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Espero que gostem da analise do Caso Fabíola !!

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Homem constrói 'presépio zumbi' e pode ser multado nos EUA





Redação RedeTV!
   
(Fotos: Reprodução/Facebook/ZOMBIE NATIVITY SCENE)

O americano Jasen Dixon montou um 'presépio zumbi' no quintal de sua casa em Sycamore Township, em Ohio (Estados Unidos), e pode ser multado.

Segundo o "NY Daily News", este é o segundo ano consecutivo que o homem, que trabalha como gerente de uma 'casa do horror', é notificado pelas autoridades, que não gostaram da decoração.

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Dívidas negociadas no Carf chegam a R$ 524 bilhões





Valor corresponde a 76.861 procedimentos de contestação de multas aplicadas pela Receita Federal a pessoas físicas e jurídicas. Polícia Federal investiga esquema de venda de sentenças para reduzir débitos
POR FÁBIO GÓIS | 11/11/2015 19:59
CATEGORIA(S): MANCHETES, NOTÍCIAS



EBC
Empresas e contribuintes dos mais diversos setores têm pendências no Carf
Fábio Góis e Leonel Rocha

Chega a R$ 524,5 bilhões a soma de todas as dívidas contestadas, entre 2004 e 2015, em processos instaurados no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão do Ministério da Fazenda responsável pela análise de débitos com o governo federal e também principal alvo da Operação Zelotes, da Polícia Federal. Segundo documentação à qual o Congresso em Foco teve acesso, o valor corresponde a 76.861 procedimentos de contestação de multas aplicadas pela Receita Federal a pessoas físicas e jurídicas (empresas).

Segundo registros do Ministério da Fazenda, 2015 foi o ano que movimentou o maior montante sob contestação no Carf (R$ 136,7 bilhões) e, curiosamente, que registrou a menor quantidade de processos instaurados – apenas 26. Por outro lado, foi em 2004 que se verificou a menor quantia em pauta no Conselho (R$ 10,6 bilhões), com 1.756 procedimentos de contestação abertos. Nos 12 anos em questão, empresas e pessoas físicas contestaram uma média de R$ 43,7 bilhões ao ano junto à União.

Em outro documento, de 627 páginas, a Fazenda lista 37.578 empresas e contribuintes individuais que recorreram ao Carf. Nessa relação estão corporações dos mais diversos setores, como transportes, construção, telecomunicações, telefonia, bebidas e agronegócio. Bancos, organizações não governamentais e grupos de imprensa, além de socialites e personalidades brasileiras, também compõem o grupo de devedores.

O Carf é a última instância administrativa decisória para dívidas fiscais com a União. Segundo a PF, a teia de corrupção nos julgamentos do Conselho provocou desvios de R$ 6 bilhões nos últimos anos, mas a estimativa é de que o rombo possa chegar a R$ 19 bilhões com a apuração dos casos restantes.
Negocia-se multas

Os trabalhos da Zelotes foram iniciados em 2013 e se debruçaram sobre processos administrativos abertos desde 2005. A PF investiga, entre outros desmandos, o esquema de elaboração de votos sob encomenda para beneficiar devedores que recorreram ao Carf para contestar multas aplicadas pela Receita. O fato de que empresas e cidadãos tenham pendências sob exame no órgão não quer dizer que eles cometeram algum tipo de irregularidade.

No entanto, há casos de claros de corrupção no órgão subordinado à Fazenda. Um dos principais indícios de manipulação de julgamento por meio de pagamento de propina, em acertos negociados entre conselheiros e representantes de corporações, envolve a Mitsubishi no Brasil. A empresa conseguiu junto ao Carf a redução de uma dívida em 99,62%, em que uma autuação com valor inicial de R$ 266 milhões teve sua cobrança revista para R$ 1 milhão ao final do processo administrativo.
Em outro caso, uma multa de R$ 150 milhões foi extinta sem fundamentação legal. Os diversos casos sob apuração da PF, com auxílio do Ministério Público, levaram à instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) no Senado, a CPI do Carf.

De acordo com a PF, ex-conselheiros do Carf e consultores na ativa procuravam empresários com grandes dívidas e lhes apresentavam a possibilidade de reduzi-las ou anulá-las por meio de pagamento de propina, que variava entre 1% e 10% do débito. No cardápio, pedidos de vista dos processos, emissão de pareceres favoráveis aos grupos empresariais e exames de admissibilidade de processos, entre outros favores. Nomes e valores estão sob sigilo judicial, mas as investigações da PF e da CPI já sugerem alguns investigados, devido a convocações já aprovadas pelos senadores.
Lava Jato e propina requerida

O esquema de corrupção instalada há mais de uma década no Carf provocou, além de malversação de dinheiro público, situações inusitadas a partir do trabalho da Polícia Federal. Em junho, o Congresso em Foco mostrou a situação do ex-integrante do Carf que recorreu à 5ª Vara do Trabalho de Brasília com um propósito intrigante: cobrar valores que, segundo as investigações da PF, podem ser fruto de propina não repassada por outro ex-conselheiro. Oficialmente, o ex-auditor da Receita Federal Paulo Roberto Cortez apelou à Justiça do Trabalho, em 2013, para cobrar direitos trabalhistas não pagos pelo escritório de José Ricardo da Silva. O serviço contratado, de acordo com os autos da Zelotes, era justamente a elaboração de votos sob encomenda envolvendo devedores.

Em 10 de agosto, este site também revelou que cinco empresas investigadas na Lava Jato, que desvendou esquema bilionário de corrupção na Petrobras, negociam quase R$ 2 bilhões em multas no Carf. A maior pendência é da Camargo Corrêa, responsável por mais da metade do montante contestado, com R$ 1,1 bilhão em dívidas.
Leia mais sobre o assunto:

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BC: SAQUE LÍQUIDO DA POUPANÇA EM SETEMBRO, DE R$ 5,293 BILHÕES, É O MAIOR PARA O MÊS EM 20 ANOS




Brasília, 06/10/2015 - A quantia de saques da poupança superou a de depósitos em R$ 5,293 bilhões em setembro, segundo dados divulgados há pouco pelo Banco Central. No ano até o mês passado, o total resgatado dessa aplicação foi de R$ 53,791 bilhões. Nos dois casos, tratam-se dos maiores volumes de retiradas dos últimos 20 anos para os períodos, desde quando a instituição começou a compilar as informações disponíveis até hoje, em 1995.

Até então, o pior setembro para a caderneta havia sido em 2000. Na ocasião, o resultado ficou negativo em R$ 1,851 bilhão. O resultado deste ano até agora também é significativo: pela primeira vez desde 2003 se vê um volume de resgates maior do que o de aplicações em todos os meses de um ano de janeiro a setembro.

Em janeiro passado, o resultado ficou negativo em R$ 5,5 bilhões e, em fevereiro, em R$ 6,3 bilhões. Em março, os resgates superaram os depósitos em R$ 11,4 bilhões e, em abril, em R$ 5,8 bilhões. Em maio, o saldo ficou no vermelho em R$ 3,2 bilhões e, em junho, em R$ 6,3 bilhões. Em julho, o volume de saques ficou R$ 2,454 bilhões maior do que as aplicações e, em agosto, em R$ 7,501 bilhões. O resultado negativo de março foi o pior para qualquer mês da série histórica do BC iniciada em 1995.

Com o resultado de setembro, o saldo total da poupança ficou em R$ 644,048 bilhões, já incluindo os rendimentos do período, no valor de R$ 4,225 bilhões. Os depósitos na caderneta somaram R$ 158,178 bilhões no mês passado, enquanto as retiradas foram de R$ 163,471 bilhões.

