Palestra Corporate Zombie na Universidade Mogi das Cruzes

Obrigado pelo apoio e sejam bem vindos a resistência.


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Apocalipse Zumbi tá logo : Duas vítimas do ebola ressuscitaram



PREPARA A SHOTGUN!

Na Libéria, duas pacientes declaradas mortas devido ao ebola, foram flagradas vivas, como se tivessem ressuscitado.


Elas estariam vivendo entre os moradores de duas comunidades diferentes, no condado de Nimba. Os moradores locais afirmaram que as duas mulheres – uma com 40 anos e outra com 60 – voltaram a viver após a morte com o ebola. Elas estavam prestes a serem enterradas, quando voltaram a respirar.


Até dia 21 de setembro, a OMS disse que 2.917 pessoas morreram de Ebola dentre 6.263 casos em cinco países do oeste africano afetados pela doença. E DUAS VOLTARAM DA MORTE, ENTÃO SÃO 2.915 MORTES POR ENQUANTO.

O condado de Nimba disse que a falecida Dorris Quoi do vilarejo Hope e que a segunda vítima, identificada como Ma Kebeh, voltaram a respirar instantes antes do enterro. O corpo das duas estavam em uma área isolada sem comida, remédios e água durante 2 dias anteriores ao enterro.

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Você sabe quem venceu o debate


Daniel Martins de Barros

quarta-feira 27/08/14

Aposto que se fizéssemos um teste cego, colocando as propostas e discursos escritos num telão, sem dizer quem era o autor da frase, teríamos um grande empate – ao menos entre os principais candidatos. (…) Mas você deve ter visto claramente se sair melhor aquele que já contava com sua simpatia; isso porque foi ele que mobilizou mais suas memórias e afetos, influenciando fortemente sua forma de interpretar o que via. Mas não se engane: como a Coca e a Pepsi, eles são todos muito mais parecidos do que suas propagandas querem nos fazer crer.



Calma, não vou dizer ainda que venceu o debate eleitoral. Antes, diga a verdade – mesmo sem ler qualquer análise sobre a performance dos candidatos você já sabia quem tinha se saído melhor, não é verdade? Ainda que tenha visto só um pedaço, foi suficiente para ter uma convicção. Para ser sincero, mesmo que você nem tenha visto, está lendo esse texto já com um bom palpite sobre quem teve o melhor desempenho, certo?

E aí? Você sabe quem venceu, não? Um minuto, já chegamos à resposta.

Antes quero contar sobre um estudo que investigou outra disputa famosa pela escolha do público – o debate Coca versus Pepsi. Há exatos 10 anos os cientistas resolveram investigar porque as pessoas demonstram preferência tão forte por um ou outro desses refrigerantes, se no fundo eles são tão parecidos. Nesse ponto os leitores fãs de um deles já devem estar reclamando, mas o que a experiência mostrou foi que no teste cego, quando os voluntários não sabiam o que estavam tomando, havia empate entre as bebidas (independente do que eles gostavam mais). Quando eram reveladas as marcas, aí as preferências faziam diferença. Mas mesmo quando os pesquisadores ofereciam apenas uma das bebidas em copos com ou sem identificação, as pessoas achavam mais gostosa a bebida com o logotipo à mostra. Comparando a atividade cerebral desses voluntários, descobriu-se que no teste cego, uma área chamada córtex pré-frontal ventromedial (VMPFC) era mais ativada. Essa região está envolvida principalmente com prazer e recompensa, e estes pareciam ser mesmo iguais para os dois refrigerantes nos testes cegos. A grande diferença se deu quando os voluntários sabiam o que estavam tomando. Nesses casos havia também uma ativação do córtex pré-frontal dorsolateral (DLPFC) e do hipocampo, mais intensa no caso da Coca. Essas regiões são associadas respectivamente ao controle mental mais sofisticado e associação de ideias, no caso de DLPFC, e às memórias declarativas e afetivas, no caso do hipocampo.

