porto pesqueiro, conversando com um piloto que faz um voo de treinamento e inspecionando as instalações de um acampamento juvenil reformado. E quem são aqueles homens fazendo tantas anotações? Eles não são jornalistas, e sim soldados, membros do partido ou funcionários do governo, que registram até as piadas feitas pelo líder Getty Images

Uma série de fotografias divulgadas recentemente do líder norte-coreano Kim Jong-un chamaram a atenção por um detalhe em comum: em todas elas, ele está rodeado por oficiais e generais fazendo anotações em cadernos idênticos.

As fotografias, da Agência de Notícias Central (KCNA) no país, mostram Kim Jong-un observando uma unidade de mulheres do Exército que realizavam a simulação do lançamento de um míssil.

Ele também é visto caminhando em um porto pesqueiro, conversando com um piloto que faz um voo de treinamento e desfrutando das instalações de um acampamento juvenil reformado.

Mas quem são aqueles homens fazendo tantas anotações? Eles não são jornalistas, e sim soldados, membros do partido ou funcionários do governo, segundo o professor James Grayson, especialista em Coreia do Norte da Universidade de Sheffield, na Inglaterra.

De acordo com Grayson, o que se quer demonstrar ali é o suposto poder do líder, seu conhecimento, sabedoria e preparação. É uma espécie de "aula in loco" que Kim dá a seus seguidores, uma prática que começou com seu avô Kim Il-sung nos anos 1950. "É parte da imagem do grande líder que oferece conselhos benevolentes."

Orientação prática
E do que se tratam esses conselhos? Se Kim estiver seguindo os passos do seu avô, podem ser orientações práticas muito específicas.

Depois que Kim Il-sun visitou uma peixaria em 1976, a KCNA escreveu: "Observando um caminhão em funcionamento, o presidente disse que a caçamba parecia pequena comparada com a capacidade do motor. Ele disse que o problema seria resolvido se a caçamba fosse ampliada. Depois, a capacidade da caçamba do caminhão aumentou de 800 quilos a duas toneladas. Como resultado, 20 caminhões agora podiam transportar o que antes 50 caminhões transportavam."

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Aparições públicas de Kim Jong-un29 fotos 22 / 29
13.mar.2014 - Em foto não datada, liberada nesta quinta-feira (13), o líder norte-coreano Kim Jong-Un inspeciona o Zoológico Central de Pyongyang, com novos prédios em construção e outros em reforma KCNA via KNS/AFP
Apesar de tablets estarem disponíveis no país, cadernos continuam sendo o suporte favorito para anotações.

"São imagens que vão ser mostradas na televisão e na mídia estatal, então os homens que estão ali querem ser vistos registrando cada palavra de Kim Jong-un", diz Grayson.

"O objetivo é apresentá-lo como alguém de vasto conhecimento, mas é um tanto ridículo. Ele não tem como saber sobre tantas coisas diferentes. No entanto, é importante que os burocratas que o rodeiam absorvam atentamente suas palavras."

De acordo com o professor Steve Sang, da Escola de Estudos Chineses Contemporâneos da Universidade de Nottingham, os "anotadores" se esforçarão para escrever tudo com muito cuidado.

"Eles não querem escrever nada que seja politicamente impreciso, porque isso pode custar caro", afirma.

As anotações não costumam ser publicadas ou ficar disponíveis para o público, segundo Tsang. "Se algo sair delas, seria através do departamento de propaganda. Se o que for publicado corresponder realmente às anotações ou se é diferente do que o líder realmente disse no momento, não importa. Ninguém irá questionar. Se você está, por exemplo, em uma fábrica, e o conselho que foi divulgado não é o mesmo que você anotou, o que poderia fazer a respeito?"

Lucro da empresa que criou Angry Birds caiu 50% em 2013 - Birds Zombies



A empresa finlandesa Rovio, criadora do jogo Andry Birds, anunciou nesta segunda-feira uma redução de 50% do lucro líquido em 2013 com relação ao ano anterior, em um contexto de fortes investimentos.

Em 2013, a Rovio, que apostou em uma estratégia de expansão rápida, registrou uma lucro líquido de 26,9 milhões de euros, contra 55,5 milhões no ano anterior, ressaltou a empresa em um comunicado.

O volume de negócios aumentou apenas 2,5% durante o ano, a 156 milhões de euros.

A empresa ficou conhecida com seu jogo para telefones celulares Angry Birds, que consiste em projetar pássaros contra porcos que roubaram seus ovos.

Com o sucesso, a empresa quer ir além e se tornar uma companhia de entretenimento em escala mundial. Confiante no futuro, a Rovio abriu em 2013 seis parques na Finlândia, Espanha e China. Também publicou livros infantis e produziu filmes de animação.

A venda de produtos derivados, como os jogos Angry Birds, representam cerca da metade (47%) do volume de negócios total do grupo.