A situação de setembro só não foi pior porque, no último dia do mês, a quantidade de aplicações foi R$ 4,165 bilhões maior do que o das retiradas. Até o dia 29, o saldo da caderneta estava no vermelho em R$ 9,458 bilhões. É comum ocorrer um aumento dos depósitos no último dia de cada mês por conta de aplicações programadas já por investidores com seus próprios bancos.

Na quinta-feira passada, o diretor de Fiscalização do Banco Central, Anthero Meirelles, disse haver evidências de que boa parte dos saques de poupança vistos desde o início do ano é de um grupo considerado como "novos investidores", que tinham escolhido a caderneta no passado como uma forma de aplicação em um momento de maior rentabilidade da poupança. "Os saques recentes da poupança não mudam sua perspectiva de que se trata de um funding bastante estável", afirmou o diretor. "O depósito de poupança é estável tradicionalmente. Mesmo quando há migração, o depósito de poupança - mais a rentabilidade - tem estabilidade grande historicamente, mesmo em momentos de alta de juros. É muito estável", reforçou.

Remuneração 
Essa fuga da poupança tem ocorrido, entre outros motivos, porque, com a recessão econômica, sobram menos recursos dos trabalhadores para investimentos. Além disso, com um cenário de juros e dólar altos, outros investimentos tornam-se mais atrativos. A remuneração da poupança é formada por uma taxa fixa de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR) - esse cálculo vale para quando a taxa básica de juros (Selic), atualmente está em 14,25% ao ano, está acima de 8,5% ao ano.

Por conta dessa sangria na poupança vista desde o início do ano, o setor imobiliário passou a reclamar de falta de recursos para financiamentos de casas e apartamentos. Para minimizar esse quadro, o BC decidiu, em maio, liberar os bancos para usar R$ 22,5 bilhões dos depósitos da poupança que são obrigados a manter na instituição para desembolsos nas operações de financiamento habitacional e rural. (Célia Froufe - celia.froufe@estadao.com)

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Por que a crise de 2008 nunca acabou e o mundo flerta com um novo solavanco?




Fracasso dos emergentes devolve aos EUA e Europa a tarefa de sustentar crescimento global


Os bancos centrais não deixaram instituições fracassadas falir e ainda seguram os esqueletos (Michael Fleshman/ Flickr)

SÃO PAULO – O mundo nunca saiu da crise de 2008 e agora flerta com um novo solavanco de proporção global. Esta é a avaliação do banco dinamarquês Saxo Bank, segundo análise publicada nesta semana. O texto, assinado pelo economista francês Dembik Christopher, argumenta que as principais economias do mundo ainda vivem anestesiadas por remédios monetários. E, aliado a isso, os mercados emergentes falharam na promessa de sustentar o crescimento global.

O economista ressalta que durante as 2 últimas décadas os ciclos econômicos foram encurtados. Isso, segundo ele, aconteceu por conta da falta de regulação dos mercados, o crescimento da criatividade financeira, a globalização do comércio e a aceleração dos ciclos de inovação. Ao longo dos últimos 25 anos, a economia norte-americana, por exemplo, viveu períodos de recessão durante os anos de 1991, 2001 e 2009. “A eclosão de uma nova crise nos próximos anos é inevitável”, explica Christopher.

Madrinha
Christopher reconhece que muitos “oráculos” da economia tentam prever crises, mas apesar disso ele se propõe a fazer a própria análise. Um dos sinais de que uma crise é iminente, segundo ele, é a tentativa da China de internacionalizar a sua moeda, um fato que se tornou explícito em agosto quando o país decidiu liberar um pouco mais o iuane.

“A zona do iuane não é capaz de competir com a enorme hegemonia da zona do dólar. Qualquer deterioração sobre a perspectiva da economia norte-americana poderia ter maiores consequências sobre a Ásia e todo o mundo emergente”, argumenta. Ou seja, apesar de a moeda comunista estar na frente até do iene japonês na escolha dos negociantes internacionais, a China continua como uma “madrinha” do casamento e não a noiva propriamente dita.

De fato, a grande crise que se projetara sobre o mundo, quando vários mercados de ações caíram vertiginosamente após o aceno chinês ao livre mercado, se mostrou uma visão precipitada. As coisas voltaram ao normal. De qualquer forma, com a economia em desaceleração, é improvável que um estímulo monetário chinês ao estilo do realizado pelos Estados Unidos para enfrentar a crise de 2008 seja capaz de sustentar por si só o crescimento mundial.

Miopia
Enquanto todos achavam que a economia global estava em seu caminho para um crescimento sustentável, mais e mais indicadores antecedentes têm mostrado que o receio de uma recessão global cresceu. “Os países emergentes estão na fronteira. O Brasil abriu o caminho e a Turquia pode ser a próxima”, aponta o economista.

Segundo o economista, a relutância dos bancos centrais em retirar os estímulos econômicos é outro sinal de que a economia não vai bem. Isso é, aliás, uma lembrança da boa vontade das autoridades monetárias com o mercado financeiro. O economista lembra que muitos bancos centrais atuaram para manter vivas as instituições financeiras que cometeram erros, enquanto o mais correto seria deixar essas empresas falirem.

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ESTADÃO: CRISE JOGA 3 MILHÕES DE FAMÍLIAS DA CLASSE C DE VOLTA À BASE DA PIRÂMIDE





São Paulo, 3/11/2015 - A recessão derrubou parte da nova classe média, a população da classe C, para a base da pirâmide social. Entre 2006 e 2012, no boom do consumo, 3,3 milhões de famílias subiram um degrau, das classes D/E para a classe C, segundo um estudo da Tendências Consultoria Integrada. Eles começaram a ter acesso a produtos e serviços que antes não cabiam no seu bolso, como plano de saúde, ensino superior e carro zero. Agora, afetadas pelo aumento do desemprego e da inflação, essas famílias começam a fazer o caminho de volta.

De 2015 a 2017, 3,1 milhões de famílias da classe C, ou cerca de 10 milhões de pessoas, devem cair e engordar a classe D/E, aponta o estudo. “A mobilidade que houve em sete anos (de 2006 a 2012) deve ser praticamente anulada em três (de 2015 a 2017). Estamos vivendo, infelizmente, o advento da ex-nova classe C”, diz o economista Adriano Pitoli, sócio da consultoria e responsável pelo estudo.

Para projetar esse número, Pitoli considerou que, entre 2015 e 2017, a economia deve recuar 0,7% ao ano; a massa real de rendimentos, que inclui renda do trabalho, Previdência e Bolsa Família, vai cair 1,2% ao ano, e o desemprego deve dar um salto, atingindo 9,3% da população em idade de trabalhar em dezembro de 2017 - o maior nível em 13 anos. Segundo o estudo, a classe C é formada por famílias com renda mensal entre R$ 1.958 e R$ 4.720 e a classe D/E por aquelas com rendimento mensal de até R$1.957.

“É a primeira queda da classe C em número de famílias desde 2003 e o primeiro ano de crescimento expressivo da classe D/E”, diz Pitoli. Só neste ano, a classe D/E vai ser ampliada em cerca de 1,5 milhão de famílias; em 1,1 milhão em 2016 e em 454 mil em 2017. “Grande parte dessas famílias está fazendo o caminho de volta, vieram da classe C”, diz Pitoli. Mas ele pondera que outra parcela é de novas famílias formadas dentro da própria classe D/E.

O economista diz que as pesquisas do IBGE, base da projeção, não permitem saber quanto é cada parcela, uma vez que a instituição não acompanha família a família. “Mas, naturalmente, a mudança de composição tem a ver com as migrações (de uma classe para outra).”

Para o economista Mauro Rochlin, professor de MBAs da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os fatores que estariam levando parte das famílias de classe C a retornar ao estrato de origem são a alta impressionante no número de desempregados, o fechamento de vagas, o salário médio real que parou de subir e o crédito mais caro e restrito. “Tudo isso conspira a favor da ideia de que estaria havendo essa migração.”