Traduzindo esses resultados, o que ficou comprovado foi que no teste cego praticamente só o sabor açucarado da bebida é relevante – e nesses casos Coca e Pepsi têm o mesmo gosto. Mas a partir do momento em que sabiam qual bebida era, fatores de outra ordem (lembranças, escolhas) entravam no jogo, e a expectativa alterava a percepção de sabor. A grande preferência por um dos refrigerantes, fica claro, não tem a ver com sua essência, mas com a embalagem cultural que a propaganda vem construindo ao longo das décadas.

Voltando à política, aposto que se fizéssemos um teste cego, colocando as propostas e discursos escritos num telão, sem dizer quem era o autor da frase, teríamos um grande empate – ao menos entre os principais candidatos. Mas o fato é que as pessoas já trazem suas preferências claras antes de o debate começar, e isso influencia sua percepção da performance dos candidatos.

Por isso você sabe quem ganhou. Você deve ter visto claramente se sair melhor aquele que já contava com sua simpatia; isso porque foi ele que mobilizou mais suas memórias e afetos, influenciando fortemente sua forma de interpretar o que via. Mas não se engane: como a Coca e a Pepsi, eles são todos muito mais parecidos do que suas propagandas querem nos fazer crer.

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Fim do dinheiro de plástico? Pagamento mobile deve acabar com cartões até 2020



Consumidor conta com algumas opções de pagamentos sem a necessidade do cartão físico, além do NFC, como mobile money e mobile wallets

Por Juliana Américo Lourenço da Silva |

SÃO PAULO – Há alguns anos já vem se falando de pagamento por celular, tanto que alguns aparelhos já possuem tecnologia NFC (Near Field Communication), que permite a troca de dados por aproximação.

Agora, as carteiras virtuais estão cada vez mais presentes entre as opções de pagamentos dos consumidores; para alguns especialistas, é possível que o pagamento mobile chegue a substituir os cartões de débito e crédito físicos até 2020.

Segundo o diretor de produtos mobile da Visa, Daniel Andrade, o consumidor conta com algumas opções de pagamentos sem a necessidade do cartão físico, além do NFC, como mobile money e mobile wallets. “Hoje, o pagamento por meios móveis é muito complementar, mas no futuro, é inevitável a substituição do plástico pelo celular”.

Uma das vantagens do pagamento com smartphones é o tempo que leva o processo. De maneira geral, o pagamento em dinheiro é o que mais demora, pois, em alguns casos, demanda de troco e a necessidade de realizar contas. Já a diferença entre o cartão e o celular é de poucos segundos, mas quando considerado um estabelecimento de grande fluxo, os clientes podem ser atendidos alguns minutos mais rápido no final.

Por conta disso, o mercado está aceitando bem a nova tecnologia. “As lojas estão investindo na experiência de compra do consumidor”, explica Andrade.

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Entre 8% e 15% da riqueza financeira mundial estão em paraísos fiscais




São Paulo, 10/09 (Enfoque)

(Agência Brasil) - Estima-se que entre 8% e 15% da riqueza financeira líquida mundial estejam em paraísos fiscais, a maior parte sem registro, o que gera perda de recursos públicos de US$ 190 bilhões a US$ 290 bilhões por ano. Os dados fazem parte do Relatório de Comércio e Desenvolvimento 2014 - publicação anual da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) - lançado hoje (10).

"Entre US$ 66 bilhões e US$ 84 bilhões são perdidos por países em desenvolvimento, o que equivale a dois terços do valor anual da Ajuda Pública ao Desenvolvimento", destaca o texto.

O documento critica a queda das tarifas comerciais ao reduzir muito a arrecadação de impostos sobre o comércio exterior, bem como a maior mobilidade do capital e o uso intensivo de paraísos fiscais. Segundo o relatório, isso tem alterado as condições para a tributação sobre a renda e a riqueza. "Os acordos de governança que evoluíram na era da globalização liderada pelas finanças deram liberdade demais às empresas privadas e reduziram demais o espaço para a ação do governo."

O relatório defende que para regular as finanças domésticas é necessário que os mercados financeiros internacionais também sejam regulamentados. Para isso, é preciso conceder papel mais proeminente para instituições como o Comitê de Especialistas em Cooperação Internacional em Matéria Fiscal das Nações Unidas e adotar uma convenção internacional contra a fraude e a evasão fiscais. "A concorrência fiscal entre países, para atrair ou reter investidores estrangeiros, acaba por provocar um nivelamento fiscal por baixo."

