WhatsApp alcança 1 bilhão de usuários



'Quase uma em cada sete pessoas na Terra', comenta Zuckerberg.'Poucos serviços conectam mais de um bilhão de pessoas', frisou.
Da France Presse

O serviço de mensagens instantâneas WhatsApp, que pertence ao Facebook, alcançou a marca de 1 bilhão de usuários, de acordo com uma publicação do presidente-exeucitvo e cofundador da rede social, Mark Zuckerberg.
"Um bilhão de pessoas estão usando o WhatsApp agora", disse Zuckerberg em uma publicação em sua página do Facebook. "Existem poucos serviços que conectam mais de um bilhão de pessoas", frisou.

O número de pessoas usando o WhatsApp mais que dobrou desde que o Facebook, baseado na Califórnia, comprou o serviço em transação concluída por US$ 22 bilhões no final de 2014, de acordo com Zuckerberg.

"Isso é quase uma em cada sete pessoas na Terra que usa WhatsApp todo mês para estar em contato com seus amados, amigos e família", disse o time do WhatsApp em um post de seu blog.
Após comprar o WhatsApp, o Facebook tornou o serviço completamente gratuito. O próximo passo, de acordo com Zuckerberg, foi facilitar o uso do serviço para os negócios. Levar o WhatsApp para o intercâmbio entre negócios e consumidores tem o potencial de criar oportunidades de lucro para o Facebook.

Recentes relatórios da mídia indicam que o Facebook está trabalhando nos bastidores para integrar o WhatsAppp de forma mais adequada à rede social líder no mundo, fornecendo a capacidade de compartilhar informação entre os serviços.

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Petrobras já vale menos que WhatsApp - e deve meio Facebook




E agora a Petrobras já vale menos que o WhatsApp. Com a ação a R$ 4,45, o valor de mercado da empresa está em US$ 18 bilhões.

O Facebook pagou US$ 19 bilhões pelo Whats em 2014.
O WhatsApp ainda não tem um modelo de negócio para produzir receita de verdade. A Petrobras tem, desde o governo Vargas. O problema é que a nossa petroleira tem outra coisa que o Whats não tem: uma dívida de US$ 128 bilhões.

Isso dá 50% de todo o valor de mercado do Facebook (ou 100% da Volkswagen global, se você preferir um exemplo da velha economia). Pior: só os juros dessa dívida, a maior do mundo, comem tudo o que a empresa tira de lucro.

Se você fosse a Petrobras, estaria trabalhando só para pagar os juros do cartão de crédito, e precisaria ir tirando cartões novos para pagar as contas de casa. Por mais que você trabalhasse, sua conta continuaria vazia, igual o caixa da Petrobras.

Sim, toda empresa grande tem dívida. Mas Petrobras joga em outro campeonato, sozinha.
A Shell, por exemplo, deve US$ 45 bilhões, mas produz o dobro da Petrobras, e também tem seus projetos caríssimos, e também sofre com a baixa recorde do petróleo. O buraco da Petrobras é único.
E fica mais embaixo. Dos quaquilhões que a nossa petroleira deve, US$ 24 bilhões são para agora – a empresa precisa quitar em dois anos, se não vira calote. US$ 24 bilhões é o valor de mercado do Carrefour (ou da Netflix, se você preferir algo da nova economia).

Ou seja: a Petrobras precisa achar um Carrefour de dinheiro em dois anos para continuar viva.
Pense nisso quando alguém te aconselhar a comprar ações da Petro porque elas estão “baratas” demais. Diante da situação da empresa, nenhum valor é barato demais.
O governo, principal acionista da coisa, provavelmente vai ter que arranjar os caminhões de dinheiro que a empresa precisa para quitar pelo menos uma parte desses US$ 24 bi que vencem até o final de 2017.

Mas quem se complica aí são os outros acionistas. Se o governo fizer isso, será em troca de uma fatia ainda maior das ações da empresa – num processo cujo nome técnico é “capitalização”.
Hoje o governo é dono de 8 bilhões de ações da Petrobras. Como existem 13 bilhões de ações da Petrobras, o Estado é dono de 60% da companhia. Isso dá 60% da empresa. Um sujeito que tenha um lote de 100 ações é dono de 7,7 bilionésimos.
Agora vem a sacanagem. Se o governo colocar, tipo, US$ 10 bilhões na Petrobras a título de “capitalização” a empresa vai “pagar o governo” emitindo ações novas e dando para ele. Isso cria uma “inflação acionária”.