Maurício de Almeida Prado, sócio-diretor do Plano CDE, consultoria com foco na baixa renda, aponta que a faixa mais vulnerável à recessão é a baixa classe C, uma vez que 50% dela estão na informalidade. “A classe média baixa tem maior risco de voltar atrás. Ela tem pouca escolaridade, sente muito a queda da economia pelo emprego informal, quase nenhuma poupança e uma rede de contatos limitada para obter emprego.”

Na prática 
Myrian Lund, professora da FGV e planejadora financeira, que orienta por meio de um site famílias que precisam reestruturar as finanças, diz que a perda de poder aquisitivo da classe C afeta tanto empregados como desempregados. No caso dos empregados, ela diz que estão muito endividados, pois pegaram empréstimo com desconto em folha (consignado). Apesar de o juro dessa linha de crédito ser menor, hoje a prestação do financiamento está pesando mais no bolso dessas famílias, já que, em meio à recessão, o salário não terá aumento acima da inflação.

Para Prado, da Plano CDE, ainda que essas famílias tenham queda de renda, elas configuram uma classe baixa diferente, pela experiência adquirida com a ascensão. “É um novo tipo de classe baixa: mais conectada, escolarizada e de certa forma até mais preparada.” (Márcia De Chiara e Anna Carolina Papp)

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Como perder R$15 bilhões. Recuperando a Confiança.

Como os zombies ferram tudo.





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Fraude em emissões faz Volkswagen ter 1º prejuízo trimestral em 15 anos - Super Corporate Zombies.



Kimimasa Mayama/Efe
Diretor da Volkswagen no Japão, Sven Stein, pede desculpas pela fraude de emissões poluentes

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

28/10/2015  09h33

A Volkswagen divulgou nesta quarta-feira (28) o primeiro prejuízo trimestral em pelo menos 15 anos. Os resultados foram impactados por provisões relacionadas ao escândalo de fraude em testes de emissões de poluentes de motores a diesel. A empresa ainda reduziu a estimativa de lucro para o ano.

O grupo alemão teve prejuízo operacional de terceiro trimestre de € 3,48 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões, segundo cotação de 27 de outubro), em linha com expectativa de prejuízo de € 3,47 bilhões da Reuters.

A companhia confirmou que o prejuízo divulgado nesta quarta-feira é o primeiro resultado trimestral negativo em pelo menos 15 anos, mas, por causa de mudanças contábeis, a empresa não pode especificar quando o último prejuízo ocorreu.

A Volkswagen reservou € 6,7 bilhões (R$ 28,9 bilhões) no trimestre para cobrir custos relacionados à fraude que envolveu 11 milhões de carros da marca no mundo, ligeira alta ante os 6,5 bilhões (R$ 28 bilhões) anunciados na semana em que o escândalo veio a público, em 18 de setembro.


Excluindo custos com a fraude, a montadora ainda espera ter margem de lucro operacional de entre 5,5% e 6,5% neste ano, depois de registrar 6,3% em 2014.

A Volkswagen planeja cortar os investimentos em € 1 bilhão (R$ 4,3 bilhões) por ano em sua principal divisão, responsável por cinco milhões de carros que serão alvo de recall. A divisão de luxo Audi, fonte de cerca de 40% do lucro do grupo, também planeja cortes nos investimentos.

As vendas do grupo, que também incluem a marca Porsche, caíram 1,5% em setembro, para 885.300 carros e recuaram 3,4% no terceiro trimestre, para 2,39 milhões de unidades.

Com isso, a montadora alemã ficou atrás da japonesa Toyota na liderança das vendas mundiais nos acumulado dos nove primeiros meses deste ano após ter assumido a primeira posição três meses antes.

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Lucro da American Airlines salta 80% no 3ºtri, mas Brasil prejudica receita



A American Airlines divulgou hoje que teve lucro líquido de US$ 1,7 bilhão no terceiro trimestre deste ano, 80% maior que o ganho de US$ 942 milhões registrado em igual período de 2014, graças à queda nos preços dos combustíveis. Na mesma comparação, o lucro por ação subiu para US$ 2,49, de US$ 1,28. Com ajustes, o ganho por ação foi de US$ 2,77, ante US$ 1,66 um ano antes. 

A receita, por outro lado, caiu 3,9%, para US$ 10,71 bilhões, em parte por causa da valorização do dólar e da demanda mais fraca no Brasil e na Venezuela.

O lucro ajustado por ação veio acima da previsão de analistas consultados pela Thomson Reuters, de US$ 2,72, e a receita ficou em linha com o esperado. Às 10h07 (de Brasília), as ações da American Airlines subiam 3,85% no pré-mercado em Nova York.

No trimestre, os custos com combustíveis da companhia aérea tiveram forte queda anual de 43%. Fonte: Dow Jones Newswires.

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Bem vindos a Crise Brasil !!



Espero que gostem da mensagem amigos !!

https://www.youtube.com/watch?v=H0riq1m3DLY


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Monster - Skillet !!




Monstro 
O meu lado secreto
Eu nunca deixarei você ver
Eu o mantenho preso, mas eu não posso controlar
Então fique longe de mim
A fera é feia
Eu sinto a raiva e eu simplesmente não posso controlar isso

Está arranhando as paredes
No armário, nas salas
Isso acorda e eu não consigo controlar
Escondendo debaixo da cama
Em meu corpo, em minha cabeça
Porque ninguém vem e me salva disso?
Faça isso acabar!

Eu sinto isso lá no fundo
Está logo debaixo da pele
Eu devo confessar que eu me sinto como um Monstro

Eu odeio o que me tornei
O pesadelo apenas começou
Eu devo confessar que eu me sinto como um Monstro

Eu, eu me sinto como um Monstro
Eu, eu me sinto como um Monstro

Meu lado secreto eu mantenho
Escondido através de chaves e cadeados
Eu o mantenho preso, mas eu não posso controlar
Porque se eu deixar ele sair
Ele vai me arrebentar, me derrubar
Porque ninguém vem e me salva disso?
Faça isso acabar!

Eu sinto isso lá no fundo
Está logo debaixo da pele
Eu devo confessar que eu me sinto como um Monstro

Eu odeio o que me tornei
O pesadelo apenas começou
Eu devo confessar que eu me sinto como um Monstro

Eu sinto isso lá no fundo
Está logo debaixo da pele
Eu devo confessar que eu me sinto como um Monstro

Eu odeio o que me tornei
O pesadelo apenas começou
Eu devo confessar que eu me sinto como um Monstro

Eu, eu me sinto como um Monstro
Eu, eu me sinto como um Monstro

Está se escondendo no escuro
Seus dentes são lâminas afiadas
Não há saída pra mim
Ele quer minha alma, quer meu coração

Ninguém pode me ouvir gritar
Talvez seja só um sonho
Ou talvez esteja dentro de mim
Pare esse monstro!