Em relação às empresas, o principal veículo de evasão fiscal ou de evasão e fuga de capitais dos países em desenvolvimento é o uso indevido de "preços de transferência" - quando as empresas internacionais definem preços para bens e serviços fornecidos a diferentes partes de sua rede de forma a gerar lucros ou perdas que minimizem o pagamento de impostos. A estimativa da Unctad é que os países em desenvolvimento estejam perdendo mais de R$ 160 bilhões de dólares por ano, valor bem superior ao da soma dos orçamentos de ajuda dos países desenvolvidos.

A Unctad observa ainda que a arquitetura fiscal internacional não se adaptou adequadamente a essa realidade. "Os centros financeiros offshore e as jurisdições sigilosas que os hospedam estão totalmente integrados ao sistema financeiro global e a quantidade significativa de fluxos comerciais e de capital é canalizada por meio deles. O uso dessas jurisdições hoje faz parte da prática empresarial 'normal' na maior parte das grandes empresas e bancos."

Mobilizar a receita fiscal nacional é fundamental, de acordo com o relatório, que reconhece os esforços recentes destinados a melhorar a transparência e o intercâmbio de informações sobre questões fiscais. O alerta, entretanto, é sobre o fato de que tais iniciativas são, na maioria, lideradas pelas economias desenvolvidas - algumas das quais abrigam jurisdições sigilosas e poderosas corporações transnacionais.

Com isso, o texto constata que governos de países ricos e pobres precisam ampliar os gastos públicos em infraestrutura, serviços básicos e transferências sociais, além de financiar investimentos, para reverter o atual quadro econômico de lento crescimento. "Com níveis mais elevados de renda média, surgem uma base tributária mais ampla e fontes mais confiáveis de arrecadação por parte do Estado", informa o relatório. "A atual estrutura da economia global está dificultando a expansão das receitas", acrescenta.

Para evitar o risco de uma queda acentuada do crescimento, o documento orienta que os países em desenvolvimento deem menos ênfase às exportações aos países desenvolvidos e mais destaque às demandas doméstica e regional.

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Goldman Sachs sobre perspectiva da Moody's: "Gato subiu no telhado"





"Há um desempenho da economia que não é favorável, como baixo crescimento, inflação alta e contas públicas com problemas", comentou Alberto Ramos, diretor de pesquisas da Goldman Sachs

 Por Agência Estado


 decisão da Moody's de reduzir a perspectiva do Brasil de neutra para positiva indica que "o gato subiu no telhado" para uma eventual redução da nota soberana do País pela agência em 2015, comentou ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, Alberto Ramos, diretor de pesquisas para a América Latina da Goldman Sachs. "Há um desempenho da economia que não é favorável, como baixo crescimento, inflação alta e contas públicas com problemas", comentou. E, segundo ele, a Moody's adotou um posicionamento em relação a esta realidade.



Ramos, contudo, ponderou que o Brasil pode melhorar as avaliações das agências internacionais de rating se o próximo governo adotar a partir de 2015 uma política econômica que vise recuperar o tripé macroeconômico: inflação na meta, gestão sólida das contas públicas, a ponto de restabelecer uma trajetória cadente da dívida pública bruta e câmbio flutuante.

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Em e-mail para empresários, PT pede dinheiro para Dilma




Dilma dá entrevista no Alvorada 

Empresários de todo o país receberam um e-mail da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff pedindo contribuições financeiras. O texto chama atenção por seguir uma das primeiras orientações dadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comando da campanha petista: em vez de falar em governo Dilma, que é mal avaliado, mencionar os 12 anos de PT no poder e o popular período de Lula no Planalto. Assinado pelo tesoureiro Edinho Silva, a correspondência tenta conquistar a simpatia dos empresários ao mesmo tempo que atribui o fraco desempenho da economia ao exterior. Diz ele: "Construímos, assim, um cenário favorável para a grande maioria das empresas, com ações que se tornaram referências no enfrentamento à  grave crise econômica internacional". E procura incutir nos eventuais doadores o medo de mudança na economia: "O Brasil precisa de um novo ciclo de mudanças para superar problemas estruturais históricos, evitar retrocessos e alcançar seu pleno desenvolvimento". Eis a íntegra da correspondência:

"Em nome da presidenta Dilma Rousseff, venho propor uma importante reflexão. A eleição presidencial é um processo decisivo para o futuro de nosso país. Nossa presidenta é candidata à  reeleição com a convicção de que o Brasil avançou muito nos últimos 12 anos, nos governos do ex-presidente Lula e no seu. Fortalecemos um modelo sustentável de desenvolvimento que associou o crescimento econômico à distribuição de renda e à  ampliação do crédito e do consumo. Construímos, assim, um cenário favorável para a grande maioria das empresas, com ações que se tornaram referências no enfrentamento à  grave crise econômica internacional.

Entretanto, a presidenta Dilma tem consciência de que o Brasil precisa de um novo ciclo de mudanças para superar problemas estruturais históricos, evitar retrocessos e alcançar seu pleno desenvolvimento. Esse novo ciclo terá como foco a ampliação de nossa competitividade produtiva, a partir de investimentos na infraestrutura economica e social, na construção de um Brasil sem burocracias, no incremento à  Educação, na formação de mão de obra qualificada e no apoio às atividades empresariais.

Esses são alguns dos eixos da proposta de futuro que a reeleição da presidenta Dilma representa. É necessário agora fazer chegar aos eleitores nosso Programa de Governo e esclarecê-los sobre os projetos e alternativas em disputa. Fazer campanha em um país com as dimensões e complexidades do Brasil é especialmente difícil, inclusive porque envolve custos bastante elevados.

A atual legislação eleitoral faz das contribuições das empresas a principal fonte de recursos para as campanhas. Nessa condição, a participação ética e transparente da iniciativa privada no financiamento das campanhas é uma ação de cidadania empresarial. É com esse sentido que apresento à  sua empresa a oportunidade de contribuir financeiramente para a campanha de reeleição da presidenta Dilma.

A participação de sua empresa, de acordo com as normas legais, seráo muito bem-vinda. Queremos ampliar o número de empresas engajadas nessa prática de responsabilidade social. A doação deverá ser feita por meio de depósito identificado, diretamente na conta da campanha. Mais informações podem ser solicitadas ao nosso Comitê Financeiro, por e-mail ou telefone."

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Justiça condena HSBC em R$ 2 milhões por espionar 152 funcionários ·




Banco contratou empresa que colocava detetives na casa dos trabalhadores afastados para tentar provar se eles tinham alguma atividade profissional durante a licença

A Justiça do Paraná condenou o HSBC a pagar R$ 2 milhões de indenização por espionar 152 trabalhadores. O banco, segundo a 6ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná, foi condenado por danos morais coletivos depois de investigar a vida privada dos empregados licenciados pelo INSS. O HSBC ainda pode recorrer da decisão.

Agência do HSBC em Curitiba: banco tentou reduzir multa para R$ 100 mil


De acordo com documentos apresentados na ação, entre 1999 e 2003, o banco contratou a empresa Centro de Inteligência Empresarial para vigiar os trabalhadores em suas casas e segui-los pela cidade, conforme informação do site do TRT-PR. A intenção, segundo o Tribunal, era montar dossiês para mostrar uma eventual atividade enquanto estavam afastados pelo INSS.

Para conseguir informações, os detetives passavam-se por entregador de flores, repórteres de revista e pesquisadores. Com isso, era possível entrar na casa dos funcionários afastados e filmar a rotina dos moradores, sem conhecimento ou autorização, confome aponta o TRT. A invasão de privacidade chegou ao ponto de um dos bancários ter seu lixo vasculhado pelo Centro de Inteligência Empresarial.

Na ação, o banco se defendeu e disse que as investigações foram legítimas, já que era preciso saber se os trabalhadores exerciam atividade extra enquanto estavam afastados por doença. Segundo o HSBC, naquela época havia relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre fraudes no sistema previdenciário.

Para o TRT-TR, as fraudes apontadas pelo TCU contra a Previdência não justificariam a espionagem. Segundo o desembargador Francisco Roberto Ermel, relator do acórdão, não havia indício de fraude entre os licenciados. 

