Restaurante nigeriano é fechado após polícia invadir local e descobrir que estabelecimento servia carne humana aos clientes




Um restaurante nigeriano foi fechado porque estava servindo carne humana a seus clientes.

Os policiais foram avisados da suspeita por moradores que informaram que algo terrível estava acontecendo.

Eles invadiram o restaurante do hotel e encontraram cabeças humanas, que ainda estavam pingando sangue, dentro de sacos plásticos.

Um padre local, que comeu no restaurante – que fica na província do sudeste de Anambra – ficou alarmado com o preço de refeições, e acabou recebendo um bônus ao comentar sobre o valor alto. Ele disse que não sabia que havia comido carne humana.

A polícia também encontrou um arsenal de armas que incluía granadas. Dez pessoas foram presas em conexão com os crimes.

Restaurante nigeriano é fechado após polícia invadir local e descobrir que estabelecimento servia carne humana
Restaurante nigeriano foi fechado porque estava servindo carne humana a seus clientes. Polícia invadiu local e encontrou cabeças, ainda pingando sangue, dentro da cozinha.

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O Sistema Tributário Brasileiro Explicado com Cerveja



Suponha que, todo dia, dez homens saíam para tomar cerveja e que a conta para os dez ficava em R$ 100. Se eles pagassem sua conta da forma como nós pagamos  nossos impostos, ficaria mais ou menos assim:
> Os primeiros quatro homens (os mais pobres) não pagariam nada.
> O quinto pagaria R$ 1.
> O sexto pagaria R$ 3.
> O sétimo pagaria R$ 7.
> O oitavo pagaria R$ 12.
> O nono pagaria R$ 18.
> O décimo (o mais rico) pagaria R$ 59.

Assim, foi o que eles decidiram fazer.
Os dez homens bebiam no bar todos os dias e pareciam muito felizes com o  arranjo, até que um dia, o proprietário lhes fez uma oferta:
"Uma vez que vocês são todos tão bons clientes", ele disse, "eu vou reduzir o custo da cerveja diária de vocês em R$ 20. As bebidas para os dez, agora custarão somente R$ 80."
O grupo ainda queria pagar sua conta da forma como nós pagamos os impostos,  de modo que os quatro primeiros homens não seriam afetados e continuariam a beber de graça.
Mas e os outros seis homens - os clientes pagantes?

Eles dividiriam os R$ 20 de desconto, de modo que todos eles obtivessem sua "quota justa”.
Eles calcularam que R$ 20 divididos por seis daria R$ 3,33.
Mas se eles subtraíssem isto da quota de cada um, então o quinto e o sexto homens teriam que receber para beber sua cerveja.

Assim, o proprietário do bar sugeriu que seria justo reduzir a conta de cada homem proporcionalmente ao valor pago por cada um, e calculou as quantias que cada um deveria pagar.
E assim:
> O quinto homem, como os primeiros quatro, agora não pagaria nada (100% de economia).
> O sexto agora pagaria R$ 2 ao invés de R$ 3 (33% de economia).
> O sétimo agora pagaria R$ 5 ao invés de R$ 7 (28% de economia).
> O oitavo agora pagaria R$ 9 ao invés de R$ 12 (25% de economia).
> O nono agora pagaria R$ 14 ao invés de R$ 18 (22% de economia).
> O décimo agora pagaria R$ 49 ao invés de R$ 59 (16% de economia).

Cada um dos seis que pagavam ficou numa situação melhor do que antes. E os quatro primeiros continuavam a beber de graça. Mas, quando saíram do restaurante, os homens começaram a comparar as suas economias.

"Eu só ganhei um real dos R$ 20", declarou o sexto homem. Ele apontou para o décimo homem, "mas ele ganhou R$ 10!".
"Sim, está certo", exclamou o quinto homem. "Eu também economizei somente um real. É injusto ele ganhar dez vezes mais do que eu!".
"É verdade!!" gritou o sétimo homem. "Porque ele deve receber de volta R$ 10 e eu só recebi dois? Os ricos levam todas as vantagens!".
"Espere aí ", gritaram juntos os quatro primeiros homens. "Nós não ganhamos nada. O sistema explora os pobres!"
Os nove homens rodearam o décimo e deram-lhe uma surra!
Na noite seguinte, o décimo homem não apareceu para beber, de modo que os nove sentaram e tomaram suas cervejas sem ele. Mas quando chegou a hora de pagar a conta, eles descobriram algo importante. Eles não tinham, entre eles, dinheiro bastante para pagar nem a metade da conta!
E assim, senhoras e senhores, é como funciona nosso sistema tributário. As pessoas que pagam os maiores impostos são as mais beneficiadas pelas reduções de taxas. Taxem-nos demais, ataquem-nos por serem ricos, e eles simplesmente podem não aparecer mais. Na realidade, eles podem começar a beber no exterior, onde a atmosfera seja mais amigável.
Para aqueles que entendem, não é necessária nenhuma explicação!!!!
Para aqueles que não entendem, nenhuma explicação é suficiente!!!!!!!!

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Algoritmo do JPMorgan descobre se funcionário é desonesto




JPMorgan: o programa de vigilância do banco dá uma visão do futuro de Wall Street

Hugh Son, daBloomberg

Nova York - Os traders de Wall Street já são ameaçados por computadores que podem fazer o trabalho deles de forma mais rápida e barata. Agora, os humanos das finanças ganharam mais uma coisa para se preocupar: algoritmos que garantem seu bom comportamento.