Eu sinto isso lá no fundo
Está logo debaixo da pele
Eu devo confessar que eu me sinto como um Monstro

Eu odeio o que me tornei
O pesadelo apenas começou
Eu devo confessar que eu me sinto como um Monstro

Eu sinto isso lá no fundo
Está logo debaixo da pele
Eu devo confessar que eu me sinto como um Monstro

Eu tenho que perder o controle
Isso é algo radical
Eu devo confessar que eu me sinto como um Monstro

Eu, eu me sinto como um Monstro
Eu, eu me sinto como um Monstro
Eu, eu me sinto como um Monstro
Eu, eu me sinto como um Monstro


Link: http://www.vagalume.com.br/skillet/monster-traducao.html#ixzz3pNfGQfnN

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Dólar mais alto deixa o brasileiro mais pobre; veja quem ganha e quem perde




Sophia Camargo
Colaboração para o UOL, em São Paulo
Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

O dólar ultrapassou pela primeira vez a marca de R$ 4. Muitas pessoas acham que isso não as afeta, pois não ganham em dólar nem pretendem viajar para o exterior em breve. A verdade, porém, é que o dólar mais alto deixou o brasileiro mais pobre.
"O impacto da alta do dólar na vida das pessoas vai chegar a todos, inclusive à dona de casa", diz Edgar de Sá, economista-chefe da FN Capital.
Um dólar tão valorizado retrata uma economia que está em desequilíbrio, segundo o professor da Escola de Economia de São Paulo da FGV Clemens Nunes.
Segundo ele, o Brasil está em situação de desequilíbrio fiscal, o que mostra que o governo gasta mais do que ganha, e os investidores não enxergam uma solução sustentável para esse problema num futuro próximo.

"Não há perspectiva de melhora. A consequência disso é que o real se desvaloriza e ficamos mais pobres. Perdemos poder de compra em relação ao resto do mundo."
Qual é o primeiro impacto do dólar mais alto?

A alta do dólar afeta a vida das pessoas comuns porque puxa a inflação para cima.
Muitas matérias-primas são importadas --como trigo, gás e gasolina. Isso provoca um aumento do pãozinho, do macarrão, da gasolina, por exemplo.
Além disso, alguns produtos que são produzidos aqui no Brasil também têm seu preço atrelado ao dólar.

É o caso da soja, da carne, do café, do açúcar, do milho. Mesmo que eles sejam produzidos no país, quando o dólar está mais caro fica mais vantajoso para o produtor exportar. Então, se ele mantém o produto para ser vendido aqui dentro, ele vai querer receber mais por isso.

Outra maneira pela qual a alta do dólar influencia os preços é que, com o produto importado mais caro, os produtos nacionais acabam também sofrendo um reajuste. "Os produtores aproveitam a alta do importado para aumentar a margem de lucro do nacional também", diz Nunes.
Para ele, no curto prazo alguns setores podem até ser beneficiados com a alta do dólar (ver abaixo). "Mas no médio e longo prazo, todos perdem, pois a moeda não está desvalorizada por uma escolha, mas porque a economia está enfraquecida."

Veja quem ganha e quem perde com a alta do dólar
Quem ganha

Balança comercial – A balança comercial é a relação entre as exportações e importações de um país. Com o aumento do dólar, fica mais caro importar e mais barato exportar, o que ajuda a equilibrar essa conta. A balança vem apresentando resultados positivos graças à alta do dólar. Em agosto, por exemplo, a balança apresentou o melhor resultado em três anos

Empresas exportadoras – por terem custos em reais e receitas em dólar, essas empresas se beneficiam da alta da moeda norte-americana. Exemplos são as empresas de papel e celulose e do setor agrícola exportador, como produtoras de soja e de suco de laranja. Esses setores ficam mais competitivos lá fora, mas isso não significa que as exportações vão aumentar imediatamente. "As empresas têm que buscar o mercado lá fora que perderam antes, com o real valorizado", diz Nunes. Além disso, a economia mundial não está tão aquecida para que haja muita procura pelos produtos brasileiros. "Tirando os Estados Unidos, ainda estão meio mal das pernasa Europa, China e Mercosul"

Empresas voltadas ao mercado interno – Essas empresas se beneficiam da alta do dólar pois sofrem menos competição dos produtos importados

Turismo doméstico – o turismo nacional deve ganhar fôlego com a desistência dos brasileiros de tirar férias no exterior. Mesmo assim, não é esperado um aumento muito grande porque, apesar de o dólar estar mais caro, a economia brasileira como um todo está mais fraca. "As pessoas estão preocupadas com a crise e evitam gastar", afirma Edgar de Sá, economista-chefe da FN Capital
Quem perde

Consumidor final – Os aumentos de custos na economia são invariavelmente repassados para o consumidor, que sofre com a inflação e a perda do seu poder de compra
Empresas importadoras – As indústrias que vendem produtos importados ou que dependem substancialmente de matérias-primas importadas são prejudicadas com a alta do dólar. Exemplos são a indústria química, farmacêutica, revenda de carros importados, de perfumes, chocolates, vinho importado. "Vai depender da capacidade delas de repassar a alta dos custos ao consumidor", diz Nunes.

Empresas que tenham dívidas em dólar – Se a empresa fez dívidas em dólar para compra de equipamentos ou insumos e não tem mecanismos de proteção (hedge cambial) para pagamento dessa dívida, está com um problema muito grande agora, afirma Luiz Fernando Roxo, economista da ZenEconomics

Pessoas que fizeram gastos no cartão de crédito no exterior – Além do custo de 6,38% de IOF, o aumento do dólar faz com que o gasto no exterior seja bastante aumentado. É por isso que os especialistas não indicam fazer gastos expressivos com cartão de crédito no exterior, mas deixar seu uso apenas para emergências

Quem tem viagem marcada para o exterior ou programa de estudos no exterior – Com a alta dos preços lá fora, os turistas estão optando por trocar a viagem por um destino nacional ou até mesmo escolher um país menos caro. "Muitos turistas estão optando por fazer viagens para a América do Sul e intercâmbios em países como Nova Zelândia", diz Edgar de Sá

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Bovespa perdeu US$ 1 trilhão durante governo Dilma



Presidente Dilma Rousseff. Empresas listadas na bolsa brasileira já perderam 2/3 do seu valor de mercado desde o início do governo de Dilma Rousseff

Letícia Toledo, de EXAME.comSiga-me


São Paulo - Desde o início do mandato da presidente Dilma Rousseff até a última sexta-feira (18), as empresas listadas na Bovespa já perderam mais de 1 trilhão de dólares em seu valor de mercado. Em abril de 2011, estas companhias brasileiras valiam 1,5 trilhão de dólares, agora valem apenas 514,7 milhões de dólares.

Como se isso já não fosse ruim o suficiente, a bolsa brasileira está cada vez mais perto de perder o título de maior mercado da América Latina para sua rival mexicana.
As 300 empresas brasileiras listadas na Bovespa valem 514,7 bilhões de dólares, enquanto apenas 121 empresas mexicanas valem 497,3 bilhões de dólares. O Brasil, neste caso, tem uma vantagem de apenas 3,4%.

Os dados são de um levantamento da consultoria Economatica, que revela ainda que em dezembro de 2010, no finalzinho do governo Lula, o mercado brasileiro era 65,2% maior do que o mexicano.

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Ação da Petrobras já custa menos que um chope no Rio



Papéis preferenciais estão no menor valor desde agosto de 2003
POR RENNAN SETTI


Referência da vida mundana, chopp está na casa de R$ 8, acima dos R$ 6,82 de um papel preferencial da petroleira - Angelo Antônio Duarte / Agência O Globo

RIO - A cada bicada na tulipa, desce pela goela da boemia carioca versada no léxico financeiro a expressão “custo de oportunidade”. É que, com a derrocada da Petrobras na Bolsa de Valores e uma inflação que poupa ninguém, muito menos frequentadores de botecos, uma ação da estatal já custa menos que o benchmark da vida mundana, o chope.

Ontem, o papel preferencial (PN, com direito a voto e favorita dos investidores pessoas físicas) da Petrobras caiu pelo quinto pregão seguido, recuando 2,15%, a R$ 6,82. O valor é o menor registrado desde agosto de 2003. Enquanto isso, a caldereta de chope no tradicional Cervantes de Copacabana está cotada a R$ 8, deixando espaço de sobra para cobrir as taxas de corretagem de quem decide abdicar da bebida em prol de um investimento na petrolífera brasileira.

