De onde vem o nome Black Friday? Veja 10 curiosidades sobre a data



De onde vem o nome Black Friday? Veja 10 curiosidades sobre a data

Kim Gittleson
Da BBC News em Vancouver, Canadá

25/11/201409h28
Um dos dias mais aguardados no ano por lojistas e consumidores, a Black Friday teve origem nos Estados Unidos, mas hoje já é adotada em vários países do mundo, como o Brasil.

Nos Estados Unidos, o evento acontece tradicionalmente depois do feriado de Ação de Graças, com filas a perder de vista. Todos os consumidores têm um único objetivo: garimpar produtos com descontos que podem chegar a até 90% do preço original.

Mas quando surgiu a Black Friday? Por que o evento ganhou esse nome? Confira dez curiosidades envolvendo um dos dias mais famosos do varejo.

1. O termo Black Friday se referia às crises das bolsas de valores no século 19

Embora esteja hoje associado ao maior dia de compras dos Estados Unidos, o termo Black Friday (literalmente 'Sexta-Feira Negra' em inglês) se referia originalmente a eventos muito diferentes.

"O adjetivo negro foi usado durante muito séculos para retratar diversos tipos de calamidades", afirma o linguista Benjamin Zimmer, editor-executivo do siteVocabulary.com.

Nos Estados Unidos, a primeira vez que o termo foi usado foi no dia 24 de setembro de 1869, quando dois espectadores, Jay Gould e James Fisk, tentaram tomar o mercado do ouro na Bolsa de Valores de Nova York.

Quando o governo foi obrigado a intervir para corrigir a distorção ao elevar a oferta da matéria-prima ao mercado, os preços caíram e muitos investidores perderam grandes fortunas.

2. Os desfiles de Papai Noel foram um antecessor da Black Friday

Para muitos americanos, o desfile do Dia de Ação de Graças, promovido pela loja de departamentos Macy's, se tornou parte do ritual do feriado.

Mas o evento, na verdade, foi inspirado nos vizinhos do norte. A loja de departamentos canadense Eaton's realizou o primeiro desfile do Papai Noel em 2 de dezembro de 1905. Quando o Papai Noel aparecia ao final do desfile, era um sinal de que a temporada de festas havia começado – e, por sua vez, a corrida às compras. É claro que os consumidores eram incentivados a fazer compras na Eaton's.

Lojas de departamento, como a Macy's, inspiraram-se no desfile, e passaram a patrocinar eventos semelhantes ao redor do país. Em 1924, por exemplo, Nova York viu pela primeira vez um desfile da Macy's com animais do zoológico do Central Park e totalmente organizado por funcionários da própria loja.

3. A data do Dia de Ação de Graças foi, indiretamente, determinada pelos clientes

De meados do século 19 ao início do século 20, em um costume iniciado pelo então presidente americano Abraham Lincoln, o presidente declararia o "Dia de Ação de Graças" na última quinta-feira de novembro. O dia poderia, assim, cair na quarta ou quinta quinta-feira do mês.

Mas em 1939, algo atípico aconteceu – a última quinta-feira foi coincidentemente o último dia de novembro. Lojistas preocupados com o curto período de compras para as festividades do final de ano enviaram uma petição a Franklin Roosevelt (1882-1945) para declarar o início das festas uma semana mais cedo – o que foi autorizado pelo então presidente americano.

Pelos próximos três anos, o Dia de Ação de Graças foi apelidado de "Franksgiving" (uma mistura de Franklin com Thanksgiving, como a data festiva é chamada em inglês) e celebrado em dias diferentes - e em diferentes partes do país.

Finalmente, no final de 1941, uma resolução conjunta do Congresso solucionou o problema. Dali em diante, o Dia de Ação de Graças seria comemorado na quarta quinta-feira de novembro, garantindo uma semana extra de compras até o Natal.