Ainda de acordo com informação do TRT-PR, o HSBC argumentou ainda que a espionagem foi feita há mais de uma década e não voltou a ser feita. Além disso, garantiu o banco na ação, as informações sobre os trabalhadores foram tratadas de forma sigilosa, "não houve flagrante de empregados em situações vexatórias e que o TST jamais ultrapassou a quantia de um R$ 1 milhão em casos de dano moral coletivo".

A condenação do HSBC pelos desembargadores da 6ª Turma foi por unanimidade, porém o valor da foi reduzido para R$ 2 milhões.

O valor é bem inferior ao determinado na decisão de primeiro grau, de fevereiro deste ano, quando o banco foi condenado a pagar indenização de R$ 67,5 milhões. O banco recorreu e pediu que a soma não passasse de R$ 100 mil.

Do total, R$ 1,5 milhão serão pagos ao Hospital Evangélico de Curitiba e R$ 500 mil em benefício do Pequeno Cotolengo Paranaense, que cuida de crianças com necessidades especiais. Os desembargadores também determinaram multa de R$ 500 mil para cada nova investigação feita pelo HSBC.

Procurado, o HSBC Bank Brasil informou por meio de nota que não comentará o caso.

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MPF pede bloqueio de R$ 1,5 bilhão de bens de Eike‏




RIO  -  O Ministério Público Federal no Rio denunciou o empresário Eike Batista por dois crimes contra o mercado de capitais e pediu o bloqueio de R$ 1,5 bilhão de seus bens. O valor refere-se a estimativa do prejuízo causado.

Eike foi acusado de manipulação do mercado e uso indevido de informação privilegiada. De acordo com a procuradoria, ele pode ser condenado a até 13 anos de reclusão.

O pedido de bloqueio de bens abrange tanto bens imóveis (casas ou apartamentos) como móveis (carros, barcos, aeronaves, entre outros). O MPF pede também a constrição dos imóveis doados pelo empresário a seus filhos em 2010. A procuradoria avalia que a transferência ocorreu para burlar uma eventual ação contra ele.

"A manobra fraudulenta [foi] levada a efeito pelo denunciado no inequívoco propósito de afastar seus bens de futura medida constritiva", alertam os procuradores Rodrigo Ramos Poerson e Orlando Monteiro da Cunha, autores da denúncia.

Eike doou para o filho Thor a mansão onde moram, no Jardim Botânico, zona sul do Rio, no valor de R$ 10 milhões, e uma propriedade em Angra dos Reis (RJ) aos dois filhos mais velhos (Thor e Olin), também no valor de R$ 10 milhões. Para a mulher, o empresário doou um apartamento em Ipanema, na zona sul da capital, no valor de R$ 5 milhões.

O advogado de Eike, Sérgio Bermudes, afirmou que não poderia se posicionar sobre as acusações por não conhecer o teor da denúncia. Mas disse considerar incabível o pedido de bloqueio de bens, tanto do empresário como de seus filhos. "As medidas restritivas de direito não cabem para o caso de Eike. Ele não comprou qualquer bem com dinheiro de qualquer ilícito. Nem escamoteou bens. As doações que fez para os filhos são fatos normais e públicos, registrados em escritura. E ele não está em quadro de fuga do país."

Segundo o advogado, o empresário está fora do país e tem retorno previsto no início da próxima semana

O caso

De acordo com o MPF, a manipulação de mercado ocorreu em outubro de 2010, quando Eike simulou a injeção de até US$ 1 bilhão na sua empresa, por meio de compra de ações da OGX, operação conhecida no mercado como "put".

Segundo a procuradoria, "a má-fé e fraude na divulgação de contrato com cláusula que jamais seria cumprida revela que muito antes de sua divulgação, Eike já sabia que os campos de exploração Tubarão Tigre, Tubarão Gato e Tubarão Areia não teriam a prospecção anunciada que justificasse os altos preços das ações". O crime prevê até oito anos de reclusão.