Os bebedores com alguma visão retrospectiva se lembrarão que uma ação da Petrobras já teve cacife para bancar uma madrugada inteira regada a chope. Em maio de 2008, por exemplo, o papel da estatal atingiu o pico de R$ 52,51. Desde aquela época, 87% dessa cotação já evaporaram e, se a tulipa segue com o mesmo tamanho, todo habituéde pé-sujos e pé-limpos sabe que seu preço ficou bem mais amargo.

— Quando as ações da OGX caíram a R$ 1, a brincadeira entre os investidores era compartilhar fotos das moedinhas. Agora pode ser a hora de espalhar as fotos das tulipas de chope — brincou o carioca Maurício Pedrosa, estrategista da Queluz Asset Management.

ESCÂNDALO COM ACOMPANHAMENTOS

Segundo Pedrosa, uma conjunção de fatores explica a Petrobras ter caído tanto a ponto de valer menos que um chopinho. A companhia convive há quase dois anos com o escândalo de corrupção da Lava-Jato, que prejudicou sua imagem e levou à perda do grau de investimento por agências de rating.

A companhia também sofre com a desvalorização do petróleo do tipo Brent, que tombou à metade em 12 meses e vale agora por volta de US$ 47. Mais recentemente, a disparada do dólar multiplicou a dívida da empresa, da qual cerca de 70% estão denominados na moeda americana.
Outros modelos de comparação heterodoxos também depõem contra a Petrobras. O carioca que vai e volta do trabalho de ônibus, por exemplo, desembolsa diariamente R$ 6,80. Ou seja, basta que um dia surja uma carona amiga para que o passageiro tenha poupado o bastante para se tornar investidor da outrora gigante brasileira — se tiver, é claro, mais dois centavos na carteira para inteirar a diferença, verdade seja dita.

Mas se o aplicador considerar estapafúrdias comparações com itens que nada têm a ver com a Petrobras, estão aí os postos de gasolina para reforçar a hipérbole. Segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o preço médio do litro da gasolina no município do Rio é de R$ 3,46. Supondo que um carro popular consegue percorrer 10 Km com um litro, um passeio entre o Maracanã e o shopping Fashion Mall já custa para o motorista mais do que uma ação da estatal...

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Fim do Brasil.



Obrigado Corporate Zombies que infectam nosso pais e nossas empresas por garantir um novo recorde ao a Brasil o de R$4,00 pra U$1,00.

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Palestra Sobre Gestão de Pessoas e Projetos dia 13 de Agosto com Victor Sardinha !!!!!!!


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Entrem para a CONADEG !!




Participem e entrem para a resistência !!!

http://hotmart.net.br/show.html?a=G3085010V

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Japonesas usam fraldas para evitar ir ao banheiro





Por Redação em Notícias. 

Japonesas usam fraldas para evitar ir ao banheiro
Em um artigo intitulado "The Ultimate Form of Slob", a revista japonesa SPA descreve a tendência mais quente na Terra do Sol Nascente: por mais estranho que pareça, há pessoas no Japão que preferem usar uma fralda desconfortável durante todo o dia só para não ir ao banheiro. A reportagens relata que fraldas para adultos são cada vez mais populares entre as mulheres que dizem usá-las para não perder muito tempo.

Japonesas usam fraldas para evitar ir ao banheiro
A masculinização das mulheres  tornou-se um tema muito popular no Japão, assim as estatísticas dizem que mais e mais mulheres já não limpam seus quartos como, muitas vezes, costumavam fazer, deixam suas roupas íntimas jogadas por todos os cantos da casa e já não se preocupam em remover os pelos corporais indesejáveis.

Mas esta "porquice" toda agora foi levada a outro nível: mulheres que usam fraldas para evitar o uso do vaso sanitário. Kaori Adachi (nome fictício), 25 anos, trabalha em uma agência imobiliária de Tóquio. Nos últimos seis meses ela vem usando fraldas para trabalhar quase todos os dias. E não estamos falando de forros de calcinha para evitar vazamentos indesejáveis não, são fraldões reais geriátricos para que ela possa mijar lindamente sem a necessidade de perder seu precioso tempo indo ao banheiro.

Todos sabemos que os japoneses são workaholics, mas isso já é um pouco demais né. Adachi diz que agora pode fazer xixi normalmente enquanto está trabalhando, sem ter que parar e ir ao banheiro. Ela deixa bem claro que só usa as fraldas quando está vestida com uma saia, porque as calças tornam óbvio que algo não está muito certo. Ah sim, ela nunca usa fraldas também quando vai encontrar seu namorado[Ah bem!].

Japonesas usam fraldas para evitar ir ao banheiro
Uma foto postada pela revista SPA mostra algumas lojas que já estão expondo fraldas para adultos na seção de higiene para mulheres. Acredite ou não, o Japão tem até um site adulto chamado Bebigyaru, onde os homens podem apreciar fotos de mulheres vusando fraldas.



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Mais um Sobrevivente !!






Mais um sobrevivente que entra para guerra contra os zombies !!!

http://loucosporprojetos.com.br/2015/05/zumbis-corporativos-voce-e-um-deles/#disqus_thread

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O Sistema Tributário Brasileiro Explicado com Cerveja





Suponha que, todo dia, dez homens saíam para tomar cerveja e que a conta para os dez ficava em R$ 100. Se eles pagassem sua conta da forma como nós pagamos  nossos impostos, ficaria mais ou menos assim:
> Os primeiros quatro homens (os mais pobres) não pagariam nada.
> O quinto pagaria R$ 1.
> O sexto pagaria R$ 3.
> O sétimo pagaria R$ 7.
> O oitavo pagaria R$ 12.
> O nono pagaria R$ 18.
> O décimo (o mais rico) pagaria R$ 59.

Assim, foi o que eles decidiram fazer.
Os dez homens bebiam no bar todos os dias e pareciam muito felizes com o  arranjo, até que um dia, o proprietário lhes fez uma oferta:
"Uma vez que vocês são todos tão bons clientes", ele disse, "eu vou reduzir o custo da cerveja diária de vocês em R$ 20. As bebidas para os dez, agora custarão somente R$ 80."
O grupo ainda queria pagar sua conta da forma como nós pagamos os impostos,  de modo que os quatro primeiros homens não seriam afetados e continuariam a beber de graça.
Mas e os outros seis homens - os clientes pagantes?
Eles dividiriam os R$ 20 de desconto, de modo que todos eles obtivessem sua "quota justa”.
Eles calcularam que R$ 20 divididos por seis daria R$ 3,33.
Mas se eles subtraíssem isto da quota de cada um, então o quinto e o sexto homens teriam que receber para beber sua cerveja.
Assim, o proprietário do bar sugeriu que seria justo reduzir a conta de cada homem proporcionalmente ao valor pago por cada um, e calculou as quantias que cada um deveria pagar.

E assim:
> O quinto homem, como os primeiros quatro, agora não pagaria nada (100% de economia).
> O sexto agora pagaria R$ 2 ao invés de R$ 3 (33% de economia).
> O sétimo agora pagaria R$ 5 ao invés de R$ 7 (28% de economia).
> O oitavo agora pagaria R$ 9 ao invés de R$ 12 (25% de economia).
> O nono agora pagaria R$ 14 ao invés de R$ 18 (22% de economia).
> O décimo agora pagaria R$ 49 ao invés de R$ 59 (16% de economia).

Cada um dos seis que pagavam ficou numa situação melhor do que antes. E os quatro primeiros continuavam a beber de graça. Mas, quando saíram do restaurante, os homens começaram a comparar as suas economias.
"Eu só ganhei um real dos R$ 20", declarou o sexto homem. Ele apontou para o décimo homem, "mas ele ganhou R$ 10!".
"Sim, está certo", exclamou o quinto homem. "Eu também economizei somente um real. É injusto ele ganhar dez vezes mais do que eu!".
"É verdade!!" gritou o sétimo homem. "Porque ele deve receber de volta R$ 10 e eu só recebi dois? Os ricos levam todas as vantagens!".
"Espere aí ", gritaram juntos os quatro primeiros homens. "Nós não ganhamos nada. O sistema explora os pobres!"