4. A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças

Segundo Bonnie Taylor-Blake, pesquisador da Universidade da Carolina do Norte, a Factory Management and Maintenance --uma newsletter do mercado de trabalho-- reivindica a autoria do uso do termo associado ao período das festas.

Em 1951, uma circular chamou atenção para a incidência de profissionais doentes naquele dia.

"A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças é uma doença cujos efeitos adversos só são superados pelos da peste bubônica. Pelo menos é assim que se sentem aqueles que têm de trabalhar quando chega a Black Friday. A loja ou estabelecimento pode ficar meio vazio e todo ausente estava doente – e pode provar", dizia a circular.

5. Big Friday?

O termo ganhou popularidade pela primeira vez na Filadélfia. Policiais frustrados pelo trânsito causado pelos consumidores naquele dia começaram a se referir dessa forma à Black Friday.

Os lojistas evidentemente não gostaram de ser associados ao tráfego e à poluição. Eles, então, decidiram repaginar o termo "Big Friday", segundo um jornal local de 1961.

É claro que a invenção não "pegou".

6. Com o tempo, Black Friday passou a significar 'voltar ao azul' (do inglês going back to black)

Os lojistas conseguiram, no entanto, dar uma interpretação positiva ao termo ao dizer que ele se referia ao momento em que os estabelecimentos retornavam ao azul, ou seja, voltavam a ter lucro. No entanto, não há provas de que isso teria realmente acontecido.

É verdade, por outro lado, que o período de festas corresponde à maior parte dos gastos de consumo do ano.

No ano passado, estima-se que os consumidores tenham gastado mais de US$ 59 bilhões na Black Friday, segundo a federação nacional do varejo dos EUA (National Retail Federation, ou NRF, na sigla em inglês). Mas quanto dessas receitas realmente se torna lucro não está claro, dado que os lojistas costumam trabalham com margens mais apertadas, oferecendo grandes descontos.

7. Black Friday não se tornou referência nacional até a década de 90

O termo Black Friday permaneceu restrito à Filadélfia por um tempo surpreendentemente longo. "Você podia vê-lo sendo usado de maneira moderada em Trenton, Nova Jersey, mas não ultrapassou as fronteiras da Filadélfia até os anos 80", disse Zimmer.

"O termo só se espalhou a partir de meados dos anos 90".

8. Black Friday se tornou o maior dia de compras do ano em 2001

Embora a Black Friday seja considerada o maior dia de compras do ano, a data não ganhou essa designação consistentemente até os anos 2000.

Isso porque, por muitos anos, a regra não era que os americanos adoravam uma liquidação, mas adoravam procrastinar. Ou seja, até tal ponto, era no sábado – e não na sexta-feira – que as carteiras ficavam mais vazias.

9. Black Friday ganhou o mundo

Por muito tempo, os lojistas canadenses morriam de inveja de seus colegas americanos, especialmente quando seus clientes fiéis colocavam o pé na estrada rumo ao sul em busca de boas compras. Mas agora eles passaram a oferecer as suas próprias liquidações – apesar de o Dia de Ação de Graças no Canadá acontecer um mês antes.

No México, a Black Friday ganhou novo nome – 'El Buen Fin', ou "Bom fim de semana". A comemoração é associada ao aniversário da revolução de 1910 no México, que às vezes cai na mesma data que o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Como o próprio nome sugere, o evento dura o fim de semana inteiro.

No Brasil, onde o feriado de Ação de Graças não existe, a data passou a ser incluída no calendário comercial do país quando lojistas perceberam o potencial de vendas do dia.

10. Black Friday está em vias de extinção?

O Wal-Mart, o maior varejista do mundo, quebrou a tradição do Black Friday em 2011, quando abriu sua loja a clientes na noite do feriado de Ação de Graças. Desde então, lojistas por todos os Estados Unidos estão de olhos nos cerca de 33 milhões de americanos ávidos por fazer compras após se deliciar com generosas fatias de peru.

Mas não se preocupe – os lojistas também já inventaram um nome para batizar o dia adicional de compras: "Quinta-feira cinza".