"A divulgação do contrato com cláusula put se deu maliciosamente, de forma a iludir o público investidor, mediante a sua ocultação por ocasião da publicação de fato relevante na mesma data do instrumento particular, o que possibilitou ao acusado suscitar a sua isenção de cumprir a obrigação de investir recursos de seu patrimônio pessoal na empresa OGX por meio da compra de ações", afirmam os procuradores na denúncia, segundo nota do MPF.

O crime de uso indevido de informação privilegiada ocorreu em duas ocasiões, segundo o MPF. De acordo com os procuradores, nos dois casos ele cometeu o delito conhecido como "insider trading".

A prática "consiste na utilização de informações relevantes sobre valores mobiliários, por parte de pessoas que, por força de sua atividade profissional, estão por dentro dos negócios da emissora, para transicionar com os valores mobiliários antes que tais informações sejam de conhecimentos do público", diz nota do MPF.

"Entre 24 de maio e 10 de junho de 2013, Eike usou informações privilegiadas para gerar lucro indevido na ordem de R$ 125 milhões. Já entre 28 de agosto e 3 de setembro do ano passado e entre 27 de agosto e 2 de setembro, novamente, com informações privilegiadas, Eike obteve lucro de R$ 111 milhões com a venda de ações da OGX, em uma conjuntura favorável aos negócios realizados pelo denunciado, em desigualdade de condições aos demais investidores", afirma a nota da procuradoria.

Segundo a lei, "utilizar informação relevante ainda não divulgada ao mercado, de que tenha conhecimento e da qual deva manter sigilo, capaz de propiciar, para si ou para outrem, vantagem indevida, mediante negociação, em nome próprio ou de terceiro, com valores mobiliários" prevê pena de reclusão de até cinco anos.

(Folhapress)

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Palestra Sobre o Livro Corporate Zombies



Dia 23 de Setembro as 19:00hrs palestra sobre o Livro Corporate Zombies na Universidade Mogi das Cruzes.

http://www.umc.br/

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Graça transfere bens aos filhos e faz TCU adiar julgamento sobre caso Pasadena




Para o ministro relator José Jorge, a mudança de titularidade dos imóveis mostrada por reportagem de O Globo pode ser classificada como uma tentativa de driblar as investigações e eventuais punições
Laryssa Borges, de Brasília

A presidente da Petrobras Graça Foster transferiu bens para o nome dos filhos (Evaristo Sá/AFP/VEJA)
O Plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) adiou para a próxima quarta-feira a discussão sobre se determina ou não a indisponibilidade de bens da atual presidente da Petrobras Graça Foster.
Este é o segundo adiamento do julgamento do processo em que o TCU apura responsabilidades da dirigente na compra da refinaria de Pasadena, no Texas. A aquisição dessa unidade de refino é considerada um dos mais desastrosos negócios realizados pela estatal
brasileira. 

Nesta tarde, o relator do caso, ministro José Jorge, defendeu o bloqueio de bens de Graça Foster e do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras, Jorge Zelada, por considerar que ambos participaram,
pelo menos em uma fase, da compra da refinaria de Pasadena. O ministro Walton Alencar Rodrigues, por sua vez, rejeitou a indisponibilidade de bens, mas afirmou que ambos devem prestar esclarecimentos à Corte. A discussão sobre o caso será retomada na próxima
quarta-feira.

O novo adiamento ocorreu após denúncia de que a atual presidente da Petrobras e o ex-diretor Nestor Cerveró começaram a transferir imóveis para o nome de parentes assim que o escândalo de Pasadena
chegou às portas do Palácio do Planalto, em março deste ano. No caso de Graça, a transferência foi feita aos nomes de seus filhos Flávia e Colin. A denúncia sobre a transferência dos imóveis, publicada nesta tarde pelo jornal O Globo , revela que parentes dos executivos receberam a doação de apartamentos no Rio de Janeiro, “com reserva de usufruto”.

Para o ministro José Jorge, a mudança de titularidade dos imóveis pode ser classificada como uma tentativa de driblar as investigações e eventuais punições pela malfadada compra de Pasadena.
“É um indicativo de que fizemos a coisa certa ao fazer a indisponibilidade de bens”. “Se for verdade e dependendo da extensão [da transferência de imóveis], isso configura uma burla ao processo de apuração da irregularidade. É gravíssimo porque é como se fosse uma tentativa de burlar a apuração do caso”, comentou.