O total de ações cresce, mas sem que a empresa tenha aumentado de valor.
Vamos dizer que cresça de 13 bilhões para 20 bilhões de papeis. O dono de todas as ações novas, como a gente viu, é o governo.
Nisso, o Estado passaria a ter 15 bilhões de ações (8 bi das velhas + 7 das novas). Ou seja: passaria a ser dono de 75% da companhia.
E o coitado, filho de Deus, que colocou uma parte do FGTS em ações da Petrobrás, ou que confiou na ideia de virar sócio do governo? O que acontece com as ações dele? Passa a valer menos do que antes.

Um lote de 100 deixa de equivaler a 8 bilionésimos da empresa. Se tornam 4 bilionésimos. No jargão financeiro, esse acionista acaba “diluído”. Isso não tem nada de alienígena: foi exatamente o que aconteceu na última capitalização da Petrobras, em 2010.
Pense nisso quando alguém aconselhar você a comprar ações da Petro porque elas estão “baratas” demais. Diante da situação da empresa, e com essa diluição no horizonte, valor nenhum é barato demais. Qualquer coisa acima de R$ 0,00 é pura aposta.

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POUPANÇA TEM SAQUE LÍQUIDO DE R$ 12,031 BILHÕES EM JANEIRO - Brasil secando.



Brasília, 04/02/2016 - A quantidade de recursos que os investidores retiraram da poupança em janeiro, já descontadas as aplicações, foi a maior para qualquer mês da série histórica do Banco Central iniciada em 1995. De acordo com a instituição, os saques superaram os depósitos em R$ 12,031 bilhões, o maior volume para janeiro dos últimos 21 anos.

Para meses de janeiro, a pior marca havia sido registrada no ano passado, quando as retiradas ficaram R$ 5,528 bilhões maiores do que os investimentos. Já o saldo negativo mais forte de todos os tempos até então fora registrado em março de 2015, de R$ 11,438 bilhões.

O resultado de janeiro passado só não foi pior porque no último dia ingressaram R$ 3,417 bilhões na poupança. Até o dia 28, a conta estava negativa em R$ 15,449 bilhões. Isso ocorre com o sazonal aumento dos depósitos na caderneta no último dia útil por causa de aplicações automáticas da conta corrente que alguns investidores já deixam programadas para ocorrer.

A acentuada deterioração da caderneta se dá depois de uma recuperação em dezembro do ano passado, com a injeção de recursos do pagamento do 13º salário. O saldo positivo de R$ 4,789 bilhões no último mês de 2015 interrompeu uma série de 11 meses de resultados negativos. Em outras palavras, ao longo de todo o ano passado, apenas em dezembro as captações líquidas superaram as retiradas.

Além da piora do cenário econômico e do aumento do desemprego, janeiro é um mês marcado pela concentração de pagamento de impostos e de gastos extras com matrícula e material escolar. O período de sobra de recursos para aplicação na poupança perde espaço para as necessidades financeiras que fazem os brasileiros retirarem dinheiro da aplicação. De acordo com o BC, o total de aplicações no mês passado foi de R$ 149,561 bilhões e o de saques, de R$ 161,592 bilhões. O saldo desse investimento está em R$ 648,641 bilhões, já considerando os rendimentos de R$ 4,083 bilhões de janeiro.

Outro ponto que pesa contra a poupança é que há no mercado investimentos mais rentáveis, atrelados ao dólar e aos juros, por exemplo, e que fizeram a caderneta perder o brilho. A remuneração da poupança é formada por uma taxa fixa de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR) - esse cálculo vale para quando a taxa básica de juros (Selic) está acima de 8,5% ao ano e atualmente está em 14,25% ao ano.

Por conta da saída de recursos da poupança vista desde o início do ano, o setor imobiliário passou a reclamar de falta de recursos para financiamentos de casas e apartamentos. Para minimizar esse quadro, o BC decidiu liberar os bancos no ano passado a usarem R$ 22,5 bilhões dos depósitos da poupança que são obrigados a manter na instituição para desembolsos nas operações de financiamento habitacional e rural. Mais recentemente, esses recursos foram liberados para serem usados também em investimento em infraestrutura. (Célia Froufe - celia.froufe@estadao.com)

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