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Mais um ataque da Resistência. Palestra com o André autor do Corporate Zombies !!! Data: 11/12 Horário: 9 às 18h Local: VCA LAW




INGLÊS JURÍDICO
*Aproveite! Desconto EXCLUSIVO de 20% valido para inscrições antecipadas!

Objetivo: Workshop desenvolvido para profissionais que trabalham em empresas e escritórios e necessitam da comunicação em Inglês para relacionarem-se com clientes, intermediários e investidores estrangeiros, os quais se comunicam exclusivamente ou majoritariamente em Inglês. Além disso, o workshop proporciona desenvolvimento pessoal e profissional aos participantes por meio desse aprendizado.

Conteúdo Programático:
•         Introduction: Lecturer presentation (expertise, experience, books, media, etc.)
•         Workshop Structure:  Agenda (from opening, breaks, lunch, to closing)
•         Invited Talks:
o    guests - if attending – introduce themselves
o    participants: in turns, participants introduce thamselves, the fields they work in and the importance of English for their careers
•         Presentation:
o    Legal Vocabulary:

  • Verbs, adjectives, nouns
  • Places, people, events and procedures
  • Legal Idioms and Expressions

o    Contract Basics

  • Legal Writing Tips
  • Locative Adverbs
  • Contract Terms
  • Contract Sample - analysis

o    Business Correspondence (formal business letter / e-mail)

  • Guidelines
  • Structure
  • Sample Letter
  • Case Study: Company M&A
  • Listening & Speaking in (formal & informal contexts)
  • Video: The Rainmaker (tort movie)– Closing Arguments


Palestrante: - André Ferreira
•         Experiência de mais de 15 anos no ramo do ensino de idiomas
•         Formado e pós-graduado pela Universidade Mackenzie
•         Especialista em Inglês Jurídico/ Instrumental pela ESA/OAB
•         Cursos no Brasil e no exterior na área de Inglês para Negócios
•         Colaborador permanente da Professora Esther Galvão, titular dos cursos de Inglês Jurídico/Instrumental da ESA/OAB-SP.
•         Autor do Livro: Corporate Zombies – Manual de Sobrevivência Corporativa (São Paulo, 2014).
Público-alvo:
Advogados, Administradores e todo o profissional de Gestão.

Data: 11/12
Horário: 9 às 18h
Local: VCA LAW - Academia Jurídica (Avenida Pacaembu, 1641 - Pacaembu, São Paulo/SP)

Realização
VCA LAW - Academia Jurídica

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Telefone: (11) 3133-8030
e-mail: contato@vcalaw.com.br

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Abílio Diniz "compra" Posto Norte e causa polêmica - Mestre Corporate Zombie




Abílio Diniz "compra" Posto Norte e causa polêmica
Fundador do Pão de Açúcar desmente boato e lamenta em seu Facebook notícias falsas veiculadas
Abílio Diniz "compra" Posto Norte e causa polêmica

Por: Diário SP Online
Boatos que circulam na internet envolvendo o fundador do Grupo Pão de Açúcar, Abílio Diniz, foram desmentidos por ele próprio, nesta quinta-feira, 13, em seu perfil das redes sociais. As informações, compartilhadas inclusive por alguns sites de notícias e blogs, eram de que o empresário comprou o “Posto Norte”, localizado na Avenida Europa, Zona Sul de São Paulo, por se sentir incomodado com o barulho que os frequentadores causavam durante a semana.

"Lamento muito que sites tenham publicado notícia falsa, sem checar, de que eu teria comprado um posto de gasolina perto de casa por causa do barulho de seus frequentadores", disse ele, em sua página do Facebook. "Agradeço as muitas mensagens de carinho e apoio que recebi dos que comungam da causa do silêncio noturno, mas a nota é falsa", completou.


A informação reproduzida por estes sites afirma que o posto, que era ponto de encontro de fãs de carros esportivos, "agora é fechado às 20h e permite ao empresário noites de sono mais tranquilas".