Nas últimas semanas, na tentativa de evitar o bloqueio de bens de Graça Foster, o advogado-geral da União (AGU), ministro Luís Inácio Adams, procurou um a um os ministros do Tribunal para tentar
convencê-los a não declarar a indisponibilidade dos bens da presidente da Petrobras. Nesta quarta-feira, apesar da revelação de que tanto Foster quanto Cerveró estavam se desfazendo os bens e os transferindo para parentes, Adams defendeu que o TCU concluísse o julgamento de imediato. Para ele, a denúncia não mostra que tenha havido “fuga de patrimônio”.

“Não há nenhuma fuga patrimonial. E se fuga houvesse, ela seria reversível. Mas não é o caso. O que existe é a necessidade da decisão de forma que aquela que preside a Petrobras e que aqueles
diretores da Petrobras possam continuar sua atividade com tranquilidade e cumprindo sua função”, disse o advogado-geral. “Não há como achar que, se houve uma transferência pontual, isso é fuga patrimonial. Fuga patrimonial é desfazimento integral de seu patrimônio em favor de laranjas e de pessoas não identificadas de forma que não se possa recuperar. Não é o caso”, afirmou.

O atraso na análise do TCU se deve à intensa articulação do Palácio do Planalto, que pressiona para que o tribunal não bloqueie os bens de Graça Foster. Para a Petrobras, que recorreu no próprio
TCU contra o bloqueio, a determinação da Corte poderia gerar insegurança para a gestão da companhia. A estatal também alega que o TCU não individualizou a responsabilidade de cada gestor no processo de compra da refinaria de Pasadena e que os ministros apenas
“presumiram” ter havido dano ao erário.

No último dia 23 de julho, quando analisaram a compra da refinaria, os ministros do TCU chegaram à conclusão de que a Petrobras teve prejuízo de 792 milhões de dólares na aquisição da refinaria
de Pasadena, mas isentaram de responsabilidades a presidente Dilma Rousseff e os demais integrantes do Conselho de Administração da empresa na época do negócio. Dilma era a presidente do Conselho e, em março deste ano, justificou a compra como tendo sido baseada
em um parecer “técnica e juridicamente falho” elaborado pelo antigo diretor da Área Internacional, Nestor Cerveró.

Eduardo Campos – No início da sessão plenária desta quarta-feira, o ministro Augusto Nardes, presidente
do TCU, fez uma homenagem ao ex-candidato do PSB à presidência da República, Eduardo Campos, e a Corte fez um minuto de silêncio em memória do ex-governador de Pernambuco e das outras seis vítimas do acidente aéreo no dia 13, em Santos. Campos era filho da
ministra do TCU Ana Arraes.

Atualizada às 22h20 — Em nota, a Petrobras refutou a afirmação de O Globo, afirmando que desde 2013 a executiva vinha organizando seus bens para
passá-los aos filhos. "Documentos pessoais da presidente da companhia comprovam que, desde junho de 2013, ela já vinha providenciando a documentação necessária para a lavratura das Escrituras de Doação de Bens Imóveis aos seus filhos com Cláusula de Usufruto",
diz o documento. "É importante frisar que doações de bens são atos legítimos, previstos em lei e objetivam evitar futuros conflitos entre herdeiros", completa.

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Campeonato Brasileiro tem o ingresso mais caro do mundo, aponta estudo




Análise da Pluri Consultoria compara valores dos bilhetes no Brasil com 12 dos mais importantes mercados do futebol, considerando a renda per capita de cada país

Por  GloboEsporte.com Rio de Janeiro

 O Campeonato Brasileiro é a competição nacional que tem o ingresso mais caro do mundo. Isso é o que aponta estudo realizado pela Pluri Consultoria. A análise comparou os preços relativos dos ingressos no Brasil com 12 dos mais importantes mercados do futebol mundial, considerando a renda per capita de cada país, o que permite mensurar adequadamente o preço em função do nível de renda da população. 
A pesquisa considerou o preço médio do ingresso na categoria mais barata (inteiro e não promocional) dos clubes que disputam a primeira divisão de cada um dos 13 países analisados. O valor das entradas mais baratas no Brasil custa em média R$ 51,74, equivalente a US$ 22, 62. 