Os nove homens rodearam o décimo e deram-lhe uma surra!
Na noite seguinte, o décimo homem não apareceu para beber, de modo que os nove sentaram e tomaram suas cervejas sem ele. Mas quando chegou a hora de pagar a conta, eles descobriram algo importante. Eles não tinham, entre eles, dinheiro bastante para pagar nem a metade da conta!
E assim, senhoras e senhores, é como funciona nosso sistema tributário. As pessoas que pagam os maiores impostos são as mais beneficiadas pelas reduções de taxas. Taxem-nos demais, ataquem-nos por serem ricos, e eles simplesmente podem não aparecer mais. Na realidade, eles podem começar a beber no exterior, onde a atmosfera seja mais amigável.

Para aqueles que entendem, não é necessária nenhuma explicação!!!!
Para aqueles que não entendem, nenhuma explicação é suficiente!!!!!!!!

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Restaurante nigeriano é fechado após polícia invadir local e descobrir que estabelecimento servia carne humana aos clientes




Um restaurante nigeriano foi fechado porque estava servindo carne humana a seus clientes.

Os policiais foram avisados da suspeita por moradores que informaram que algo terrível estava acontecendo.

Eles invadiram o restaurante do hotel e encontraram cabeças humanas, que ainda estavam pingando sangue, dentro de sacos plásticos.

Um padre local, que comeu no restaurante – que fica na província do sudeste de Anambra – ficou alarmado com o preço de refeições, e acabou recebendo um bônus ao comentar sobre o valor alto. Ele disse que não sabia que havia comido carne humana.

A polícia também encontrou um arsenal de armas que incluía granadas. Dez pessoas foram presas em conexão com os crimes.

Restaurante nigeriano é fechado após polícia invadir local e descobrir que estabelecimento servia carne humana
Restaurante nigeriano foi fechado porque estava servindo carne humana a seus clientes. Polícia invadiu local e encontrou cabeças, ainda pingando sangue, dentro da cozinha.

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O Sistema Tributário Brasileiro Explicado com Cerveja



Suponha que, todo dia, dez homens saíam para tomar cerveja e que a conta para os dez ficava em R$ 100. Se eles pagassem sua conta da forma como nós pagamos  nossos impostos, ficaria mais ou menos assim:
> Os primeiros quatro homens (os mais pobres) não pagariam nada.
> O quinto pagaria R$ 1.
> O sexto pagaria R$ 3.
> O sétimo pagaria R$ 7.
> O oitavo pagaria R$ 12.
> O nono pagaria R$ 18.
> O décimo (o mais rico) pagaria R$ 59.

Assim, foi o que eles decidiram fazer.
Os dez homens bebiam no bar todos os dias e pareciam muito felizes com o  arranjo, até que um dia, o proprietário lhes fez uma oferta:
"Uma vez que vocês são todos tão bons clientes", ele disse, "eu vou reduzir o custo da cerveja diária de vocês em R$ 20. As bebidas para os dez, agora custarão somente R$ 80."
O grupo ainda queria pagar sua conta da forma como nós pagamos os impostos,  de modo que os quatro primeiros homens não seriam afetados e continuariam a beber de graça.
Mas e os outros seis homens - os clientes pagantes?

Eles dividiriam os R$ 20 de desconto, de modo que todos eles obtivessem sua "quota justa”.
Eles calcularam que R$ 20 divididos por seis daria R$ 3,33.
Mas se eles subtraíssem isto da quota de cada um, então o quinto e o sexto homens teriam que receber para beber sua cerveja.

Assim, o proprietário do bar sugeriu que seria justo reduzir a conta de cada homem proporcionalmente ao valor pago por cada um, e calculou as quantias que cada um deveria pagar.
E assim:
> O quinto homem, como os primeiros quatro, agora não pagaria nada (100% de economia).
> O sexto agora pagaria R$ 2 ao invés de R$ 3 (33% de economia).
> O sétimo agora pagaria R$ 5 ao invés de R$ 7 (28% de economia).
> O oitavo agora pagaria R$ 9 ao invés de R$ 12 (25% de economia).
> O nono agora pagaria R$ 14 ao invés de R$ 18 (22% de economia).
> O décimo agora pagaria R$ 49 ao invés de R$ 59 (16% de economia).

Cada um dos seis que pagavam ficou numa situação melhor do que antes. E os quatro primeiros continuavam a beber de graça. Mas, quando saíram do restaurante, os homens começaram a comparar as suas economias.

"Eu só ganhei um real dos R$ 20", declarou o sexto homem. Ele apontou para o décimo homem, "mas ele ganhou R$ 10!".
"Sim, está certo", exclamou o quinto homem. "Eu também economizei somente um real. É injusto ele ganhar dez vezes mais do que eu!".
"É verdade!!" gritou o sétimo homem. "Porque ele deve receber de volta R$ 10 e eu só recebi dois? Os ricos levam todas as vantagens!".
"Espere aí ", gritaram juntos os quatro primeiros homens. "Nós não ganhamos nada. O sistema explora os pobres!"
Os nove homens rodearam o décimo e deram-lhe uma surra!
Na noite seguinte, o décimo homem não apareceu para beber, de modo que os nove sentaram e tomaram suas cervejas sem ele. Mas quando chegou a hora de pagar a conta, eles descobriram algo importante. Eles não tinham, entre eles, dinheiro bastante para pagar nem a metade da conta!
E assim, senhoras e senhores, é como funciona nosso sistema tributário. As pessoas que pagam os maiores impostos são as mais beneficiadas pelas reduções de taxas. Taxem-nos demais, ataquem-nos por serem ricos, e eles simplesmente podem não aparecer mais. Na realidade, eles podem começar a beber no exterior, onde a atmosfera seja mais amigável.
Para aqueles que entendem, não é necessária nenhuma explicação!!!!
Para aqueles que não entendem, nenhuma explicação é suficiente!!!!!!!!

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Algoritmo do JPMorgan descobre se funcionário é desonesto




JPMorgan: o programa de vigilância do banco dá uma visão do futuro de Wall Street

Hugh Son, daBloomberg

Nova York - Os traders de Wall Street já são ameaçados por computadores que podem fazer o trabalho deles de forma mais rápida e barata. Agora, os humanos das finanças ganharam mais uma coisa para se preocupar: algoritmos que garantem seu bom comportamento.

O JPMorgan Chase Co., que acumulou mais de US$ 36 bilhões em despesas judiciais desde a crise financeira, está lançando um programa para identificar funcionários desonestos antes que eles sigam pelo mau caminho, segundo Sally Dewar, chefe de assuntos regulatórios para a Europa, que está gerenciando a iniciativa.

Dezenas de entradas de dados, incluindo se os trabalhadores deixam de comparecer a aulas de compliance, se violam regras de negociação pessoal ou se desrespeitam os limites de risco do mercado, serão ingressadas no software.

“É muito difícil para um líder empresarial pegar até centenas de pontos de dados e começar a desenvolver qualquer tópico a respeito de uma mesa ou um trader em particular”, disse Dewar, 46, no mês passado em entrevista.

“A ideia é refinar esses pontos de dados para ajudar a prever padrões de comportamento”.
O programa de vigilância do JPMorgan, que está sendo testado no negócio de trading e se espalhará para as divisões globais de investment banking e gestão de ativos até 2016, dá uma visão do futuro de Wall Street.

O setor, que está se recuperando dos bilhões de dólares em multas recebidas devido a ações de funcionários que manipularam mercados, enganaram clientes e ajudaram criminosos, está recorrendo à tecnologia para se policiar melhor.