Vídeos e imagens de donos de supercarros das marcas BMW, Audi, Bentley e Ferrari acompanham as publicações, para mostrar as pessoas que se reúnem no estabelecimento que fica próximo de revendedoras de carros importados e exóticos. Entretanto, mesmo fechando mais cedo, amantes dos veículos continuariam "frequentando o espaço, independente da hora".

Até mesmo uma mulher que diz ser a dona do posto de gasolina comentou a publicação de Abílio Diniz, criticando o fato:

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Empresário que já dormiu na rua hoje fatura R$ 4 bi






Eloi D’Avila, fundador da Flytour, conta sua história emocionante de empreendedorismo e superação

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Eloi D’Avila, da Flytour

Hoje eu tenho uma empresa, mas eu digo que as empresas não existem. Quem existem são as pessoas e são elas que fazem as empresas. Nada se faz sozinho, nenhuma grande estrela brilha sozinha”. Assim, Eloi D’Avila, fundador da Flytour, começa a contar sua história emocionante de empreendedorismo e superação, na 7ª edição do Day1.

Com 8 anos e meio ele fugiu de casa, em Porto Alegre, para se aventurar em São Paulo. Ele trabalhou com tudo para sobreviver: lavava carro, vendia jornais, engraxava sapato. Nessa época, ele dormia em um albergue debaixo do viaduto e carrega até hoje marcas de cigarro que usavam para acordá-lo.

Em meio a tantas dificuldades, encontrou um caminho. Um dia na praça da Sé ele conheceu o Seu Manuel, pra quem contou que havia fugido de casa, mas que não queria voltar. O aposentado o ajudou oferecendo trabalho em sua própria casa, onde Eloi ficou até os 11 anos de idade.

Quando completou 12 anos, foi para o Rio de Janeiro tentar a sorte. Arranjou emprego lavando e guardando carros e foi quando ele conheceu um guia turístico que veio a ser seu padrinho de casamento. “Ele me deu um pouco de oportunidade: me apresentou para a vovó Stella”. Essa foi a grande chance que Eloi teve de sair das ruas. Vovó Stella o ajudou com lugar pra dormir, dentista e até estudo. Ele dormiu durante muito tempo em um sofá de 2 lugares. Ela dizia: “você vai arrumar esses dentes e vai parar de falar ‘carça’, carsão’ e ‘sordado’”.

Com toda a ajuda, ele teve a oportunidade de aprender a ser office boy e ficou lá até os 17 anos de idade.

As dificuldades indicaram caminhos e Eloi encontrou no turismo uma oportunidade. Ele via que as agências de turismo não sabiam vender. “Em um empreendedor é fundamental isso: acreditar no que gosta e ir atrás. Não desistir nunca”. Para ele, o empreendedor precisa ser também um vendedor. “Eu acredito que o empreendedor precisa vender aquilo que ele construiu, aquilo que ele sonhou, o que ele empreendeu”.

“Eu tive uma trajetória extremamente difícil, mas eu posso dizer que foi uma grande oportunidade para mim. Eu consegui fazer muita coisa, e das coisas que eu fiz, eu aprendi. Aprendi que para conseguir alguma coisa você tem que guardar sua humildade. A arrogância é a maior ignorância de alguém. E eu sempre guardo isso comigo”. Hoje em dia, em todas as Flytours tem um sofá na entrada. Todas as manhãs, quando Eloi chega no trabalho: “eu olho pra ele e já fico humilde. Na hora, lembro de onde saí”.

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Pobreza e inflação Enviado por Míriam Leitão e Alvaro Gribel





O Banco Central admitiu que a inflação está subindo, há mais pressões vindas de diversas áreas: câmbio, preços administrados, alimentação. O Ipea, enfim, fez a conta e registrou um aumento do percentual de miseráveis. Há quem acredite, ainda hoje, pasmem, que combater a inflação é preocupação de neoliberal e reduzir a pobreza é objetivo dos bons, os progressistas.