O JPMorgan Chase Co., que acumulou mais de US$ 36 bilhões em despesas judiciais desde a crise financeira, está lançando um programa para identificar funcionários desonestos antes que eles sigam pelo mau caminho, segundo Sally Dewar, chefe de assuntos regulatórios para a Europa, que está gerenciando a iniciativa.

Dezenas de entradas de dados, incluindo se os trabalhadores deixam de comparecer a aulas de compliance, se violam regras de negociação pessoal ou se desrespeitam os limites de risco do mercado, serão ingressadas no software.

“É muito difícil para um líder empresarial pegar até centenas de pontos de dados e começar a desenvolver qualquer tópico a respeito de uma mesa ou um trader em particular”, disse Dewar, 46, no mês passado em entrevista.

“A ideia é refinar esses pontos de dados para ajudar a prever padrões de comportamento”.
O programa de vigilância do JPMorgan, que está sendo testado no negócio de trading e se espalhará para as divisões globais de investment banking e gestão de ativos até 2016, dá uma visão do futuro de Wall Street.

O setor, que está se recuperando dos bilhões de dólares em multas recebidas devido a ações de funcionários que manipularam mercados, enganaram clientes e ajudaram criminosos, está recorrendo à tecnologia para se policiar melhor.

Se não fizer isso, estará dando munição para aqueles que pressionam pela separação das operações de trading das dos bancos de varejo.

Unidade de vigilância
No JPMorgan, que tem sede em Nova York e é o maior banco de investimento do mundo em receita, a iniciativa surge após investigações do governo a respeito das vendas de bonds hipotecários fraudulentos, do prejuízo comercial de US$ 6,2 bilhões chamado de London Whale (Baleia de Londres), dos serviços fornecidos por Bernard Madoff, operador de um esquema de pirâmide, e da manipulação dos mercados de câmbio e energia.
A empresa contratou 2.500 profissionais de compliance e investiu US$ 730 milhões nos últimos três anos para melhorar as operações.

Ofertas de empregos mostram que a empresa está formando uma unidade de vigilância para monitorar as comunicações eletrônicas e telefônicas do banco de investimento.
E-mails, chats e transcrições telefônicas podem ser analisados eletronicamente para determinar se os funcionários estão tentando conspirar ou escondem alguma intenção, disse Tim Estes, CEO da Digital Reasoning Systems Inc.

“Estamos adotando uma tecnologia desenvolvida para o contraterrorismo e usando-a contra a linguagem humana, porque é aí que as intenções humanas se apresentam”, disse Estes, cuja empresa tem o Goldman Sachs Group Inc. e o Credit Suisse Group AG como clientes e investidores, mas não o JPMorgan.

“Se você quer ser proativo, você precisa chegar às pessoas antes de elas agirem”.
‘Iniciativa escorregadia’
A vigilância automatizada é necessária para as firmas de Wall Street porque bilhões de e-mails fluem dentro de cada banco anualmente, superando a capacidade das pessoas de monitorá-los, segundo Estes.

Contudo, a tecnologia que prevê o comportamento, como no filme de ficção científica “Minority Report”, de 2002, no qual Tom Cruise interpreta um policial da divisão de pré-crime que caça suspeitos de assassinato antes que eles possam agir, levanta questionamentos éticos.
“O que eles estão tentando fazer é prever o comportamento humano”, disse Mark Williams, um ex-inspetor bancário da Reserva Federal dos EUA que agora é professor da Faculdade Questrom de Negócios da Universidade de Boston.

“Policiar as intenções pode ser uma iniciativa escorregadia. As pessoas vão receber uma letra escarlate por algo que elas ainda não fizeram?”.

A combinação dos novos métodos de vigilância com uma cultura melhorada deverá reduzir as futuras despesas judiciais do banco, disse Williams. Contudo, até mesmo Dewar reconhece que o elemento humano envolve riscos que não podem ser eliminados.

“Nós teremos um nível de confiança muito maior em relação à detecção inicial”, disse ela. “Mas não acho que alguém algum dia poderá dizer que esse nível será de 100 por cento”.

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Um algoritmo de computador pode dizer se você está bêbado




Irish Government

Bebida alcoólica: cientistas criaram um algortimo capaz de identificar pessoas bêbadas

Victor Caputo, de EXAME.com

São Paulo – Cientistas foram capazes de ensinar um computador a saber se uma pessoa está bêbada. Além do desenvolvimento de um algoritmo de análise, os cientistas precisam também de uma câmera com infravermelho para o trabalho.

A técnica usa uma análise de áreas quentes do rosto para essa dedução. Bebidas alcoólicas causam dilatação e relaxamento nos vasos sanguíneos do corpo.

Essa dilatação faz com que os vasos fiquem mais próximos da pele, em comparação a uma situação normal. Isso causa uma mudança leve na coloração da pele (a depender da capacidade do organismo de metabolizar o álcool), além de deixa-la mais quente.

O algoritmo foi desenvolvido por pesquisadores gregos e testado em 41 voluntários. Um computador analisou o rosto deles antes e depois do consumo de quatro taças de vinho.
Uma rede neural artificial, então, comparou as duas imagens. A análise foi feita pixel a pixel. A conclusão à qual os pesquisadores chegaram é que o melhor indicador para essa comparação são a testa e o nariz.

Usando essa informação, os pesquisadores criaram então o algoritmo. Ele teve uma taxa de acerto de 90%. Ele funcionou mesmo ao observar pessoas que não tinham uma imagem anterior ao consumo do álcool.

De acordo com os pesquisadores, essa tecnologia poderia ajudar a polícia. Outra possibilidade é de instalação em automóveis para que o carro impeça pessoas bêbadas de dirigir.

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