Se não fizer isso, estará dando munição para aqueles que pressionam pela separação das operações de trading das dos bancos de varejo.

Unidade de vigilância
No JPMorgan, que tem sede em Nova York e é o maior banco de investimento do mundo em receita, a iniciativa surge após investigações do governo a respeito das vendas de bonds hipotecários fraudulentos, do prejuízo comercial de US$ 6,2 bilhões chamado de London Whale (Baleia de Londres), dos serviços fornecidos por Bernard Madoff, operador de um esquema de pirâmide, e da manipulação dos mercados de câmbio e energia.
A empresa contratou 2.500 profissionais de compliance e investiu US$ 730 milhões nos últimos três anos para melhorar as operações.

Ofertas de empregos mostram que a empresa está formando uma unidade de vigilância para monitorar as comunicações eletrônicas e telefônicas do banco de investimento.
E-mails, chats e transcrições telefônicas podem ser analisados eletronicamente para determinar se os funcionários estão tentando conspirar ou escondem alguma intenção, disse Tim Estes, CEO da Digital Reasoning Systems Inc.

“Estamos adotando uma tecnologia desenvolvida para o contraterrorismo e usando-a contra a linguagem humana, porque é aí que as intenções humanas se apresentam”, disse Estes, cuja empresa tem o Goldman Sachs Group Inc. e o Credit Suisse Group AG como clientes e investidores, mas não o JPMorgan.

“Se você quer ser proativo, você precisa chegar às pessoas antes de elas agirem”.
‘Iniciativa escorregadia’
A vigilância automatizada é necessária para as firmas de Wall Street porque bilhões de e-mails fluem dentro de cada banco anualmente, superando a capacidade das pessoas de monitorá-los, segundo Estes.

Contudo, a tecnologia que prevê o comportamento, como no filme de ficção científica “Minority Report”, de 2002, no qual Tom Cruise interpreta um policial da divisão de pré-crime que caça suspeitos de assassinato antes que eles possam agir, levanta questionamentos éticos.
“O que eles estão tentando fazer é prever o comportamento humano”, disse Mark Williams, um ex-inspetor bancário da Reserva Federal dos EUA que agora é professor da Faculdade Questrom de Negócios da Universidade de Boston.

“Policiar as intenções pode ser uma iniciativa escorregadia. As pessoas vão receber uma letra escarlate por algo que elas ainda não fizeram?”.

A combinação dos novos métodos de vigilância com uma cultura melhorada deverá reduzir as futuras despesas judiciais do banco, disse Williams. Contudo, até mesmo Dewar reconhece que o elemento humano envolve riscos que não podem ser eliminados.

“Nós teremos um nível de confiança muito maior em relação à detecção inicial”, disse ela. “Mas não acho que alguém algum dia poderá dizer que esse nível será de 100 por cento”.

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Um algoritmo de computador pode dizer se você está bêbado




Irish Government

Bebida alcoólica: cientistas criaram um algortimo capaz de identificar pessoas bêbadas

Victor Caputo, de EXAME.com

São Paulo – Cientistas foram capazes de ensinar um computador a saber se uma pessoa está bêbada. Além do desenvolvimento de um algoritmo de análise, os cientistas precisam também de uma câmera com infravermelho para o trabalho.

A técnica usa uma análise de áreas quentes do rosto para essa dedução. Bebidas alcoólicas causam dilatação e relaxamento nos vasos sanguíneos do corpo.

Essa dilatação faz com que os vasos fiquem mais próximos da pele, em comparação a uma situação normal. Isso causa uma mudança leve na coloração da pele (a depender da capacidade do organismo de metabolizar o álcool), além de deixa-la mais quente.

O algoritmo foi desenvolvido por pesquisadores gregos e testado em 41 voluntários. Um computador analisou o rosto deles antes e depois do consumo de quatro taças de vinho.
Uma rede neural artificial, então, comparou as duas imagens. A análise foi feita pixel a pixel. A conclusão à qual os pesquisadores chegaram é que o melhor indicador para essa comparação são a testa e o nariz.

Usando essa informação, os pesquisadores criaram então o algoritmo. Ele teve uma taxa de acerto de 90%. Ele funcionou mesmo ao observar pessoas que não tinham uma imagem anterior ao consumo do álcool.

De acordo com os pesquisadores, essa tecnologia poderia ajudar a polícia. Outra possibilidade é de instalação em automóveis para que o carro impeça pessoas bêbadas de dirigir.

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Nova Reportagem do Livro Corporate Zombies !!!




Vejam e entrem para a Resistência !!

Edição (20) do programa faz mapeamento do estresse nas empresas, mostrando dicas de como identificar e se livrar dele; apresenta os ‘zumbis coorporativos’, que prejudicam a rotina de muita gente; e mostra as possibilidades de trabalho na internet, que podem unir diversão e rentabilidade. O programa Os Profissionais traz mensalmente informações sobre novas carreiras, ambiente de trabalho e profissões. Veja + em tv.mackenzie.br

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Trabalhador brasileiro produz menos que o da Venezuela





Na América Latina, produtividade só supera a de bolivianos
POR LUCIANNE CARNEIRO
02/03/2015 6:00
 


RIO - Com a economia estagnada em 2014 e previsões de um 2015 recessivo, a preocupação com a produtividade do trabalho ganha espaço. No quesito, não temos muito o que comemorar. O Brasil está atrás não apenas dos países desenvolvidos, como da grande maioria de seus pares na América Latina. Só está melhor que a Bolívia. Em 2013, a produtividade do trabalho no Brasil correspondia a 17,2% daquela dos Estados Unidos, país considerado referência para o indicador. Na comparação com o México, a relação era de 52,6%, com a Argentina ficava em 58,91% e com a Venezuela, 68%.

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Emprego com carteira tem 1ª queda em janeiro desde 2002
População desocupada cresce mais do que no auge da crise global
Desemprego sobe para 5,3% em janeiro, a maior taxa em 16 meses
Taxa sobe em 4 de 6 regiões e chega a 9,6% em Salvador
Renda do brasileiro foi de R$ 1.052 em 2014
O indicador — da organização americana The Conference Board e reunido pelo professor do Instituto de Economia da UFRJ João Saboia — reparte o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto dos bens e serviços) por pessoa ocupada. Ou seja, o tamanho da economia dividido por seus trabalhadores. Aumenta-se a produtividade quando se produz mais com a mesma quantidade de recursos — seja de máquinas e equipamentos ou pessoas.

Isso é especialmente importante no momento em que a população brasileira está envelhecendo, com menos gente entrando para a força de trabalho nos próximos anos. Assim, é preciso que os trabalhadores se tornem mais produtivos para manter o mesmo nível de produção.

— Vamos muito mal em produtividade. Quando se compara com EUA e outros desenvolvidos, é um choque. O cenário também é muito ruim quando se compara com nossos vizinhos — diz Saboia.

Mais serviços, menos produtividade

Em 2013, o PIB por pessoa ocupada era US$ 19.833 no Brasil, alta de 11,9% frente a 2000, enquanto nos EUA a expansão foi de 19,33%. Na Argentina, o crescimento foi menor que o brasileiro, 5,6%, mas no Peru foi bem maior, de 56,5%. A Bolívia, na lanterna da América Latina, cresceu 16,4%.

O baixo nível de investimentos da economia é apontado de forma unânime por especialistas como uma das causas para a baixa produtividade. A falta de recursos — seja em infraestrutura, em inovação, e pesquisa e desenvolvimento — compromete a eficiência da nossa economia.

A taxa de investimento — relação entre o montante aplicado e o PIB — foi de 17,4% no terceiro trimestre de 2014, a pior para um terceiro trimestre desde 2002. Em 2013, era de 18,2%. No México, a taxa era de 24,02% em 2013, enquanto no Peru é de 26,5%. No Uruguai, é de 20%, segundo o site Economywatch.com.