Não existe combate à pobreza e à miséria sem redução da inflação. Eu gostaria, queridos leitores, de não ter que dizer obviedades como a dessa frase acima, mas o debate eleitoral fez sair do armário os que simplificam o mundo entre “nós e eles”, como se estivessem em confronto os defensores dos pobres e os amigos dos banqueiros.

O Brasil fez uma caminhada tão longa por uma moeda estável e, como jornalista, vi com orgulho o avanço do entendimento do aspecto mais perverso da inflação: ela tira capacidade de compra de quem tem menos renda. Há quem, dentro do governo, professe convicções ultrapassadas de que política monetária e política social pertencem a mundos diferentes. Há quem proclame no governo, diante de todos os dados contrários, que a miséria está caindo e que o ganho é “extraordinário”, mesmo estando num ambiente de recessão e inflação crescente. Em ambiente assim, não há progresso que se mantenha.

Ganho social de forma permanente depende de inflação baixa. Só assim a renda é preservada, as políticas públicas de combate à pobreza são sustentáveis, e o país pode crescer de forma constante. A ata do Copom de ontem alerta mais uma vez que quando a inflação está persistentemente alta perde-se o horizonte para investimentos e consumo.

Resta ao Banco Central explicar por que ficou parado, vendo a inflação subir, enquanto estávamos em período eleitoral, e mudou a avaliação agora. Talvez um dia ele explique. No texto de ontem, ele se esforçou para mostrar que, desde a ultima reunião, houve um aumento do risco, subiu a inflação média, a taxa acumulada em 12 meses, a taxa de câmbio e o processo de realinhamento dos preços administrados. Tudo ficou um pouco pior, é verdade. Mesmo que hoje se divulgue um IPCA um pouco melhor sobre o mês anterior, o fato é que o ambiente está propício a reajustes porque durante todo o primeiro mandato de Dilma ficou a dúvida sobre que grau de autonomia tinha o Banco Central para fazer seu trabalho e buscar suas metas.

Essa mesma dúvida perseguirá o próximo ministro da Fazenda, venha o nome de onde vier. O que é preciso é o governo entender a ligação direta entre o combate à inflação e a política social como duas partes do mesmo progresso.

A pobreza e a extrema pobreza caíram ao longo do tempo pela vitória sobre a hiperinflação. O percentual de pobres e miseráveis começou a cair no Plano Real e essa queda avançou com politicas sociais que a estabilização tornou possíveis. A taxa de juros é remédio amargo, com efeitos colaterais pesados, mas tem que ser usada principalmente se o controle dos gastos não é feito. Se o BC tiver a ajuda da política fiscal, usará menos esse remédio. Se o Banco Central tiver autonomia, terá mais credibilidade e a dose poderá ser menor.

A ideia de que BC autônomo e política monetária vigilante aumentam o lucro dos banqueiros é uma enorme bobagem. Os bancos ganham em qualquer situação, basta ver os seus gordos lucros. A política econômica tem que buscar um ambiente em que os investidores possam empreender com segurança e a inflação não destrua a renda dos mais pobres.

O aumento do número de miseráveis admitido pelo Ipea, depois das eleições, precisa ser entendido. Quem tem renda mensal de mais de R$ 70 não é mais considerado miserável por essa arbitrária linha. Claro que há muito tempo tinha que ter sido revisto esse ponto que divide o grupo dos pobres do grupo dos extremamente pobres. Uma família de quatro pessoas com renda total de R$ 300 continua na miséria, diga o que disserem as linhas governamentais feitas sob encomenda para engordar as estatísticas dos “retirados da miséria” que compõem as propagandas do governo.

Se o governo quiser mesmo desarmar os palanques deve começar a reconhecer que desinformou quando fez uma divisão de mundo que revoga o progresso recente do Brasil. A melhor política de proteção dos pobres é a que mantém a inflação baixa.

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