Quando este valor é comparado com a renda per capita do brasileiro (US$ 11.208/ano a preços correntes 2013 ), chega-se a conclusão que esta renda permitiria a compra de 495 ingressos por habitante/ano, a menor quantidade na comparação com os outros países analisados. Isto faz do Brasil o país de preços relativos de ingressos mais alto entre os principais mercados do mundo.

Na média dos 13 países analisados, a renda per capita permite a compra de 1.114 ingressos/ano, 125% acima do poder de compra de ingressos dos brasileiros (495). Ou seja, por aqui o preço do ingresso é mais que o dobro da média dos principais centros do futebol mundial.   

O estudo da Plueri ainda aponta que O preço dos ingressos no Brasil (US$ 22,62) é cerca de o dobro do que se paga na Argentina ($12,22), Turquia ($11,20) e México (US$ 10,72), países com renda per capita semelhantes. Também é muito próximo ao que se paga na média na França ($25,35), país com renda per capita 270% superior à brasileira. 

Inflacionada por Barcelona e Real Madrid, a Liga Espanhola aparece em segundo lugar quando o assunto é preço de ingressos. A renda per capita de US$ 29.118 permite ao cidadão espanhol adquirir de 590 ingressos por ano, seguido pela Inglaterra, com renda de US$ 39.351, valor equivalente a 774 ingressos para a Premier League.      

Na Alemanha, referência em gestão do futebol, e país com maior média de público e taxa de ocupação dos estádios, a renda per capita da população (US$ 45.085) equivale a 1.716 ingressos, 246% acima do patamar do futebol brasileiro. 

A competição nacional dos atuais campeões do mundo só fica atrás da MLS. Nos Estados Unidos, a média do ingresso é US$ 27,33  (aproximadamente R$ 62). Com a renda per capita de 53.143, os americanos podem adquiri 1.944 entradas. 

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Bank of America pagará a multa mais alta da história dos EUA - Efeito Corporate Zombie




Acordo de US$ 16,65 bilhões encerra as investigações sobre títulos que o banco vendeu antes da crise; trata-se da maior multa paga por um banco americano
Marcelo Poli  

São Paulo - O   Bank of America   anunciou nesta quinta-feira a conclusão do acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos para encerrar investigações sobre títulos hipotecários que o banco vendeu pouco antes da crise financeira.
O banco vai pagar 16,65 bilhões de dólares, a maior multa já paga por um banco americano. 
De acordo com o comunicado, a penalidade será dividida em 9,65 bilhões de dólares em dinheiro e outros 7 bilhões de dólares em ajuda aos seus clientes.
As ações da instituição financeira operavam em alta de 1% na  Nyse .
O  JPMorgan Chase & Co pagou 13 bilhões de dólares no ano passado para resolver acusações similares de fraude civil, de que tinha enganado investidores de títulos hipotecários, e o Citigroup concordou em pagar 7 bilhões de dólares devido a acusações similares em julho.

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Mesa Redonda com os Autores do Corporate Zombie !!




O curso de Administração da Faculdade Cantareira, em comemoração ao dia do Administrador, promoverá a 14ª Semana de Administração da Faculdade Cantareira, convidando alunos e demais interessados a participarem no dia 10 de setembro, das 20h às 22h, de uma mesa redonda no estilo do programa “Roda Viva” da TV Cultura. 


 Se abordará nessa entrevista sobre o dia a dia no mundo corporativo, tanto pelas disputas que acontecem quanto pelo desejo de ascensão que assola as empresas, gerando verdadeiros zombies, no melhor estilo dos exemplos do cinema, que não medem esforços para atingir seus objetivos predatórios e matar sua sede – no caso não de sangue, mas de influência, poder, status. Os autores deverão mostrar como este Manual de Sobrevivência Corporativa pode ajudar o leitor a identificar possíveis zombies que estejam na baia, na sala ao lado ou no andar acima; a lidar com as diferentes situações do dia a dia ocasionadas pela existência deles; e, principalmente, como se manter são e não se tornar também um Corporate Zombie.

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