— Estamos em uma situação de estagnação da produtividade. Patinamos enquanto outros países avançam. Uma economia que não consegue consolidar uma taxa de investimento expressiva não tem ganhos de produtividade — destaca o professor do Instituto de Economia da Unicamp Claudio Dedecca.

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A situação é vivida pela fabricante de adesivos industriais Coladesi. Com a economia parada, o proprietário Ricardo Lopes diz que tem investido pouco:

— Não tenho investido em novas máquinas porque não espero retorno do capital. A troca seria por um equipamento que permitisse melhor acompanhamento dos processos.

A mudança no perfil da economia também influencia. A participação do setor de serviços tem avançado: passou de 66,7% em 2000 para 69,3% em 2013, segundo o IBGE. Já a fatia da indústria caiu de 27,7% para 25%.

— Em média, a produtividade do setor de serviços é mais baixa. A rotatividade dos trabalhadores também é alta, a legislação acaba estimulando isso, o que também não incentiva essa produtividade do setor — afirma Regis Bonelli, pesquisador de Economia Aplicada do Ibre/FGV.

Rotatividade dos trabalhadores também é problema para Beatriz Furtado de Mendonça, consultora de varejo e atacado. Ela destaca que o conhecimento da clientela é importante para as boas vendas e se torna mais difícil quando há troca-troca de funcionários:

— É comum encontrarmos candidatos despreparados nos processos de recrutamento, mas também há empresas que, após a contratação, não fazem um treinamento intensivo e, portanto, demitem e contratam com frequência.

A qualidade da educação é vista como outro entrave para a produtividade, apesar do avanço da escolarização. Dados da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE mostram que a parcela da população ocupada com 11 anos ou mais de estudo saltou de 53,5% em 2003 para 68,7% em 2014.

— As pessoas estão estudando mais, mas aparentemente a qualidade (da educação) é baixa — diz Saboia.

Investimento em infraestrutura

O fato de a produtividade crescer pouco enquanto a renda aumenta trouxe um choque de custo para a indústria, diz o gerente de Economia e Estatística da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Guilherme Mercês:

— A produtividade não acompanhou o aumento de renda do trabalhador e isso afeta nossa competitividade. Prova disso é o saldo zero na balança comercial.

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Diante de uma economia que não cresce, o fato de o desemprego estar baixo é uma mostra que a produtividade cai, segundo Saboia. Ainda há gente sendo absorvida no mercado de trabalho, porque os trabalhadores são “pouco produtivos”:

— A produtividade pequena explica porque mesmo com a economia crescendo tão pouco é possível absorver trabalhadores e termos taxa de desemprego baixa. Estamos numa encruzilhada complexa.

Para Regis Bonelli, não há “milagre a curto prazo”: assim como a deterioração da produtividade já ocorre há um tempo, não se espera que comece a melhorar mais rápido de uma hora para a outra.

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O que você precisa saber sobre impeachment




Do UOL, no Rio


A série de manifestações convocadas via redes sociais para o próximo domingo (15) pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff coloca em questão esse instituto jurídico. Veja abaixo dez mitos e verdades sobre o processo de impeachment.

O que leva ao impeachment?

Para que o pedido de abertura de impeachment tenha consistência, devem existir provas de que o mandatário cometeu algum crime comum (como homicídio ou roubo) ou crime de responsabilidade –que envolve desde improbidade administrativa até atos que coloquem em risco a segurança do país, explicitados na lei 1.079.

O segundo colocado nas eleições assume?

Não. Segundo a Lei 1.079/50, caso o processo de impeachment seja julgado e considerado procedente, quem assume é o vice, no caso, Michel Temer (PMDB-SP), que permanece até o fim do mandato. Caso o vice também seja afastado ainda durante a primeira metade do mandato, serão convocadas novas eleições. Caso ele seja afastado a partir da segunda metade do mandato, as eleições são indiretas, no caso, apenas os membros do Congresso Nacional podem votar nos candidatos. Enquanto as eleições acontecem, quem assume é o terceiro na linha sucessória, o presidente da Câmara dos Deputados, atualmente o peemedebista Eduardo Cunha.

Qualquer pessoa pode pedir o impeachment do presidente?

Sim. Qualquer pessoa pode encaminhar ao Congresso Nacional uma denúncia de crime de responsabilidade, o que inclui políticos como parlamentares. No entanto, cabe ao presidente da Câmara dos Deputados julgá-la procedente e abrir uma comissão especial para analisar o pedido.

O pedido de impeachment pode ser feito via abaixo-assinado?

Não. A denúncia por crime de responsabilidade precisa ser feita por uma pessoa física e deve ser acompanhada dos documentos que a comprovem. No caso do impeachment do ex-presidente Fernando Collor, o processo durou cerca de sete meses, desde a instalação da comissão parlamentar mista de inquérito, em 1º de junho de 1992, até a renúncia de Collor, em 29 de dezembro de 1992.

Impeachment leva a uma nova eleição direta?

A única possibilidade de ocorrer uma nova eleição é se, além do presidente, o vice também for afastado ainda na primeira metade do primeiro mandato. Enquanto a eleição é convocada, no entanto, quem assume é o presidente da Câmara dos Deputados.

Impeachment pode ser decidido por voto popular?

Não. Quem recebe a denúncia e avalia se ela será transformada em processo e encaminhada aos parlamentares é o presidente da Câmara dos Deputados. 

CPI pode aprovar impeachment?

Não, a Comissão Parlamentar de Inquérito não tem o poder de decidir pelo impeachment. Quem recebe a denúncia e avalia se ela será transformada em processo e encaminhada aos parlamentares é o presidente da Câmara dos Deputados. 

Qual a diferença entre impeachment e cassação?

Impeachment é o processo que envolve a cassação do mandato de um político do Executivo, tornando-o inelegível por oito anos. Já a cassação envolve a perda do mandato e pode resultar na inelegibilidade, como nos casos em que o político é cassado com base na Lei da Ficha Limpa.

Pode ocorrer uma intervenção militar no país?

Segundo o artigo 142 da Constituição, "as Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem." Para a jurista e professora da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) Vania Aieta, especialista em direito constitucional, hoje não parece haver indícios de que as Forças Armadas teriam interesse em intervir no processo democrático do país. "Não há grandes lideranças militares e os quadros das Forças Armadas parecem mais preocupados com questões como o soldo e melhoria do padrão de vida." 

Quem pode determinar o impeachment?

O pedido de impeachment é avaliado pelo presidente da Câmara dos Deputados e, caso seja encaminhado aos parlamentares, precisa receber os votos de dois terços dos deputados da Casa para continuar. Depois o processo é levado para julgamento no Senado, e também precisaria da adesão de dois terços dos membros. A sessão é presidida pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e precisa ocorrer em até 180 dias depois que chega ao Senado, período pelo qual o presidente fica afastado do cargo e o vice assume. Se o julgamento não tiver sido concluído nesse prazo, o presidente volta às funções.

O que precisa haver de provas para se afastar um presidente?

Para a jurista e professora da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) Vania Aieta, especialista em direito constitucional, há uma confusão entre insatisfação política e a real necessidade de um impeachment. "O processo democrático nem sempre agrada. A população confunde institutos jurídicos com a insatisfação", afirma. Além da necessidade de se provar que houve de fato crime de responsabilidade, ela lembra que a possibilidade de impeachment está intimamente ligada ao prestígio de que o presidente goza dentro do Congresso Nacional e do Senado. "Antes de qualquer coisa, o impeachment é uma decisão política dentro do universo jurídico", afirma. "A grande pergunta agora é se o Congresso tem interesse nesse processo."

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