Veja com a Corporate Zombie já no Acervo Digital




Já estamos listados no acervo Digital da Veja para quem quiser ver nossa reportagem sobre o Livro Corporate Zombies para ir no ano de 2014 edição 2369 pagina 134 !! Nós somos a resistência somos os Corporate Zombies !!

http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx

O problema é que o brasileiro investe errado em fundos imobiliários, diz especialista



Segundo Arthur Vieira de Moraes, os brasileiros precificam os fundos apenas pela lógica da renda fixa, o que gera distorções em relação ao patrimônio dos fundos 
Por Arthur Ordones | 

SÃO PAULO – Arthur Vieira de Moraes, especialista em fundos imobiliários, afirmou que os brasileiros investem errado em FIIs, porque precificam os fundos apenas pela lógica da renda fixa, o que gera distorções em relação ao patrimônio dos fundos, tanto para cima, quanto para baixo.
De acordo com o especialista, um fim do ciclo de aperto monetário, que já levou a Selic de 7,25% para os atuais 11% ao ano, irá indicar que é hora de voltar para os FIIs, afinal, com isso a curva de juros futuros irá inclinar para baixo, o que prejudica a rentabilidade dos títulos de renda fixa, mas não deveria ser assim, pois esse não pode ser o único referencial.

“FII não é renda fixa e, portanto, a Selic é apenas um dos referenciais”, explicou. Para ele, o mercado continua olhando apenas para rendimento e rentabilidade e essa não deve ser a única nem a principal premissa. “Investimentos são escolhidos e precificados de acordo com Risco x Retorno. A prática de olhar apenas o retorno é míope”, completou.

Além disso, o especialista alertou os investidores que, mesmo assim, talvez ainda não seja a hora de voltar para os fundos de investimento imobiliário, afinal, por conta da inflação em alta, na opinião dele, talvez o ciclo de alta da taxa básica de juros não tenha chegado ao fim. “Sobre se é ou não hora, tenho minhas dúvidas quanto ao fim do aperto, já que a inflação degringolou de vez. Mas, está claro que o valor de mercado dos fundos está bem descontado em relação ao patrimônio (P/VPA), o que mostra uma boa oportunidade para quem tem objetivos de longo prazo”, finalizou.

"Deixe o colar de ouro em casa", diz Bloomberg aos turistas que virão para o Copa - Zombie Brasil





Reportagem levanta os números alarmantes da criminalidade no Brasil 
Por Luiza Belloni Veronesi 

SÃO PAULO - O desafio de realizar a Copa do Mundo no Brasil voltou a ser questionado por tablóides internacionais. Além dos atrasos constantes para a finalização das obras para o mundial, os olhos dos estrangeiros estão voltados para um grave problema bem conhecido pelos brasileiros: a falta de segurança.
Uma reportagem publicada no site da norte-americana Bloomberg alertou seus leitores sobre os riscos dos turistas durante o mundial. Entitutlada “Indo para a Copa do Mundo? Deixe o colar de ouro em casa”, a matéria mostra um panorama do aumento da violência no País.

“O crime de rua está crescendo no Rio de Janeiro, maior destino turístico do Brasil”, enfatiza a publicação. “Os assaltos aumentaram 19%, pulando para 37.412 casos, de acordo com dados oficiais. Isso é o dobro da quantidade em Nova York e Cidade do México.”

Segundo a Bloomberg, os crimes cresceram 49% nas principais áreas turísticas da cidade que abrigará a final do evento, que inclui bairros como Copacabana, Flamengo e Ipanema, e lembra que as praias destas regiões sofrem frequentemente incidentes “conhecidos como ‘arrastões’”.

O título da reportagem, inclusive, remete a um exemplo recente da falta de segurança no País, quando uma brasileira perdeu seu colar de ouro para um ladrão durante uma reportagem para a rede Globo - que contava exatamente sobre a violência no País.

Para o mundial, o governo garantiu policiamento em torno dos estádios e em outras áreas turísticas. Estão previstos quase 7.000 policiais militares, incluindo mais 2.000 que tiveram suas férias adiadas. A publicação reconhece que a presença da polícia no Rio de Janeiro tem crescido nos preparativos para a Copa do Mundo e para os Jogos Olímpicos, em 2016.

Motivos para a criminalidade
A Bloomberg também levantou algumas questões que possam justificar o aumento da criminalidade no Brasil. Os motivos variam desde o uso de drogas, especialmente o crack, até corrupção, falta de emprego e pobreza.

“A desaceleração na economia contribuiu para um sentimento de que está desaparecendo oportunidades”, disse a diretora-executiva de um grupo de defesa que trabalha em comunidades, Theresa Williamson à Bloomberg. “Além de uma educação deficiente, o País ainda sofre com falta de saneamento básico, coleta de lixo e energia elétrica.”